Zona de Risco

Acidentes, Desastres, Riscos, Ciência e Tecnologia

domingo, agosto 30, 2009

Mulher tem couro cabeludo arrancado

Uma funcionária da Indústria Têxtil Frint, em Americana, teve todo o couro cabeludo arrancado ao enroscar os cabelos na máquina em que trabalhava. O acidente ocorreu na madrugada, em 09 de outubro de 2002.
A retorcetriz Ana, 32, estava trabalhando em uma máquina para serviços de retorção, quando, ao se abaixar, seu cabelo enroscou no eixo giratório da máquina.

Cabelo comprido
Ana, que tinha os cabelos na altura dos ombros, teve todo couro cabeludo arrancado e foi socorrida pelo surpevisor industrial Antônio e levada ao Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi.

Atendimento médico
Algumas horas depois, a funcionária foi transferida para o Hospital Municipal de Botucatu, onde passou por exames. “Os médicos de Botucatu disseram que as células do couro cabeludo de minha irmã estão mortas, e por isso, seus cabelos não vão mais crescer. Mas existe uma possibilidade de, futuramente, ela fazer um implante de cabelo”, disse um dos irmãos.
Na tarde de quarta-feira, 9 de outubro, a funcionária foi transferida novamente para o Hospital Dr. Waldemar Tebaldi, onde permanece internada. “Uma cirurgia para enxerto na cabeça está prevista”, informou o irmão. Segundo o familiar, Ana está consciente do que ocorreu. “Mas ela está traumatizada e chora muito”, disse o irmão.

Posição da empresa
O advogado da empresa alegou que todas as medidas legais já foram tomadas e que a empresa está acompanhando a recuperação da funcionária. Segundo um funcionário da empresa, que pediu para não ser identificado, acidentes de trabalho nunca ocorreram no local e Ana teria infringido regras de segurança de trabalho da empresa, por estar trabalhando com os cabelos soltos.

Falta de equipamentos de segurança
Já um familiar de Ana, que teve conhecimento de que todas as funcionárias da empresa trabalham de cabelos soltos.

Fonte: TodoDia – Americana, 10 de outubro de 2002

Comentário:
A empresa não possui uma política adequada para os funcionários quanto à conscientização e riscos inerentes a atividade.
No caso em questão, a empresa poderia ter adotado os seguintes critérios:
■ Proibir a utilização de cabelos compridos nas áreas que apresentam riscos,
■ Nas indústrias alimentícias é comum à proibição de cabelos compridos e barbas em áreas que possam ocorrer contaminação produtos em processo,
■ Conscientização dos funcionários(as) para utilização de equipamentos de segurança e vestuários em áreas de riscos.

Roupas Folgadas, Adornos , Cabelos compridos
Os acidentes/lesões podem ser eliminados ou amenizados, se você utilizar todos os Equipamentos de Proteção Individual (E.P.I.), conforme seu trabalho e/ou setor, tais como: uniforme, protetor de cabelo, avental, etc. O cabelo comprido deve ficar com protetor de cabelo (gorro ou redinha), para se evitar que o mesmo fique preso em algum dispositivo em movimento, acarretando gravíssimos acidentes.
Anéis, alianças, pulseiras, correntinhas no pescoço, mangas compridas e folgadas de sua camisa podem causar sérios problemas nos trabalhos diante de máquinas em movimento. Ao iniciar suas atividades remova as jóias e procure arregaçar as mangas da camisa.

Acidente causado pelo eixo do motor de embarcações.
A foto mostra a gravidade do acidente, o arrancamento brusco do couro cabeludo.

O acidente ocorre quando as vítimas, ao se aproximarem do eixo do moto, tem seus cabelos repentinamente puxados.

O cabelo enrola em torno do eixo é arrancado parcialmente ou total da vítima, inclusive orelhas, sobrancelhas e por vezes uma enorme parte da pele do rosto e pescoço, levando a deformações graves e até a morte.

O tratamento das vítimas é longo, doloroso, não recupera os cabelos e nem as lesões decorrentes do arrancamento de orelhas e pálpebras

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sexta-feira, agosto 28, 2009

Trabalhadores em Pequim arriscam suas vidas para demolir um edifício

Pequim, China, 29 de Fevereiro de 2008. Uma equipe de demolição em Pequim improvisa para conseguir realizar seu trabalho.
Esta demolição está distante 200 metros do edifício mais alto de Pequim, no coração da CDB (centro empresarial). Como você pode observar o proprietário do imóvel está demolindo o edifício existente, não se preocupando com a segurança dos trabalhadores. Eles necessitam demolir o edifício rapidamente, com poucos trabalhadores e equipamentos. O único caminho é arriscar suas vidas como mostra o vídeo.

Vídeo:
Este edifício está sendo demolido após ficar abandonados no centro de Pequim por 10 anos.
A demolição está sendo feita por uma equipe pequena, com 6 retroescavadeiras, trator e algumas ferramentas manuais.
A segurança do trabalhador não é um fator para concluir o projeto em tempo e dentro do orçamento.
Todos os dias os trabalhadores em Pequim arriscam suas vidas por um pequeno salário e terríveis condições de vida e de trabalho para terminar as obras para as Olimpíadas


Comentário:
Já vi coisas absurdas na construção civil, mas essa não dá para acreditar. Uma retroescavadeira colocada no topo do edifício executando a demolição. O cenário parece um filme. Os trabalhadores aparecem atores, não dá para acreditar que é real e não é um filme. O conformismo com o perigo é real e a aceitação da fatalidade é normal para esses trabalhadores. Juntando tudo isso com a falta de política de segurança da empresa, os trabalhadores tornam-se vulneráveis a acidentes fatais no trabalho.
O trabalhador chinês lembra muito o trabalhador braçal brasileiro, começa a vida muito cedo no campo, como trabalhador agrícola, marcado por um conjunto de adversidades, durezas, inerentes ao trabalho rural. A incerteza e precariedade do trabalho agrícola traçam o perfil desse tipo de trabalhador.
Quando vem para a cidade, com baixa escolaridade e falta de qualificação são submetidos ao trabalho nas condições que oferecem as construtoras.

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quarta-feira, agosto 26, 2009

Kaizen: mostra como obter ganhos na melhoria contínua

Em vez dos custosos e nem sempre seguros métodos de reengenharia ou de reinvenção de processos empresariais, um pouco fora de moda nos últimos tempos, o método Kaizen propõe medidas simples para a melhoria contínua com foco em resultados.
Na visão de Masaaki Imai, fundador e principal executivo do Kaizen Institute, o principal lugar de uma empresa é o "gemba", termo popular japonês para os locais onde o produto é desenvolvido (laboratórios), produzido (chão de fábrica) e os serviços realizados (loja de revenda, assistências técnicas e locais onde o consumidor é atendido).

Imai, critica os gerentes que não gostam de ir ao "gemba" e ficam atrás da mesa recebendo informação em forma de relatórios. "Essas descrições não são a realidade, mas o julgamento de alguém que pode até fabricar a verdade", alfineta Imai.

Ele acredita que, se há uma anormalidade, o gerente e até mesmo o próprio dono, precisam estar no local para julgar em tempo hábil e encontrar uma solução.

A idéia de levar dirigentes para o chão de fábrica é apenas uma das propostas do "Kaizen". Kai, em japonês, significa mudança e Zen, para melhor. Juntas, significam melhoria contínua e dão nome ao método, com ganha jeito de filosofia de gestão. A fórmula é simples: "Todos fazem um pouco a todo momento".

Seus princípios não são menos singelos. Se acontecer alguma anomalia, o gerente deve ir para o "gemba" e estar sempre verificando os bens tangíveis como máquinas, materiais, produtos com problemas e condições de segurança. "Faça análise, cheire, prove, leve para casa o produto rejeitado e você terá melhor compreensão do problema", ensina Imai, com a experiência adquirida em seus 72 anos, divididos entre a atuação em empresas e consultoria.

O "senhor Kaizen", como se apresenta Imai, prega a checagem periódica de produtos e a discussão do problema na fábrica, para assim remover sua causa pela raiz. Feito isso, é possível padronizar algumas ações e prevenir novos conflitos. "A checagem é o princípio mais importante", ressalta.
Não há restrição de setor. Hoje adotam seus princípios desde a indústria automotiva até processos bancários, educativos e governamentais. Para que a metodologia obtenha sucesso, ele destaca a importância da participação de todos, da base ao topo da pirâmide.

"O pessoal do ‘gemba’ é muito conservador e a tendência de voltar à maneira antiga é muito grande", afirma. "Quando a alta gerência toma iniciativa, os outros copiam." Imai cita o exemplo do presidente de uma pequena empresa indiana que produz jarras de plástico, fiel seguidora dos princípios do método há sete anos. Lá, é comum ver o presidente entre seus funcionários limpando o chão da fábrica.

"Ele está envolvido no processo diário do gemba e isso se tornou um hábito", diz Imai. Outra proposta do Kaizen é a otimização de espaço e trabalho. Jogar fora tudo que não precisa: máquinas velhas, estoque inservível. "Dê uma olhada no ‘gemba’ e coloque uma fita vermelha no que você acha desnecessário.
Se não houver um bom motivo para ficar, tire, ensina Imai. Além disso, todo item deve ter seu próprio endereço para ser localizado. São medidas simples como desenhar o formato das ferramentas onde elas devem ser guardadas, indicar com marcações no chão os passos a serem seguidos ou ainda colar fitas adesivas em arquivos.

O local de trabalho e os equipamentos devem ser limpos constantemente para evitar defeitos e, no processo, podem ser descobertos problemas. "Se o operador limpa e mantém seu equipamento, o pessoal da manutenção ganha tempo para se dedicar à previsão e design de novas máquinas", diz.

Com as melhorias, estabelece-se o padrão a ser seguido. "A autodisciplina e a força de trabalho treinada são os benefícios mais importantes do método", ressalta Imai. Mas o processo precisa ser contínuo e o gerente tem que dar apoio todos os dias. Fácil não é, mas mais simples impossível.

Princípios do Kaizen Procedimentos simples asseguram melhoria contínua
■Quando acontecer alguma anomalia, vá ao gemba (chão de fábrica)
■Verifique bens tangíveis (máquinas, falhas, produtos rejeitados, condições de segurança)
■Faça checagens temporárias do produto e discuta seus problemas no próprio local de produção
■Remova a causa do problema pela raiz
■Padronize para prevenir problemas

Fonte: Masaaki Imai

Comentário:
Quando inspecionamos riscos, inúmeras vezes deparamos com empresas, cujos responsáveis pela área de segurança e de incêndio, alegam durante essas auditorias os motivos pelos quais as irregularidades foram encontradas e relacionamos algumas:
■Os extintores estão vencidos. Estamos providenciando a recarga
■Falta de manutenção da rede de hidrantes. Quando testamos jorra água salobra e até encontramos caixas de marimbondo nos abrigos das mangueiras. Os responsáveis alegam estamos providenciando treinamento ou aquele hidrante específico não é muito utilizado
■Empilhamento excessivo de produtos. O empilhamento é provisório
■Falta de limpeza. Excesso de produção

Utilizando o método Kaizen vários dos problemas da área de segurança e de incêndio seriam solucionados. Não esqueçamos que a gestão de riscos faz parte integrante da qualidade total
Lembrando que melhoramento contínuo não é um programa estático e sim dinâmico é como pedalar bicicleta, quanto mais você pedala, maior é a estabilidade e segurança da bicicleta, porém se você parar, você cairá.

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segunda-feira, agosto 24, 2009

Motorista atropela cavalo

Animais na pista são sempre um perigo nas estradas e a cena é mais comum do que se imagina. O problema precisa de muita atenção das autoridades. Mas na maioria das vezes não é possível localizar os donos desses animais.

A Avenida Brasil é uma das principais vias da Região Metropolitana do Rio de Janeiro e o motorista não pode ser surpreendido por animais cruzando as pistas.

Bombeiros no local
Os bombeiros estavam sinalizando o local para evitar o acidente, mas aconteceu o atropelamento. O motorista, Thiago, foi socorrido pelos bombeiros e foi levado para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, no subúrbio, mas teve alta pouco depois. O cavalo morreu na hora.
Thiago quebrou três dentes e, depois de medicado no hospital, se recupera em casa. "A minha última lembrança é da saída da festa. Só fui acordar mesmo aqui em casa. Forçando a memória, tenho pequenos flashes do hospital", ele disse, e afirmou já ter visto animais na pista no local outra vezes.

Um outro flagrante de acidente provocado por animais soltos, também na Avenida Brasil, foi feito em março de 2008. Uma vaca invadiu a pista na altura de Campo Grande, na Zona Oeste. O motorista conseguiu desviar, mas depois, a vaca voltou ao asfalto e foi atropelada. O forte impacto destruiu a frente do carro. O motorista teve ferimentos leves.

Fonte: G1, no Rio - 24 de agosto de 2009

Comentário
Segundo informações da polícia, o motorista não estava usando o cinto de segurança no momento do acidente, pois ele foi retirado do carro do banco do lado do motorista.
Nota-se no vídeo que o procedimento adotado pelos bombeiros para retirada do motorista foi inadequado. Retiraram o motorista de qualquer jeito, sem adotar procedimentos de resgate, pois caso ele tivesse com lesão na coluna, poderia ter agravado pelo método usado, sem qualquer cuidado (falta de imobilização).
O motorista teve sorte, pois devido à velocidade o impacto com o cavalo jogou-o para frente e o carro saiu lateralmente desgovernado. Há casos em que o cavalo é jogado no ar, o veiculo continua em linha reta e o animal penetra pelo pára-brisa, atingindo gravemente ou matando o motorista e o acompanhante.

Dados de alguns animais
Cavalo: altura média - 1,50m a 1,60 m; peso médio - 330 kg a 550 kg
Vaca: altura média - 1,25m a 1,47m, peso médio - 330 kg a 550 kg...
Boi: altura média - 1,45m a 1,50n, peso médio 260 kg

Estimativa de impacto de um veiculo de 900 kg com um cavalo de 350kg
Adotando a velocidade do veiculo: 80 km/h
Velocidade pós-impacto: 58 km/h
Impacto equivalente em toneladas: 2 toneladas

Energia envolvida na colisão:
Energia cinética antes do impacto: 222 kJ
Energia cinética após impacto: 323 kJ
Perda de energia cinética durante o impacto: 101 kJ
Força média atuando na colisão: 128 kN

À medida que o tamanho do animal atropelado aumenta, as conseqüências são mais graves para o motorista, chegando até a morte.

Dicas para o motorista para evitar o atropelamento, que podem provocar conseqüências graves:

1-Atenção redobrada a noite: Vários animais possuem pelagem escura, que dificulta o campo de visão do animal. É o período no qual há maior frequência de animais na pista.
2- Tentar reduzir a velocidade, mas não sem antes observar pelo retrovisor se o carro que vem atrás está a uma distância segura, ou seja, de dois segundos;
3- Mantenha sempre uma distância segura do veículo da frente;
4- Respeite os limites de velocidade da rodovia;
5- Evite atitudes que possam assustar o animal, como, por exemplo, buzinar, passar em alta velocidade, ligar o farol alto. Isso pode paralisar o animal, piorando ainda mais a situação.
6-Se possível e necessário, ultrapasse um animal parado na pista por trás, que é por onde eles possuem menor velocidade de reação.
7-Caso você veja um animal na estrada, alerte quando possível os motorista que vêm no sentido oposto desta maneira: Pisca o farol alto, estenda a sua mão levemente, e ponha 4 dedos para baixo-Teoricamente, isto significa que há animais na estrada.
8-Caso os animais que estejam ameaçados de atropelamento sejam de pequeno porte, como cachorros, você pode desviar bruscamente, ou frear, mais sempre cheque pelo retrovisor se você têm condições de fazê-lo.
9-Sempre comunique a presença de animais na estrada para a concessionária responsável, ou para o posto policial mais próximo,
10- Fique atento às rodovias que têm canteiros centrais;
11- Redobre a atenção quando há placas indicando a existência de animais silvestres na região;
12- Quando o acidente envolvendo um animal de grande porte como um cavalo ou uma vaca não pode ser evitado, a dica é evitar pegá-lo de frente para que ele não voe em direção ao capô. No entanto, quando a via tem mão dupla ou o motorista trafega na pista do meio, deve tomar cuidado para não colidir com outro veículo;
13- Freie assim que ver o animal e solte o pedal do freio no ato da colisão, caso seja inevitável, para que o peso se concentre na parte dianteira do carro, evitando assim que o carro fique desgovernado. Fontes: Autoban, Detran, Centro de Formação Condutores Volante e Polícia Rodoviária Federal.

Vídeo:
Uma equipe da TV Globo flagrou quatro cavalos que estavam na pista central, no sentido Centro, altura de Guadalupe. Um motorista que passava pela via acabou atingindo um dos animais.

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sexta-feira, agosto 21, 2009

Raio mata 21 vacas no Rio Grande do Sul

Uma descarga elétrica matou 21 vacas em uma propriedade localizada no interior do município de Lagoa dos Três Cantos, no norte do Estado do Rio Grande do Sul. As vacas de leite de raça holandesa estavam em um piquete, confinadas com outros 149 animais.
De acordo com o proprietário, Paulo Mariani, uma tempestade teria atingido a região por volta das 23h de domingo, 16 de agosto de 2009.Foi neste momento, acredita o produtor, que um raio atingiu o local onde estavam as vacas. Os animais estavam próximos a uma cerca elétrica quando foram os atingidos.

Morte excessiva
Segundo o professor de Medicina de Grandes Ruminantes da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, João Batista Souza Borges, é normal alguns animais morrerem por descargas elétricas, mas o número de animais mortos chama a atenção:
O fato é bastante comum, mas a quantidade de animais mortos foi muito grande. O máximo que eu já tinha ouvido falar é de cinco animais mortos por uma mesma descarga elétrica. Segundo João Batista, o raio pode ter atingido um ponto próximo às vacas ou a cerca:. Se o raio atingiu a cerca, ele pode ter caído longe de onde estavam as vacas e a descarga atingiu os animais que estavam perto da cerca, ainda mais se o piso estivesse molhado.

Descarga pode percorrer até 200 metros no solo
Segundo o coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Osmar Pinto Júnior, a hipótese mais provável é que, após cair na terra, a descarga se espalhou até atingir o arame – um raio pode percorrer até 200 metros pelo solo. Mesmo que não fosse elétrica, a cerca teria conduzido a descarga por ser de metal. Se um animal ou até mesmo uma pessoa estiver perto de uma cerca que conduz uma descarga elétrica, ela também será atingida. A energia se propaga por alguns metros antes de se dissipar pelo solo, explica Osmar Pinto

Prejuízos
A Granja Santa Clara é um centro de excelência encravado no Alto Jacuí. Com tradição em pecuária leiteira, tem na atividade uma história de 15 anos.
Destinadas à produção leiteira, os exemplares produziam individualmente 35 litros de leite por dia em média. Cada animal valia R$ 3,5 mil (2.000 dólares) em média, causando um prejuízo de aproximadamente R$ 70 mil (35.000 dólares) ao criador

Fonte: Zero Hora - 17 de agosto de 2009

Comentário:
Podemos agrupar as quedas de um raio em quatro tipos.

Primeiro tipo. Ataque direto
Quando uma pessoa ou alguma coisa que ela está segurando é atingida, é um ataque direto. A corrente do raio entra pela cabeça ou pela parte superior do tronco passando através do corpo para o chão através dos pés.
Se várias pessoas estão de pé muito juntas mais de uma pode ser atingida. Segundo cálculos feitos, a corrente sobe rapidamente até um pico de 1.000 A (ampéres), caindo imediatamente e, cerca de 10 microssegundos do começo, alcança 4A, conservando‑se esse valor pela duração da descarga.
A ocorrência de uma centelha externa amplamente evidenciada, é confirmada nos relatos do acidente. Se ela ocorre fora do corpo ou através ou na parte externa da roupa, o cabelo e a barba podem ficar chamuscados.
Pode haver marcas de queimaduras na sola dos pés e também nas roupas, e estas podem incendiar-se. Metais sobre o corpo, podem fundir provocando queimaduras. Se a centelha passa entre a roupa e o corpo, a corrente fluindo sobre a superfície da pele, pode converter o suor e a umidade da pele em vapor e, em conseqüência, a pressão resultante pode arrancar fora e as botas.

Segundo tipo de queda de raio é a centelha lateral.
Gráfico: Centelha lateral de uma cobertura ondulada de ferro, isolada do chão por uma estrutura de madeira seca. Quando um raio cai nas proximidades, o efeito das capacitâncias elétricas representadas por Cl e C2, é fazer elevar a cobertura a um potencial V2, em relação à terra, igual a VlCl(Cl-C2). A diferença de potencial entre a cobertura e a cabeça do ocupante do abrigo, pode se tornar suficientemente alta para provocar uma centelha sem que o abrigo seja atingido.

É mais claramente compreendida considerando-se o que acontece quando alguém está abrigado sob uma árvore e esta é atingida por um raio.
Estando em pé no chão, a pessoa está inicialmente no potencial terra. Contudo, como a corrente do raio descarregada sobre tronco pela árvore abaixo aumenta, a voltagem cai para a parte inferior do tronco que pode ter uma resistência de alguns quiloohms, podendo se tornar maior do que a força elétrica de ruptura do espaço de ar entre a pessoa e o tronco. Uma centelha lateral ocorre então através das vítimas.
Gráfico: Centelha lateral do tronco de uma árvore provocada par um raio. Primeiro, a corrente flui através do tronco. A resistência elétrica do tronco, entre a solo e a cabeça de uma pessoa de pé, perto do tronco, pode ser de alguns quiloohms. A formação da corrente através dela, pode descer pela parte inferior do tronco, para exceder a força de ruptura elétrica do ar entre o tronco e a vítima. Nessa etapa ocorre uma centelha lateral.

O terceiro tipo de queda de raio é a voltagem escalonada.
Se o raio cai em chão aberto, seja diretamente ou através de um objeto alto, como uma árvore ou um poste, a corrente é descarregada na massa da terra.
Num solo acidentado, a distribuição da corrente produz diferentes voltagens de acordo com a distancia do local da queda. Uma pessoa ou um animal andando ao longo de um raio do ponto da queda, sofrerá uma diferença de potencial entre as pernas.
Gráfico: Tipo comum de corrente (a) num solo uniformemente constituído, originada por um raio caindo em campo aberto. A curva da distribuição do potencial (b) mostra como uma voltagem "escalonada" se desenvolve entre as pernas de um homem ou de um animal de pé nas vizinhanças
O quadrúpede tem mais probabilidades de morrer disso, do que os humanos, porque a corrente, fluindo entre as pernas dianteiras e traseiras, atravessa o coração, enquanto que no homem, a passagem e de uma perna para outra e o coração escapa.

O quarto tipo de queda é o da voltagem de contacto, chamado também às vezes, de potencial de toque.
Pode ser considerado como um caso particular de centelha lateral, no qual a vítima, no momento em que o raio cai, faz realmente contacto. numa experiência pessoal.
Fonte: W. R. Lee - Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE)

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quarta-feira, agosto 19, 2009

Motorista fica presa em ponte levadiça nos EUA

As autoridades do condado de Door de Wisconsin (EUA). County estão tentando compreender como uma motorista ficou perto do topo do braço leste da ponte levadiça Maple-Oregon localizada na Baia Sturgeon, depois que os braços da ponte foram levantados num ângulo de 45 graus.

As fotos de um carro precariamente parado quase no topo de uma ponte levadiça em posição descendente circularam na internet na sexta-feira, enquanto autoridades tentavam encontrar a mulher que dirigia o carro.

“Esse carro foi subindo, semelhante a um passeio pela montanha russa Great America. Aparentemente, o operador da ponte percebeu, abaixou a ponte e depois de uma breve conversa, ela seguiu com segurança seu caminho”, disse o policial Capitão Arleigh Porter.

O incidente aconteceu aproximadamente às 18 h de quinta-feira, 13 de agosto de 2009, mas a polícia apenas tomou conhecimento, após os jornalistas começarem a ligar para confirmar a autenticidade das fotos. “No começo pensamos que alguém por brincadeira usou o Photoshop. É realmente incrível. Parece ser um erro humano", disse Porter.

A polícia disse que estava esperando que a motorista entre em contato com eles. “Ela não tem nenhum problema. Apenas queremos conversar com ela e descobrir como isso aconteceu para que possamos ter certeza de que isso não aconteça novamente. Quero perguntar-lhe o que se passava na sua mente e como ela conseguiu frear o carro na descida, disse Porter.

Fonte: Journal Sentinel - Aug. 14, 2009

Comentário:
Como o erro humano ou falha humana apresenta múltiplas variáveis? O uso de tecnologia facilita a locomoção do ser humano, mas a velocidade com que determinadas ações devem ser processadas aumentam a probabilidade de falha humana.
Nesse caso, quem cometeu o erro? O operador da ponte que não percebeu a motorista na ponte? Ou a motorista ultrapassou ou não percebeu a sinalização de parar? E a policia, parece‑me, que tem noção, o que é a prevenção? Pois está esperando o contato da motorista, para descobrir como ocorreu o incidente para que não ocorra novamente.

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terça-feira, agosto 18, 2009

Piloto de rally atropela cavalo durante a corrida

A imagem é impressionante. O carro do piloto Federico Villagra, chocou-se com um cavalo durante o rally e o jogou no ar.
Foi na província do Rio Negro, durante a primeira etapa da tradicional corrida, pela sexta corrida do Campeonato Argentino de Rally.
A dupla participava do rally "Vuelta de la Manzana", quando, na etapa corrida, se deparou com três cavalos pela frente; mas um deles foi atingido pelo Mitsubishi. O piloto conseguiu desviar de um cavalo, mas chocou-se com outro cavalo do lado do navegador.
O piloto perdeu mais de 30 segundos com o acidente que afetou a parte dianteira de seu carro, mas conseguiu chegar ao final do trecho de Cervantes, onde teve que controlar um princípio de incêndio no carro.
Apesar de todos os problemas conseguiu chegar ao local de atendimento, onde sua equipe reparou as partes danificadas do veiculo.
"Foi incrível, vinha em quinta marcha, pisando fundo e encontrei três cavalos. Acertei um de cheio, jogando no ar e bateu no párabrisa do lado do navegador. A verdade tivemos sorte de não ter atingido a gente, o golpe, foi terrível", disse Villagra.
Na segunda parte da primeira etapa, começou uma espetacular recuperação que o levou do oitavo ao segundo lugar, mas o carro teve problema elétrico e teve de abandonar a corrida.
Cavalo sacrificado
O animal foi atingido pelo carro a 140 km/h.O cavalo precisou ser sacrificado depois da constatação de que suas lesões eram sérias demais para tentar um tratamento.

Fonte: Crónica de San Luis - 17 de Agosto de 2009

Vídeo:
Mostra o impacto do cavalo no carro


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domingo, agosto 16, 2009

Túnel - Ensaio em escala real de incêndio

O Centro Experimental “San Pedro de Anes”, está instalado numa área de 142.000 m2, na região de Astúrias, Espanha.
As situações de fogo e ventilação em túneis são criadas mediante ensaios em escala real em um túnel experimental.
O vídeo mostra o comportamento. do fogo em um túnel, que tem algumas características de espaço confinado. O vídeo é extremamente interessante.

Verificar com mais detalhes sobre o Túnel
http://zonaderisco.blogspot.com/2008/08/tnel-para-estudos-experimentais-de.html


Vídeo

Proyecto de I+D+i para determinar la potencia de incendio en un túnel from Euroestudios on Vimeo.

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quarta-feira, agosto 12, 2009

Uso excessivo de computador pode provocar fotofobia

A hipersensibilidade à luz é cada vez mais comum em pessoas que passam horas em frente à tela do computador. Conhecida como fotofobia, essa intolerância prejudica a qualidade de vida do indivíduo, além de provocar desconforto e, eventualmente, enxaqueca, alerta Wilmar Silvino, oftalmologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

Agente causador
O agente causal da fotofobia não é o computador, mas a permanência excessiva diante da tela faz com que doença se manifeste. A fotofobia pode, também, ocorrer como resultado de alterações do sistema ocular e de outros sistemas.
As alterações mais freqüentes que levam à fotofobia são;
■ dores de cabeça frequente,
■ noites mal dormidas,
■ uso de óculos inadequados e
■ tarefas que exigem atenção ocular para perto como, por exemplo, a utilização de computadores

Uso excessivo de computador
No caso do uso excessivo do computador é importante que a pessoa faça intervalos de alguns minutos a cada duas horas e também a necessidade de a tela do equipamento ficar na altura do nariz com distância de 50 centímetros do aparelho. Com o esforço em frente à tela do monitor, a pessoa pisca menos, o que diminui a lubrificação dos olhos. Piscando menos, os olhos ficam secos por evaporação excessiva da lágrima, diz o médico Wilmar Silvino.

Riscos da doença
Pessoas de pele ou olhos claros podem apresentar a fotofobia por falta de melanina e devem tomar mais cuidado, usando diariamente óculos de lentes escuras, principalmente em locais ensolarados.
De maneira geral a doença pode comprometer a rotina do individuo, impedindo-o de fazer atividades como dirigir, caminhar durante o dia, tomar sol, assistir TV, trabalhar em frente à tela do computador, entre outras.

Tratamento
O tratamento para a fotofobia é variável, pois depende da causa que a gerou. Em casos originados a partir de doenças, é importante tratá-la o quanto antes. Mas há casos em que não há nenhum tipo de doença e sim um excesso de sensibilidade. "Quando isso acontece é fundamental que a pessoa se habitue à claridade ou utilize lentes/óculos que protejam os olhos contra a claridade", finaliza o médico.

Veja abaixo algumas dicas para se prevenir contra a fotofobia:
■ Faça um descanso de 10 minutos a cada uma hora de trabalho.
■ Evite colocar o monitor em uma posição em que alguma janela fique de frente para seu olhar.
■ Use o monitor do computador abaixo da linha do horizonte de visão.
■ Pessoas com predisposição devem usar lágrimas artificiais (colírios) ou umidificar o ambiente.
■ Mantenha uma distância de 50 cm da tela do monitor.
■ O uso de lentes de contato pede lubrificação extra dos olhos

Fonte: WNews Tecnologia- 03 de agosto de 2009

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sábado, agosto 08, 2009

iPhone pega fogo e destrói banco do carro

Foi noticiado na Europa que um iPhone 3G pegou fogo, estava no assento do passageiro de um carro, de acordo com iPhoneclub da Holanda.
O dono do iPhone, Pieter, mora na cidade holandesa de Leiden, disse que deixou seu iPhone no carro e retornou poucos minutos depois e viu que seu iPhone pegou fogo e destruiu completamente o assento do banco do carro de passageiro. Quando ele deixou o iPhone, ele estava no Belkin hard, no modo stand-by (espera) e não estava ligado ao carregador.

Após o incidente, Pieter comunicou a Apple, e a operadora T-Mobile, representante exclusiva nos Países Baixos, mas as empresas se recusaram a assumir a responsabilidade sobre o incidente.

Isto é apenas uma das muitas vezes, que um dispositivo móvel Apple relatado que pegou fogo. Após o incidente, em Novembro de 2008 que resultou em queimadura causada por um iPod shuffle (tocador de música), uma empresa com o nome de KIRO 7 iniciou uma investigação e descobriu mais de 800 páginas que cobrem 15 diferentes tipos de incêndio de 2005-2008. Nestes casos, a Apple parece ter a mesma abordagem, alegando desconhecimento sobre esses problemas. Quando contatados por clientes.

Em alguns casos, no entanto incidentes resultaram em possíveis ações judiciais para Apple, uma delas ocorreu em março de 2009, quando uma mãe tentou processar a Apple, após iPod touch aparentemente pegou fogo no bolso da calça de seu filho de 15 anos, queimando a perna e causando sofrimento físico e mental.
Outros casos adicionais, como no Japão, onde, em agosto de 2008, dois iPod nanos, sobreaquecidos queimou um suporte de palha e papel, que estavam próximos. Em março de 2008, um iPod nano começou a estourar e soltar faíscas.

A fim de lidar com algumas dessas situações a Apple publicou comunicados para resolver problemas físicos herdados nas baterias de dispositivos eletrônicos, bem como forneceu um conjunto de orientações para o iPhone e iPhone 3GS, para ajudar os usuários a evitar sobreaquecimento de seus dispositivos móveis. Recentemente foram adicionadas orientações que fornecem informações sobre as temperaturas que deverão ser operados os aparelhos e inclui uma mensagem de aviso que irá aparecer se o iPhone superaquecerá.

Recentemente, o novo dispositivo da Apple, o iPhone 3GS, foi alvo de uma polêmica em sites e fóruns na internet. Segundo o site da revista Wired, o smartphone da Apple é "quente" --tão quente que possibilita "ser usado para tostar pão", afirmou a publicação. À época, a informação também foi dada pela revista "PC World".

Fontes: Ipodnn - July 30th, 2009 e Folha Online - 31 de julho de 2009

Comentário:
Não existe tecnologia sem risco. Os fabricantes vendem a ilusão que os produtos são extremamente seguros, mas em que condições?

Como em geral quase ninguém lê manual técnico de produto, o manual da Apple “Guia de Informações Importantes sobre o Produto” tem algumas recomendações de segurança interessantes:
RISCO DE SUFOCAÇÃO
O iPhone contém peças pequenas, que podem constituir um risco de sufocação para crianças pequenas. Mantenha o iPhone e os respectivos acessórios longe das crianças pequenas.
MOVIMENTOS REPETITIVOS
Movimentos repetitivos, como digitar ou jogar no iPhone podem causar um desconforto ocasional nas mãos, braços, ombros, pescoço ou outras partes do corpo. Faça intervalos frequentes, se o desconforto perdurar durante ou depois da utilização, interrompa a utilização e consulte um médico.
ATMOSFERAS POTENCIALMENTE EXPLOSIVAS
Desligue o iPhone (mantenha premido o botão Pausa/Reativar e depois deslize o nivelador que aparece na tela), quando se encontre numa área com uma atmosfera potencialmente explosiva. Não carregue o iPhone, e cumpra todos os avisos e instruções. As faíscas nessas áreas poderão causar uma explosão ou um incêndio, resultando em ferimentos graves ou até mesmo em morte.
As áreas com uma atmosfera potencialmente explosiva estão frequentemente, mas nem sempre, bem assinaladas. Entre as áreas potenciais incluem-se:
■ áreas de abastecimento de combustível (como estações de serviço);
■ porão em navios;
■ instalações de armazenamento ou transferência de combustíveis ou produtos químicos;
■ veículos que utilizem gás liquefeito de petróleo (como propano ou butano);
■ áreas onde o ar contenha substâncias químicas ou partículas (como grão, poeiras, ou pós metálicos); e
■ qualquer outra área onde normalmente recomenda desligar o motor do veículo.
PARA VEÍCULOS EQUIPADOS COM AIRBAG
Um airbag é insuflado com uma força enorme. Não armazene o iPhone nem os respectivos acessórios na área sobre o airbag ou na área de disposição do airbag.
INTERFERÊNCIA POR RADIOFREQUÊNCIA
As emissões de radiofrequência de equipamentos eletrônicos podem afetar negativamente a operação de outros equipamentos eletrônicos e causar um funcionamento irregular.
Apesar de o iPhone ser concebido, testado e fabricado de forma a cumprir os regulamentos que controlam a emissão de radiofrequência em países como
os Estados Unidos, Canadá, União Européia e Japão, os transmissores sem
fios e circuitos elétricos no iPhone podem causar interferências com outros
equipamentos eletrônicos.
Por conseguinte, deverá tomar as seguintes precauções:
■ Aviões
A utilização do iPhone poderá ser proibida quando viajar de avião. Para mais informações sobre como utilizar o Modo de Avião para desligar os transmissores sem fios do iPhone, consulte o Guia do Utilizador do iPhone.
■ Veículos
As emissões de radiofrequência do iPhone podem afetar os sistemas eletrônicos instalados nos veículos com motor. Consulte o fabricante ou o seu representante relativamente ao seu veículo.
■ Pacemakers (dispositivo que estimula o coração regulando o ritmo cardíaco)
A Associação Norte-Americana de Fabricantes do Setor da Saúde recomenda que seja mantida uma distância mínima de 15 cm entre um telefone portátil sem fios e um pacemaker, para evitar possíveis interferências.
Pessoas com pacemakers:
■ Devem manter sempre o iPhone a mais de 15 cm do pacemaker, quando o celular está ligado
■ Não deverão transportar o iPhone no bolso frontal
■ Devem usar a orelha oposta ao pacemaker para minimizar a possibilidade de interferência
Se tiver algum motivo para suspeitar de que existe interferência, desligue o iPhone imediatamente.
APARELHOS AUDITIVOS
O iPhone pode interferir com alguns aparelhos auditivos. Se isso acontecer, consulte o fabricante do aparelho auditivo ou o seu médico para se informar sobre alternativas ou recursos.
Outros dispositivos médicos Se utilizar qualquer outro dispositivo médico pessoal, consulte o fabricante do dispositivo ou o seu médico para determinar se está protegido adequadamente contra emissões de radiofreqüência do iPhone.
INSTALAÇÕES DE SERVIÇOS DE SAÚDE
Os hospitais e as instalações de serviços de saúde podem utilizar equipamento particularmente sensível às emissões de radiofrequência externas. Desligue o iPhone quando esse procedimento lhe for instruído pelo pessoal de serviço ou por avisos afixados nesses locais.
ÁREAS DE DETONAÇÃO E INSTALAÇÕES COM AVISOS
Para evitar interferir com operações de detonação, desligue o iPhone quando se encontre numa “área de detonação” ou em áreas com avisos de “Desligue rádio bidirecional”.
Cumpra todos os sinais e instruções.

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quarta-feira, agosto 05, 2009

Lembranças do pesadelo atômico


Japoneses rezam pelas vítimas da bomba atômica de Hiroshima. Entre 6 de agosto e 31 de dezembro de 1945, 140 mil pessoas morreram por causa da bomba que caiu em Hiroshima
A cidade japonesa de Hiroshima lembrou nesta quinta-feira os 64 anos do primeiro bombardeio atômico do mundo, lançado contra a cidade em 6 de agosto de 1945 e que deixou 70 mil mortos. O prefeito de Hiroshima aproveitou a ocasião para pedir a abolição por completo das armas nucleares até 2020. Cerca de 50 mil pessoas, incluindo os sobreviventes da bomba nuclear, participaram na cerimônia no monumento dedicado aos milhares mortos pelo ataque americano, que acumulou vítimas ao longo dos anos como efeito da radiação.

Os bombardeios de Hiroshima e Nagasaki são consideradas entre os principais e mais importantes eventos da história mundial. Entre 6 a 9 de agosto, as pessoas ao redor do mundo se lembrarão dos bombardeios atômicos de Hiroxima e Nagasaki. Estas comemorações mundiais e especialmente em Hiroshima e Nagasaki, significaram os primeiros passos na era nuclear, no final da II Guerra Mundial.
As duas bombas dizimaram duas cidades, provocando a mortandade de centenas de milhares de seres humanos e ao advento do envenenamento de radiação que matariam milhares e milhares de pessoas a cada ano. Os bombardeios de Hiroshima e Nagasaki significaram toda uma nova expressão da guerra e da violência: o terror e a guerra total.


Depoimentos de dois imigrantes japoneses. Eles são "hibaku-shá", vítimas da bomba atômica, vieram para o Brasil na onda da imigração japonesa. Eles contam lembranças do terror das explosões atômicas, as únicas lançadas sobre a humanidade.

A foto à esquerda mostra o degrau de pedra da entrada principal do Banco Sumitomo, distante 250 m do epicentro da explosão.
Acredita-se que uma pessoa estava sentada no degrau olhando em direção ao epicentro, provavelmente esperando a abertura do banco.
Devido aos raios de calor com temperatura acima de 1.000 graus centigrados ou mais, a pessoa foi incinerada na pedra. Até 10 anos após a explosão, a sombra permaneceu claramente sobre a pedra, mas a exposição a chuva e o vento foi gradualmente descorando. A pedra foi removida e está preservada no Museu Memorial Hiroshima Peace.

"Corpos foram incinerados no quintal"
Três dias já haviam se passado desde que a bomba atômica caíra em Hiroshima e ninguém em Nagasaki sabia ao certo o que ocorrera. Aos 9 anos, Nobuaki Honda brincava no quintal de casa às 11h02 de 9 de agosto de 1945 quando ouviu o vôo rasante de um avião.
O som foi seguido de um clarão, acompanhado de um estrondo, que Honda e irmãos pensavam ser um terremoto. Na seqüência veio o deslocamento de ar, que destelhou a casa de madeira e jogou tatames e móveis a distância.
Veio o aviso para a fuga ao abrigo subterrâneo. "Depois de algumas horas, os feridos, queimados em carne viva, pele rasgada, couro cabeludo derretido, começaram a chegar à caverna. Não dava para saber se era homem ou mulher."
Mães traziam filhos mortos nas costas. Para Honda, essa imagem foi o pior do terror. Ao entardecer, outro alerta dava conta de que era perigoso ficar no subsolo. A fuga agora era para as montanhas.
Honda passou dois dias dormindo num cemitério, ao lado de corpos chamuscados, que podiam ser parentes ou amigos. "Não era possível saber."
Depois de dois dias, Honda voltava para casa. Com a ajuda dos irmãos (ele era o mais velho), limpou tudo e tentou voltar às atividades normais.
Havia dezenas de corpos jogados no quintal que antes servira de playground. A prefeitura fez ali mesmo uma vala comum.
"Esse foi o meu maior medo. Os corpos foram incinerados ao lado de casa." Honda saiu pela cidade na busca de parentes. Não achou ninguém, apenas corpos e pedaços de corpos irreconhecíveis.
Hoje aos 72 anos, Honda não traz seqüelas da explosão. Tem arritmia cardíaca, que os médicos não relacionam à radiação.
Veio ao Brasil trabalhar na criação do bicho-da-seda, mas comprou e vendeu ovos e ainda foi peixeiro. Hoje é aposentado, campeão de karaokê e não tem filhos. Não é difícil entender o porquê.
Foto de uma jovem, tirada em outubro de 1945. Ela estava distante de 1,6 km do epicentro da explosão.

"As pessoas fugiam como baratas tontas"
O sol brilha alto -é verão no Japão-, mas Hiroshima está escura como a noite. O ar pesado da nuvem radioativa é sufocante, e o calor que emana da flama branca e incandescente vaporizava os japoneses vivos na morte. O cheiro doce de seres humanos crestados embrulhava o estômago de Shunji Mukai, 15. Ele vomita.
A apenas 1,5 km do local da explosão, Mukai estava na escola às 8h15 de 6 de agosto de 1945. Havia 2.000 alunos. As aulas começavam às 8h. A escola, na verdade, disfarçava uma indústria bélica.
A família Mukai era de seis irmãos, além de pai e mãe. A casa deles ficava a cem metros do centro da explosão, mas às 8h15 só os pais estavam lá.
À queda da bomba, perdeu os sentidos. Ficou desacordado até ser resgatado. "Quando percebi o estrondo, já estava no chão." O grupo saiu dos escombros ferido e estonteado, com sangue a correr dos olhos, da pele e do nariz.
"Todos começaram a fugir como barata tonta", diz Mukai, olhos marejados pela lembrança.
A primeira reação, diz Mukai, foi a de ir na direção de casa, mas as construções em fogo, atiçado pelo vento, o fizerem recuar. A saída era o mar.
Na fuga, uma chuva ácida e radioativa, "negra como lama", queimava como brasa a pele já em carne viva. Cambaleando, buscava abrigo. Roupas haviam-se convertido em farrapos ou se misturado à pele.
Na praia, foi reconhecido pelo irmão, que o levou nos braços para casa, "um monte de carvão, que se esfacelou ao ser tocado".
Alcançaram um refúgio subterrâneo, onde ficam um dia. Mukai ficou dois anos hospitalizado, com queimaduras por todo o corpo. Até hoje tem reações pela radiação na pele, que médicos não sabem decifrar. Sofre ainda de amnésia e desidratação.
Órfão, veio com todos os irmãos para o Brasil. Trabalhou num cafezal de Lins. "Até os 30 anos, pensei: que besteira que fiz. Hoje, vivo feliz."

Fontes: Folha de São Paulo - São Paulo, 24 de fevereiro de 2008

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terça-feira, agosto 04, 2009

Desastre na estrada N-VI, Madri a Corunha


O vídeo mostra um desastre entre uma motocicleta e um carro. O acidente ocorreu numa das estradas mais importantes da Espanha, Madri a Corunha, na estrada N-VI no quilômetro 58. No local existe um entroncamento de conversão de acesso e retorno, onde os carros podem ficar no meio das pistas, separadas por demarcação viária. Veja a foto ao lado.

Cenário do desastre
O carro (cor branca) estava estacionado, sai em direção a estrada para pegar a pista contrária. Ele se aproxima do cruzamento, continua a se mover e no momento que estava no meio da pista aparece um motociclista. Muito provável quando o motociclista viu o carro, ele desviou para esquerda, mas o motorista do carro continuou atravessar a pista. Houve a colisão. Muito provável o motociclista morreu.

Ação de parar
A ação de parar há uma variedade de outras ações que devem ser consideradas. Ao se defrontar com a situação, a ansiedade desencadeada provocará reações físicas, emocionais e cognitivas. Surgirão várias idéias do que fazer e como reagir frente a situação inesperada. E é preciso decidir em frações de segundos, por uma delas. O nível de ansiedade promoverá condições favoráveis ou não na busca do problema. Situações como essa ocorrem o tempo todo. São decisões que poderão promover uma solução tranqüila ou o envolvimento em acidentes.

Falha de engenharia viária e do motorista
Quando o motorista do carro sai do estacionamento para pegar a pista contrária, ele deveria parar no cruzamento (para o americano é o stop, tem de parar) e olhar o fluxo de trafego preferencial. O trânsito da estrada é preferencial.
Esse tipo de conversão viária é perigoso para os motoristas que procuram o acesso a estrada, deve calcular e reagir rapidamente em relação à velocidade de tráfego da estrada.
Existe uma falha de engenharia viária para esse tipo de conversão;
■ De um lado os veículos que estão na estrada não reduzirão as velocidades na passagem nesse local
■ E de outro lado os motoristas que estão procurando os acessos a estrada poderão atravessar em situação perigosa

Houve erro ou imprudência do motorista, mas a falha maior é o tipo de conversão viária existente no local que contribui para conversão para ambas as pistas em situações perigosas.
O correto seria uma rotatória no local para redução da velocidade dos veículos da estrada e que os motoristas possam fazer essa conversão ou retorno com maior segurança.

A substituição de um cruzamento ou acesso por uma rotatória pode ser considerado no seguinte caso: Para o aumento da segurança do tráfego em cruzamentos, nos quais repetidamente ocorrem acidentes com conseqüências graves, os quais podem ser atribuídos ao mau reconhecimento ou condições insuficientes de visibilidade.

As rotatórias podem ser uma forma apropriada de interseção a fim de que o tráfego que se interage tenha um desenrolar seguro e sem grandes contratempos.
Principalmente em estradas fora de áreas urbanizadas, as rotatórias não são, porém substitutos gerais para cruzamentos ou principalmente para acessos, mas possuem investimentos reduzidos e de fácil construção.
Na seleção da forma da interseção deve ser considerado que a característica própria de um trecho tem um significado importante para a segurança do tráfego, baseado na divisão funcional da malha viária, cruzamentos e acessos.

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domingo, agosto 02, 2009

Erro na demolição de um edifício na Turquia

A demolição de um edifício turco saiu tremendamente errado, falhou a demolição e o edifício tombou, rolou e parou.
A demolição de um edifício abandonado na Turquia quase resultou em tragédia, quando, em vez de desmoronar em direção ao solo como se esperava, ele tombou em um dos lados e rolou.
Foi um susto, pois o edifício tombado parou próximo de um prédio residencial. O antigo terreno de uma fábrica de farinha deixou uma nuvem de poeira, mas não houve vítimas. O edifício construído em 1928, surpreendentemente ainda estava de pé, mas de cabeça para baixo.

A construtora tinha intenção de reduzir em escombros o edifício de 25 metros de altura, a fim de começar a construção em um novo centro comercial.
Uma testemunha disse: "O prédio tombou como uma caixa de fósforo. Foi muito perigoso, porque podia ter atingido o prédio vizinho, mas o muro impediu isso. "

Fonte: Mail Online - 2 August 2009

Vídeo:
O vídeo mostra que a explosão falhou, o edificio tombou integralmente e rolou e parou de cabeça para baixo

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sábado, agosto 01, 2009

Tambor de solvente explode em construção em Maringá

Dois trabalhadores que trabalhavam em um canteiro de obras na Rua São João, na Vila Santo Antônio, em Maringá, ficaram feridos ao tentar abrir um tambor. O acidente aconteceu por volta das 8 horas de quinta-feira, 30 de julho de 2009.
Uso de lixadeira para cortar o tambor
Segundo o Corpo de Bombeiros, os trabalhadores utilizaram uma lixadeira para abrir o tambor de 200 litros, que apesar de vazio continha resíduos de combustível e a faísca produzida pelo corte do metal provocou a explosão.

Vitimas:
Uma das vítimas, Igor , 58 anos, teve fratura no braço e na perna direita e trauma no abdome. Ele foi encaminhado em estado grave para a Santa Casa de Maringá e submetido a uma cirurgia. O outro ferido é Alexandre, 22 anos, que teve ferimentos leves. Ele sofreu queimaduras na perna esquerda e também foi levado para a Santa Casa. Um dos trabalhadores feridos foi arremessado a cinco metros de distância com a explosão. Outras duas pessoas que estavam no canteiro de obras no momento do acidente, não se machucaram.

Forte explosão
Segundo os vizinhos, a explosão foi tão forte que acionou os alarmes dos carros que estavam estacionados nas proximidades.

Fonte: Diário de Maringá - 30 de julho de 2009

Comentário:
Os dois trabalhadores tiveram sorte.
Na realidade não existe programa de segurança direcionado ao trabalhador que constrói uma casa ou faz a algum tipo de serviço por empreitada. O trabalhador autônomo ou uma pequena empresa não tem noção nenhuma dos riscos existentes numa obra ou serviço. O governo tem a política de segurança direcionada para um terço das empresas constituídas formalmente no mercado e grande parte não implementa no dia a dia as medidas necessárias para proteger o trabalhador. O restante dois terço estão marginalizados quanto à política de segurança. Não existem programas simples, objetivos, com linguagem simples para o entendimento do trabalhador. As entidades de classes e governo poderiam utilizar ferramentas simples tais como;
■ Televisão - Programas de educação, inserir programas de segurança do trabalho
■ Rádio que tem alcance muito grande no interior do país, propagandas e alertas de segurança quanto a manuseio de produtos e ferramentas.
■ Utilizar o comércio de materiais de construção para entregar pequenos folhetos informativos de segurança, por exemplo, informativo de dialogo de segurança (DDS).
Enquanto não tiver a integração da política de segurança do governo envolvendo as entidades de classe, trabalhador e sociedade para divulgar a segurança dificilmente o índice de acidente reduzirá e consequentemente o investimento que poderia ser direcionado para outras áreas do governo será canalizado para previdência social para atendimento dessa parcela de acidentes cada vez maior, tais como; hospitais públicos, aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, auxílio-acidente, pensão por morte, reabilitação profissional. O acidente de trabalho no Brasil é uma bola de neve.

Um ponto a ser lembrado quando limpar um tambor contendo líquido inflamável é que, embora você ache que tirou todo líquido, está isento de perigo? Não. O tambor nunca é esvaziado porque o vapor permanece depois de ter retirado todo o líquido. Este vapor se mistura com o ar dentro do tambor e enche o espaço vazio. Esta mistura de vapor e ar algumas vezes produz explosões. Você tem apenas de se lembrar que qualquer tambor usado para estocar líquido inflamável - gasolina, óleo, diesel, álcool, solventes e assim por diante - é uma bomba armada, apenas esperando que você cometa um erro se manuseá-lo incorretamente.

No tambor vazio ou quase-vazio, o vapor residual de uma pequena quantidade de líquido é suficiente para preencher o tambor com uma mistura explosiva de ar e de vapores inflamáveis. Conseqüentemente, os tambores quase-vazios podem ser significativamente muito mais perigosos do que os tambores que estão cheios. Em geral o trabalhador supõe que o risco de um tambor quase-vazio é inferior do que um tambor cheio.
Porque o risco real “está oculto”, é essencial que os tambores de líquidos inflamáveis advertem com “destaque” o alto risco de explosão de um tambor parcialmente vazio.

Os avisos adicionais em relação ao corte ou soldagem são necessários, assim como instruções para evitar todas as fontes de ignição e manter o tambor fechado completamente. Quanto ao treinamento de empregado sobre os riscos de tambores quase-vazios podem ser úteis, todos os tambores usados, frequentemente, podem encontrar-se em mãos de empregados não treinados ou de terceiros.

Isto reforça a necessidade para etiquetagem adequada e chamativa, isso vai além dos avisos usuais para líquido inflamável. Em geral, a pessoa leiga não treinada acredita intuitivamente que menos liquido inflamável significa menos risco, quando o oposto é verdadeiro.

Este caso envolve as seguintes normas e recomendações;
■ Comunicação de Riscos
■ Norma de líquidos inflamáveis
■ Fatores humanos – treinamento
■ Manual de Produtos Químicos
■ Etiqueta de aviso de perigo

Finalidade da Comunicação de Riscos
■ Identificação dos riscos
■ Procedimentos de segurança para trabalhar com produtos químicos
■ Procedimentos de comunicação de riscos
■ A Importância das Etiquetas de Identificação /Etiqueta de alerta
■ Equipamentos de Proteção Individual
■ Reação a uma Emergência
■ Riscos Químicos e Como Controlá-los
■ FISPQ – Manual de Produtos Químicos
Fonte: Chemmax Inc.

Procedimento correto para limpeza de um tambor que continha líquidos inflamáveis:
■ Remova todas as fontes de ignição ou calor da área em que for abrir tambores velhos. Isto inclui interruptores e lâmpadas elétricas desprotegidas. Se as fontes não puderem se removidas, faça o trabalho numa área onde não estejam presentes. Use somente lâmpadas de extensão a prova de explosão;
■ Use vestuário de segurança requerido. Isto inclui botas de borracha, avental, luvas de borracha;
■ Retire os tampões com uma chave de boca longa e deixe o resíduo do líquido drenar totalmente;
■ Use uma lâmpada à prova de explosão para inspecionar o interior do tambor quanto à presença de trapos, ou outros materiais que possam impedir a drenagem total;
■ Drene o tambor durante mais cinco minutos. Isto deve ser feito colocando o tambor numa prateleira de cabeça para baixo apoiado em algum suporte. Deixe-o drenar, certificando-se de que o tampão fica na parte mais baixa. Aplique vapor durante 10 minutos;
■ Coloque uma solução cáustica e gire o tambor por 5 minutos. Martele o tambor nas laterais com uma marreta de madeira para soltar as escamações;
■ Lave o tambor com água quente, deixando toda a água drenar pelo tampão;
■ Seque o tambor com vapor quente;
■ Após secá-lo, inspecione-o cuidadosamente para certificar-se de que esteja limpo, usando uma lâmpada á prova de explosão. Se não estiver, lave-o novamente a vapor. Faça sempre um novo teste antes de começar qualquer soldagem no tambor, mesmo se ele foi limpo e testado anteriormente. Fonte: DDS Online

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