Zona de Risco

Acidentes, Desastres, Segurança, Meio Ambiente, Riscos, Ciência e Tecnologia

quinta-feira, outubro 01, 2026

COLISÃO COM MICRO-ÔNIBUS E CARRETA DEIXA AO MENOS 23 MORTOS NA BR-373 NO PARANÁ

O acidente aconteceu na madrugada de 19 de agosto de 2026, no km 209 da BR-373, em Ipiranga, nos Campos Gerais, no Paraná.

PRINCIPAIS DETALHES DA TRAGÉDIA:

Veículos envolvidos: Um micro-ônibus da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Imbituva e uma carreta (que viajava sem carga, cujo motorista também faleceu).  

VÍTIMAS:

O micro-ônibus transportava 27 pessoas, todas pacientes que viajavam de Imbituva para hospitais da Grande Curitiba, das quais 22 morreram e cinco ficaram feridas; o motorista da carreta também morreu, totalizando 23 óbitos. Entre os mortos estavam 13 mulheres, oito homens e duas crianças.  Cinco pessoas ficaram feridas e foram levadas para hospitais de Ponta Grossa.

DINÂMICA DO ACIDENTE:

Segundo os levantamentos preliminares da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão teria invadido a pista contrária — que é de pista simples —, provocando uma colisão frontal violenta por volta das 3h30.  

O coletivo era da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Imbituva, a 170 quilômetros de Curitiba, e levava pacientes para hospitais perto da capital. Acompanhantes dos pacientes também estavam no veículo, segundo a PRF.

Já o caminhão tinha placa de Erechim (RS) e seguia em direção à cidade de Prudentópolis (PR). Ele teria partido de Carambeí (PR), segundo informações preliminares da PRF.

OCUPANTES DO MICRO-ÔNIBUS:


O veículo transportava pacientes do município de Imbituva que realizariam tratamento e consultas médicas em hospitais da Grande Curitiba.  

A rodovia ficou totalmente fechada por quase sete horas. O acidente aconteceu por volta das 3h30 e a pista só foi liberada às 10h25, quando equipes da concessionária limparam o local.

Este é o maior acidente registrado no estado desde janeiro de 2021, quando o tombamento de um ônibus deixou 19 mortos na BR-376, em Guaratuba. O veículo estava em alta velocidade e teria sofrido uma falha nos freios.

PERÍCIA

Equipes da polícia periciaram o local e as causas do acidente serão divulgadas posteriormente.

RECONHECIMENTO  DAS VÍTIMAS

Uma operação especial foi montada para o reconhecimento das vítimas. Um comboio com seis caminhões foi responsável por levar os corpos para a sede da Polícia Científica do Paraná em Ponta Grossa na manhã de hoje.

Além das equipes de Ponta Grossa, funcionários de Curitiba e Guarapuava vão trabalhar no reconhecimento. As informações são da Secretaria da Segurança Pública do Paraná, que classificou o trabalho para identificar as vítimas como complexo. Essas equipes também participaram da perícia do acidente.

A Polícia Científica ativou o Protocolo de Identificação de Vítimas em Desastres, padronizado pela Interpol, no caso. Ele estabelece as normas para coleta de DNA e registros de desaparecidos juntos aos familiares.

O ideal é que parentes de primeiro grau, como filhos, pais ou cônjuges, façam o reconhecimento das vítimas. Eles precisam levar documento original da vítima e um documento que comprove a ligação dele com aquela pessoa, como certidão de casamento.

Caso esses parentes não possam ir até a Polícia Científica reconhecer os corpos, irmãos, primos, avós ou tios podem fazê-lo. Não há uma previsão para o término do trabalho das autoridades. Fonte: UOL - 19/08/2026 11h42 ; UOL- 19/08/2026 06h33

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sábado, setembro 19, 2026

INCÊNDIO DESTRÓI HOTEL ALTO NEVADOS, NO CHILE

Um incêndio de grandes proporções destruiu o Hotel Alto Nevados, localizado no complexo turístico de Nevados de Chillán, um dos principais destinos de neve do Chile. O fogo começou por volta das 17h de domingo, 6 de setembro, e avançou rapidamente pela estrutura de cinco andares.

INCÊNDIO

As chamas tiveram início no quinto piso, em uma ala voltada para o nordeste. A investigação ainda tenta determinar se o foco surgiu em um quarto de hóspedes ou em uma área utilizada pelos funcionários.

DANOS MATERIAIS

Além do edifício principal, o fogo atingiu uma cafeteria, parte da cozinha, depósitos, a escola de esqui, a área de aluguel de equipamentos e cerca de 20 veículos, 12 deles foram completamente destruídos.

CORPO DE BOMBEIROS

Aproximadamente 20 unidades dos Bombeiros participaram da operação, que avançou durante a noite.

CAUSA DO INCÊNDIO

A causa permanece desconhecida e os peritos trabalham com diferentes hipóteses, incluindo uma possível falha elétrica.


EVACUAÇÃO

No momento do incêndio, havia 119 hóspedes e entre 80 e 100 funcionários no hotel. Todos foram retirados com segurança e não houve registro de feridos ou desaparecidos. Os hóspedes

foram levados para outros hotéis da região.

Entre os hóspedes estavam turistas brasileiros, norte-americanos e britânicos. Algumas pessoas precisaram abandonar o prédio sem conseguir retirar bagagens, passaportes e documentos pessoais. A Polícia de Investigações do Chile e os consulados dos países envolvidos passaram a auxiliar os estrangeiros afetados.

COMPLEXO INICIA REABERTURA PARCIAL

O incêndio também afetou o setor conhecido como Plaza Otto. Na segunda-feira (7), a administração suspendeu o funcionamento do centro de esqui e do Parque de Água Termal enquanto os danos eram avaliados.

As áreas que não foram atingidas começaram a ser reabertas gradualmente na  terça-feira (8). O Hotel Nevados, Valle Hermoso e o centro de esqui devem retomar suas atividades conforme as condições de segurança permitirem. O Hotel Alto Nevados e a Plaza Otto permanecem fechados.

INVESTIGAÇÃO

O Ministério Público chileno encarregou equipes especializadas dos Carabineiros de investigar a origem do incêndio e verificar se houve ação humana ou algum problema técnico. Até o momento, nenhuma hipótese foi confirmada. Fonte: Check Hotels -  8 setembro 2026

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quinta-feira, setembro 17, 2026

ACIDENTES COM PATINETES ELÉTRICOS TÊM NOVO PICO NA ALEMANHA

Em 2025, ao menos 38 pessoas morreram e quase 2 mil ficaram gravemente feridas devido a acidentes com esse tipo de veículo.

Segundo estatísticas, 82,4% dos acidentados eram condutores de patinetes elétricos, entre eles, 33 das 38 vítimas fatais.

O número de acidentes graves com patinetes elétricos disparou em 2025 na Alemanha. A polícia registrou aproximadamente 38% mais acidentes com feridos ou mortos do que no ano anterior, segundo dados do Departamento Federal de Estatística da Alemanha (Destatis) divulgados na quinta-feira (16/07).

No total, houve aproximadamente 16,5 mil acidentes com patinetes elétricos envolvendo feridos: foram 38 mortes, onze a mais que em 2024. Segundo o Destatis, cerca de 1,9 mil pessoas ficaram gravemente feridas e em torno de 16,2 mil sofreram ferimentos leves no ano passado.

Os números preocupam as autoridades porque a tendência é claramente de alta: há anos o país vem registrando um aumento nos acidentes graves envolvendo patinetes elétricos. A popularidade cada vez maior desses veículos desde sua legalização, em meados de 2019, também é um fator que contribui para esse aumento.

QUEM SÃO AS VÍTIMAS?

Segundo as estatísticas, 82,4% dos acidentados eram condutores de patinetes elétricos, entre eles, 33 das 38 vítimas fatais. Outros 5,5% eram passageiros, incluindo uma das mortes registradas.

É proibido andar em duas ou até três pessoas em um mesmo patinete elétrico, mas essa prática é frequentemente observada nas ruas alemãs. Entre as outras cinco pessoas mortas, estavam três pedestres, um ciclista e um motorista.

As chamas e-scooters são particularmente populares entre os jovens, o que também se reflete nos números: 53,6% dos feridos em 2025 tinham menos de 25 anos.

A idade mínima legal para utilizar esses veículos é 14 anos, mas eles são frequentemente usados por crianças. De acordo com o Destatis, em 2025 houve um total de 874 acidentes envolvendo crianças de zero a treze anos, incluindo mortes e feridos. Destes, três casos foram fatais.

PRINCIPAIS CAUSAS DOS ACIDENTES

Não raramente, a polícia registra múltiplos casos de conduta inadequada por parte dos usuários de patinetes elétricos. Em 21,6% dos casos, uso indevido da via ou calçada; em 10,9%, o álcool foi um fator; em 8,4%, velocidade inadequada; e em 7,5%, erros ocorreram ao fazer curvas, retornos, ao dar marcha à ré ou ao arrancar.

Muitos acidentes (30,5%) ocorrem sem o envolvimento de outro usuário da via. Dezesseis dos mortos foram vítimas de colisões com um único veículo.

De acordo com os dados, em acidentes envolvendo dois veículos, o condutor do patinete elétrico foi o principal culpado em 50,8% dos casos. Em colisões com carros, os condutores de patinetes foram a principal causa em 38,1% dos casos; em acidentes com ciclistas, 74,3%; e em acidentes com pedestres, 88,7%.

O QUE EXPLICA O AUMENTO DOS ACIDENTES?

Presumivelmente, o que pode explicar o maior número de acidentes é aumento do uso de patinetes elétricos, já que as condições gerais não mudaram, afirma o pesquisador de acidentes Siegfried Brockmann, da Fundação Björn Steiger.

Ele se preocupa especialmente com as e-scooters de aluguel oferecidas nas grandes cidades, entre outros motivos, porque esses patinetes são frequentemente usados por pessoas inexperientes e de maneira ocasional.

Nesse contexto, Brockmann defende que os patinetes elétricos sejam equipados com rodas maiores. Atualmente, o risco de quedas é muito alto, mesmo em guias rebaixadas – algo que usuários ocasionais muitas vezes desconhecem.

Conduzir sob a influência de álcool também é mais provável com patinetes alugados, "por exemplo, se o patinete for estacionado em frente a um bar ao ar livre", afirma o especialista.

QUAIS MEDIDAS PODEM SER ADOTADAS?

O aumento de 38,1% nos acidentes em comparação com o ano anterior é alarmante, disse o Conselho Alemão de Segurança Rodoviária (DVR). A entidade acredita que deveria ser exigido um certificado de habilitação para todos os usuários das vias que não possuem carteira de motorista.

Brockmann aprova a ideia. Além disso, para ele, a idade mínima para o uso de patinetes elétricos deveria ser elevada de 14 para 15 anos. 

Especialistas também defendem uma fiscalização mais rigorosa, considerando inadmissível que duas pessoas possam compartilhar um patinete sem serem repreendidas, por exemplo.

PARLAMENTO ALEMÃO QUER RESPONSABILIZAR APLICATIVOS

O governo alemão anunciou recentemente planos para facilitar o processo de indenização para as vítimas de acidentes com patinetes elétricos ao responsabilizar as empresas por trás dos aplicativos que alugam esses veículos.

O Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão) endureceu as leis de responsabilidade civil para acidentes com patinetes elétricos. Anteriormente, as vítimas precisavam provar que o condutor do patinete elétrico era o culpado. Com a chamada responsabilidade objetiva, que também se aplica a automóveis, elas precisarão apenas provar que sofreram danos enquanto utilizavam um patinete elétrico.

"Muitos acidentes envolvendo patinetes elétricos envolvem veículos alugados", afirma o governo alemão em nota, ressaltando que isso frequentemente faz com que seja difícil de identificar os condutores.

"Os proprietários são predominantemente empresas de compartilhamento que alugam patinetes elétricos. Dessa forma, a responsabilidade objetiva está sendo introduzida para os proprietários dos chamados microveículos elétricos – assim como ocorre com outros veículos motorizados".

Isso, segundo o governo, evitará que as vítimas fiquem sem indenização. O Bundesrat (câmara alta do Parlamento alemão) ainda precisa aprovar o plano. DW - sexta-feira, 17 de julho de 2026

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domingo, setembro 13, 2026

INCÊNDIO DE GRANDES PROPORÇÕES ATINGE FÁBRICA DE RESINA NO RS


 Um incêndio de grandes proporções atingiu as instalações da empresa Resinas Jardim, localizada às margens da rodovia RSC-101, em Capivari do Sul (Litoral Norte do Rio Grande do Sul), na manhã de 9 de agosto de 2026. 

O que aconteceu

O fogo atingiu a fábrica durante a manhã de domingo, provocando uma grande coluna de fumaça escura, visível a quilômetros de distância. A unidade foi evacuada.

COMBATE AO FOGO

A presença de produtos químicos e líquidos inflamáveis armazenados na fábrica tornou o combate às chamas mais complexo.

CORPO DE BOMBEIROS

Cerca de 20 bombeiros participaram da operação, com equipes de Cidreira, Balneário Pinhal e Osório, além do apoio da Brigada Militar. Foram utilizados aproximadamente 110 mil litros de água e 1 mil litros de LGE (Líquido Gerador de Espuma).

VÍTIMAS:

O Corpo de Bombeiros confirmou que não houve registro de feridos ou vítimas.  Um funcionário precisou de atendimento médico após inalar fumaça.

CONTROLE DO FOGO

As chamas foram controladas e os bombeiros permaneceram no local realizando o rescaldo.

INVESTIGAÇÃO:

As causas do incêndio deverão ser apuradas por meio de perícia técnica. 

Fontes: g1 RS e RBS TV-09/08/2026; Correio do Povo-09/08/2026 ;@ZR

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terça-feira, setembro 08, 2026

CONSUMIDORA ENCONTRA LAGARTIXA EM MACARRÃO INSTANTÂNEO

A juíza Raquel Rocha Lemos, do Juizado Especial Cível e Criminal da comarca de Morrinhos, condenou uma empresa, líder no mercado brasileiro de macarrão instantâneo (Nissin), a pagar R$ 3 mil de indenização por danos morais a uma consumidora que encontrou um corpo estranho (lagartixa) em um macarrão instantâneo, de sua fabricação.

A mulher alegou na Ação de Indenização por Danos Morais que, em data recente, adquiriu um macarrão instantâneo em copo, sabor frango com molho Teriyaki, fabricado pela ré, para sua filha menor de idade e que ao preparar o alimento, adicionando água quente conforme as instruções, deparou-se com um animal morto, identificado como uma lagartixa, boiando no produto.

Segundo ela, o fato, registrado em fotos e vídeos, causou-lhe repulsa, asco e profundo abalo psicológico, especialmente pelo risco iminente à saúde de sua filha, que consumiria o alimento.

A empresa negou a possibilidade de contaminação em sua linha de produção, citando rigorosos processos de controle de qualidade, barreiras físicas e certificações. Afirmou que o processo de fabricação, com altas temperaturas, impossibilitaria a sobrevivência e o desenvolvimento de pragas.

Argumentou ainda que, por não ter havido ingestão, o caso se resume a mero dissabor. Informou que realizou a substituição do produto via SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), como gesto de Boa-fé.

RESPONSABILIDADE

Para a magistrada, a empresa, como fabricante do produto, responde objetivamente pelos defeitos de segurança, nos termos do art. 12 do Código de Defesa do Consumidor. Tratando-se de produto comercializado em embalagens lacrada e selada, a responsabilidade do fabricante é inafastável, pois é ele que garante a segurança e a qualidade do que coloca no mercado, observou a juíza.

De acordo com ela, a tese de que seus processos são ‘infalíveis’ não se sustenta. “O fato de ter substituído o produto da consumidora após a reclamação no SAC (Protocolo nº 543496) configura um reconhecimento tácito da falha, em uma conduta que, ao ser negada em juízo, viola o princípio da boa-fé objetiva e a vedação ao comportamento contraditório (venire contra factum proprium)”.

Ao final, a juíza Raquel Rocha Lemos pontuou que o nexo causal restou demonstrado, não havendo dúvidas de que o dano sofrido pela parte autora ocorreu em razão da má prestação dos serviços pela parte ré. “A angústia e a repulsa vivenciadas pela mãe ao se deparar com um animal em decomposição na comida que seria servida à sua filha extrapolam, em muito, o mero dissabor do cotidiano. A situação configura um grave atentado à segurança alimentar e à dignidade da consumidora. Assim, a conduta ilícita perpetrada pela parte ré impõe-se a devida reparação dos danos morais causados”, aduziu a magistrada.  Fonte: Diretoria de Comunicação Social do TJGO - Publicado: 04 de setembro de 2026  

NOTA EXPLICATIVA

DECISÃO JUDICIAL:

A juíza Raquel Rocha Lemos, do Juizado Especial Cível e Criminal de Morrinhos, destacou que a situação ultrapassou o "mero dissabor" cotidiano, configurando um grave atentado à saúde e à segurança alimentar, com agravante psicológico por o alimento ser destinado a uma criança. 

CONDUTA DA EMPRESA:

A fabricante argumentou na Justiça que não houve ingestão do produto e que a troca do item realizada via SAC demonstrava boa-fé. No entanto, a magistrada entendeu que a substituição administrativa funcionou como um reconhecimento tácito da falha, tornando contraditória a tentativa de negar o defeito no processo judicial. 

O QUE FAZER EM CASOS SEMELHANTES:

Caso encontre um corpo estranho ou irregularidade em produtos industrializados, o consumidor deve preservar a embalagem original (com o lote e a validade visíveis), guardar a nota fiscal, registrar imagens detalhadas e acionar os órgãos de proteção ao consumidor (como o Procon) ou a Vigilância Sanitária local. 

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sábado, setembro 05, 2026

EXPLOSÃO DE BOTIJÃO DE GÁS EM CASA NA ZONA NORTE DE SP

 

A explosão no Jaraguá, na Zona Norte de São Paulo, deixou um homem de 42 anos ferido e atingiu imóveis na madrugada de domingo (23). Ao menos 15 casas foram interditadas. A suspeita é que o acidente tenha sido causado por um botijão de gás.

Câmeras de segurança registraram o momento da explosão. Nas imagens, é possível ver o forte impacto que atinge os imóveis vizinhos e provoca destruição em casas da região.

ATENDIMENTO

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), policiais militares foram acionados e constataram que a explosão ocorreu no primeiro pavimento de um imóvel de três andares. A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao Pronto-Socorro Penteado.

VÍTIMAS

 Três pessoas ficaram feridas e foram resgatadas (duas retiradas por vizinhos antes da chegada do socorro e uma resgatada pelo Corpo de Bombeiros). 

FAMÍLIAS AFETADAS


A explosão provocou danos em imóveis vizinhos. Segundo moradores, 15 casas foram interditadas. Eles relatam que há imóveis onde vivem até cinco famílias, o que aumenta o número de pessoas afetadas.

Selma, uma das moradoras, contou que vive no endereço há cerca de 30 anos. Ela disse que ouviu o estrondo e inicialmente pensou que tivesse ocorrido uma batida de carro, mas logo percebeu os estilhaços provocados pela explosão.

Emocionada, ela afirmou que não sabe para onde ir após ter a casa atingida. Segundo Selma, ela e o filho não tiveram ferimentos graves e estão recebendo ajuda dos vizinhos.

Outra moradora contou que estava dormindo quando ouviu o barulho e começou a tremer. Ela disse que pensou que fosse um terremoto e chamou os filhos. Durante a explosão, a janela do quarto caiu sobre ela.

A casa dessa moradora não foi interditada. Depois do impacto, ela foi até a rua e relatou ter encontrado um cenário de destruição.

PERÍCIA

A perícia foi acionada e o caso foi registrado como explosão no 72º Distrito Policial (Vila Penteado). Fonte: g1 SP e TV Globo- São Paulo-24/08/2026; @ZR

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domingo, agosto 30, 2026

TURISTA ATINGIDA POR RAIO EM PRAIA DE SANTA CATARINA

 Uma turista gaúcha 39 anos foi atingida por raio enquanto estava na faixa de areia, na praia da Pinheira, em Palhoça, na Grande Florianópolis, durante uma tempestade, na sexta-feira (28).

Ela foi encontrada inconsciente e sem sinais vitais. Bombeiros e uma testemunha realizaram reanimação cardiopulmonar, e a vítima chegou a recuperar os sinais vitais.

ATENDIMENTO

Os bombeiros foram acionados por volta das 18h15 de sexta e encontraram a vítima com uma pessoa que presenciou o fato realizando manobras de ressuscitação. A mulher ferida foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Praia do Sonho.

EM NOTA, O HOSPITAL  CONFIRMOU A MORTE DA VÍTIMA:"A direção do Hospital do Hospital Regional de São José informa que a paciente atingida por um raio veio a óbito na manhã de sábado (29). A paciente foi socorrida pelo SAMU na sexta feira (28) e encaminhada para o hospital, em estado grave, onde permaneceu sob os cuidados da equipe médica, recebendo todo o suporte necessário".  Fonte: g1 SC-29/08/2026; @ZR

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sábado, agosto 29, 2026

A NEVASCA QUE ISOLOU A CIDADE DE SÃO JOAQUIM EM SC

Em 20 de julho de 1957, São Joaquim sofreu uma nevasca excepcional, com neve caindo por cerca de sete horas.

O acúmulo teria chegado a 80 cm a 1,30 m em alguns pontos, e a neve permaneceu no solo por cerca de uma semana.

Com estradas bloqueadas por até 1,30 metro de neve, São Joaquim precisou de ajuda aérea para receber alimentos no inverno de 1957.

DESTRUIÇÃO E COLAPSO

O peso do gelo fez desabar telhados de várias residências, congelou os encanamentos de água (obrigando os moradores a derreterem a própria neve para consumo) e bloqueou completamente as estradas de acesso à cidade por cerca de uma semana. 

 AJUDA POR VIA AÉREA

Operação da FAB: Com a população isolada e sem suprimentos básicos, a Força Aérea Brasileira (FAB) mobilizou uma missão de socorro partindo de Curitiba. 

Lançamento de mantimentos: Dias após o temporal, um avião da FAB sobrevoou o município e lançou de paraquedas pacotes com centenas de quilos de alimentos, remédios e roupas diretamente sobre um campo de futebol local para abastecer os habitantes. 

TESTEMUNHA OCULAR

O inverno de 1957 foi diferente de qualquer outro vivido por Maria de Lurdes Hugen de Souza, de 82 anos. Nascida e criada em São Joaquim, cidade da Serra de Santa Catarina acostumada a ter as menores temperaturas do Brasil, a idosa testemunhou, com 14 anos, a histórica nevasca que, naquele 20 de julho, transformou a paisagem ao redor em um cenário inédito.

"Era um espetáculo para a gente abrir a janela e ver aquela imensidão branca", relembra a catarinense.

Os flocos de neve que caíram por cerca de 7 horas se acumularam e formaram montes de cerca de 1,30 metro de altura nas portas de casas, ruas e estradas.

A memória de Maria de Lurdes também remonta à rotina de interior e à surpresa com a neve. Naquela manhã, ela lembra de ter visto o céu azul ficando cinza e a temperatura caindo à medida que os flocos de neve aumentavam de intensidade.

"Foi uma coisa impressionante porque não tem nenhum fenômeno que seja tão bom para contemplar a natureza quanto a neve. Ela traz, assim, uma paz interior, a vontade de quando sai abraçar todo mundo, contar que está nevando", diz.

Por alguns dias, ela e a família precisaram ficar dentro de casa, sem ir à aula e ao trabalho e próximos ao fogão a lenha. Da janela, conta a moradora, o pai pegava a água para esquentar e usar na higiene, já que as baixas temperaturas o gelo congelava o encanamento.

SÃO JOAQUIM

Se atualmente São Joaquim é pequena, com 25 mil moradores e vastas áreas de campos, há 68 anos, quando um fenômeno severo atingiu a região, a cidade era ainda menor. Registros históricos apontam pouco mais de 10 mil habitantes espalhados pelos seus 1.888,6 km² de território.

O episódio também foi importante para fomentar o potencial do turismo de frio na serra. Atualmente, a Serra catarinense recebe milhares de visitantes em busca do frio.

DEFESA CIVIL

Os órgãos que monitoram o clima em Santa Catarina não possuem registros das temperaturas da época, mas destacam que a neve exige condições muito específicas. Segundo meteorologista da Defesa Civil catarinense, essas situações são raras no Brasil, já que o ar polar costuma ser seco.

Para nevar, é preciso que o frio se combine com uma instabilidade e alta umidade. Já uma nevasca depende de uma atmosfera ainda mais instável, o que torna o fenômeno registrado em São Joaquim ainda mais incomum. Fonte: g1 SC-07/06/2026; @ZR

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segunda-feira, agosto 24, 2026

DRONE: UAVI BOMBEIRO

Conheça o UAVI Bombeiro, o drone desenvolvido para revolucionar o combate a incêndios.

Projetado com tecnologia 100% brasileira, ele atua em locais de difícil acesso, levando água diretamente ao foco do incêndio e oferecendo mais segurança, eficiência e precisão nas operações.

O Drone UAVI100 Bombeiro é a solução ideal para operações de combate a incêndios, oferecendo tecnologia de ponta para atuar com eficiência e segurança em situações de emergência. Projetado para enfrentar cenários extremos, ele se destaca no mercado pela sua funcionalidade avançada. design robusto e controle intuitivo. tornando-se um aliado indispensável para bombeiros e equipes de resgate. 

Além disso, sua capacidade de acessar áreas de difícil alcance por terra ou em altura torna-o essencial para operações em locais onde o deslocamento humano ou de veículos convencionais é inviável. Seja em edificações elevadas, terrenos de difícil acesso ou zonas de risco, o UAVI100 Bombeiro garante maior alcance e precisão no combate ao fogo.

Seu desempenho excepcional e seus sistemas inteligentes garantem operações precisas. permitindo o combate direto ao fogo por meio de um sistema de mangueira acoplada que libera jatos de água estrategicamente direcionados.

Mesmo em condições adversas, o UAVI100 Bombeiro incorpora medidas de segurança inovadoras, reduzindo riscos e otimizando a eficácia da missão, desde que suas instruções e diretrizes operacionais sejam seguidas rigorosamente.

Se você busca inovação e excelência no combate a incêndios, o UAVI100 Bombeiro redefine os padrões de segurança e eficiência, proporcionando um retorno sobre o investimento incomparável e ampliando as capacidades operacionais das equipes de emergência.

Além disso, o sistema de acoplamento aa mangueira de incêndio é fácil e prático, garantindo versatilidade nas operações. Seu controle operacional é bastante simples e eficiente, permitindo ajustes rápidos e precisos para um combate ao fogo mais eficaz.

BENEFÍCIOS REAIS DO DRONE BOMBEIRO

"O Drone Bombeiro da UAVI é uma solução real, validada e estratégica para ampliar a capacidade de resposta dos Corpos de Bombeiros com mais precisão, menos risco humano e uso inteligente de recursos. Com tecnologia nacional e suporte tático imediato, ele representa a evolução no combate a incêndios no Brasil."

MONITORAMENTO AÉREO EM TEMPO REAL

O drone atua como um "olho aéreo estratégico", sobrevoando áreas afetadas para gerar imagens térmicas e visuais em tempo real.

Permite mapeamento preciso dos focos de incêndio, localização de vítimas e análise das condições do ambiente.

IDENTIFICAÇÃO PRECISA DE FOCOS DE CALOR

Equipado com câmeras térmicas, o drone ajuda a detectar focos ocultos ou reincidentes do incêndio, inclusive em áreas de difícil acesso ou sem visibilidade.

Decisões mais rápidas e baseadas em dados técnicos.

 REDUÇÃO DE RISCOS AOS BOMBEIROS

Com operação remota, o drone permite que os agentes fiquem afastados das zonas de maior calor. fumaça ou risco de desabamento.

Menor exposição, maior segurança. menos afastamentos por acidente.

CAPACIDADE DE ATUAR COM JATO PRESSURIZADO

Como uso da mangueira de 1 1/2 polegada e pressão de 110 PSI, o drone atua na contenção de incêndios reais e simulados, atuando em apoio direto às viaturas.

Inovação aplicada ao uso de ARPs como  apoio tático no combate.

INTEGRAÇÃO AOS SATÉLITES E SENSORES

Os drones podem ser integrados a sistemas inteligentes e sensores de solo para ampliar  a autonomia de operação e cruzamento de dados.

Visão estratégica para corporações que atuem com georreferenciamento e monitoramento contínuo,

CAPACITAÇÃO E USO POR EQUIPES TREINADAS

A UAVI atua em todo o cenário técnico de implementação do uso do drone, capacitando a equipe envolvida  em treinamento tático e teórico, para garantir operações seguras.

Modernização com protagonismo dos bombeiros.

 AGILIDADE E APOIO NOS PRIMEIROS MINUTOS

Os drones pode ser posicionado rapidamente sobre o foco de incêndio, atuando como resposta inicial enquanto as equipes se organizam.

Ganha-se tempo crucial para conter a propagação do fogo.

TECNOLOGIA A SERVIÇO DA VIDA E DO MEIO AMBIENTE

Além de proteger vidas humanas, o uso do drone reduz o desgaste estrutural de prédios, reduz o impacto ambiental e ajuda a preservar o entorno das áreas afetadas.

Combate inteligente, preciso e com menor dano colateral.

EM SUPORTE LOGÍSTICO: PARA MISSÕES TÁTICAS E EMERGENCIAIS

Muito além do combate ao fogo, o Drone Bombeiro também atua como um aliado estratégico em operações logísticas emergenciais.

Com capacidade de suportar cargas de até 100 kg em um raio de até 2 km, pode transportar ferramentas, mantimentos, equipamentos de salvamento e suprimentos médicos até em locais de difícil acesso, como áreas alagadas, mata fechada ou regiões com vítimas isoladas.

Ideal para enchentes, buscas e resgates em florestas, montanhas ou zonas urbanas com bloqueios. Uma tecnologia versátil que salva vidas por terra, céu e água. Fonte: UAVI, empresa brasileira de tecnologia aérea


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quinta-feira, agosto 20, 2026

TORNADO EM PIRAÍ DO SUL (PR)


Um forte temporal acompanhado de um tornado atingiu a área rural do município de Piraí do Sul, na região dos Campos Gerais do Paraná, no fim da tarde de sábado, 8 de agosto de 2026.   

PRINCIPAIS IMPACTOS E DESTRUIÇÃO

Intensidade: O Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná) classificou o fenômeno como um tornado de categoria F3, com ventos estimados acima de 250 km/h (alguns relatos preliminares indicaram picos ainda maiores em áreas específicas). 

 Danos Materiais: Cerca de 20 a 30 residências foram severamente danificadas ou completamente destruídas em comunidades rurais (como as regiões do Fundão, Capinzal e Jararaca), localizadas a cerca de 30 km do centro da cidade. Vários galpões, árvores, postes de energia e cercas também vieram abaixo, isolando temporariamente alguns trechos e deixando moradores sem luz. 

Desalojados: Proximamente 20 a 30 pessoas ficaram desalojadas, precisando buscar abrigo em casas de familiares na região. 

VÍTIMAS FATAIS

Apesar da violência dos ventos e da destruição de dezenas de imóveis, não houve registro de mortes em decorrência do tornado em Piraí do Sul. A Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e as equipes municipais atuaram prontamente na distribuição de lonas e no auxílio aos moradores afetados para a desobstrução de estradas e reestabelecimento da normalidade. 

OUTROS MUNICÍPIOS TAMBÉM  FORAM AFETADOS

As instabilidades provocadas pelo temporal também causaram danos em outras cidades do Paraná, incluindo Jaguariaíva, Sapopema e Candói.

RELATOS DE MORADORES

Moradores relataram que a tempestade atingiu principalmente áreas rurais de Piraí do Sul, nas localidades de Fundão, Jararaca e Capinzal.  

O morador Alisson estava com a esposa, Elizabeth, na propriedade da família, no bairro Fundão, quando os dois perceberam a formação da tempestade se aproximando.

“Quando olhamos para longe, vimos aquilo chegando. Era enorme, assustador, bem maior do que aparece na filmagem. Vinha na direção da nossa casa.”

Segundo Alisson, o fenômeno mudou de direção antes de atingir diretamente a propriedade. A gravação foi feita por volta das 17h20.

“Naquele momento, clamamos a Deus por misericórdia e vimos que ele afinou, diminuiu bastante e passou à direita da nossa propriedade.”

CLASSIFICAÇÃO DO TORNADO

Ventos chegaram a 332 km/h estima Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

 Segundo o Simepar, tornado teve trajetória contínua de destruição de pelo menos 17,3 km e foi classificado como F3 na Escala Fujita.

Segundo o órgão, a análise integrada de inspeções de campo, imagens de radar e aerofotogrametria por drone confirmou uma trajetória contínua de destruição de pelo menos 17,3 km ao longo da zona rural de Piraí do Sul, passando por localidades como Jararaca, Fundão e Boa Vista.

"A formação da supercélula que originou o tornado teve como “combustível” a presença de ar quente e úmido vindo do Norte do Brasil devido à atuação de um sistema de baixa pressão sobre o Paraguai. O deslocamento de uma frente fria pelo Sul do país intensificou a umidade, e o cisalhamento do vento, ou seja, aumento e/ou mudança de direção do vento em relação à altura, entre a tarde e o início da noite do dia 8 de agosto favoreceu a formação de tempestades organizadas no Oeste, Centro Sul e Campos Gerais, com ambiente favorável para ocorrência do tornado".

COMO FOI FEITA A CLASSIFICAÇÃO DO TORNADO EM PIRAÍ DO SUL

O Simepar explica que a reconstrução da trajetória do tornado e a estimativa da intensidade dos ventos foram feitas através da análise integrada de vistorias de campo, imagens de radar meteorológico e levantamentos realizados com drone, em um esforço conjunto entre o Simepar e a Defesa Civil do estado do Paraná.

"Imagens enviadas pela população, feitas no momento da passagem do fenômeno, ajudaram a compreender a formação, intensificação, deslocamento, interação com a superfície e dissipação do tornado. Os vídeos e visitas à campo também foram importantes para compreender a movimentação de detritos, deformação da vegetação e deslocamento de objetos".

A estimativa da intensidade dos ventos foi realizada com base nos critérios da Escala Fujita, considerando as características e a severidade dos danos observados em campo, como por exemplo colapso estrutural severo de edificações de alvenaria, madeira, e até mesmo uma torre de transmissão de energia elétrica.

"As análises permitiram observar que pedaços de madeira, fragmentos de telhas cerâmicas e galhos de araucárias foram arremessados com força suficiente para penetrar o solo e incrustar em troncos de árvores. Araucárias e outras árvores de grande porte tiveram seus troncos decepados em meia altura, áreas de pastagem ficaram com ranhuras e houve remoção localizada da cobertura vegetal e da camada superficial do solo associada à ação dos ventos intensos".

O órgão finaliza explicando que a classificação representa uma estimativa da intensidade máxima do tornado com base nos danos observados, e não uma medição direta da velocidade dos ventos. Fontes: Correio do Povo - 09/08/2026; g1 PR e RPC-08/08/2026; g1 PR-15/08/2026; @ZR

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posted by ACCA@4:16 PM

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