Acidentes, Desastres, Segurança, Meio Ambiente, Riscos, Ciência e Tecnologia
sábado, setembro 05, 2026
EXPLOSÃO DE BOTIJÃO DE GÁS EM CASA NA ZONA NORTE DE SP
A explosão no Jaraguá, na
Zona Norte de São Paulo, deixou um homem de 42 anos ferido e atingiu imóveis na
madrugada de domingo (23). Ao menos 15 casas foram interditadas. A suspeita é
que o acidente tenha sido causado por um botijão de gás.
Câmeras de segurança
registraram o momento da explosão. Nas imagens, é possível ver o forte impacto
que atinge os imóveis vizinhos e provoca destruição em casas da região.
ATENDIMENTO
Segundo a Secretaria da
Segurança Pública (SSP), policiais militares foram acionados e constataram que
a explosão ocorreu no primeiro pavimento de um imóvel de três andares. A vítima
foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada ao
Pronto-Socorro Penteado.
VÍTIMAS
Três pessoas ficaram feridas e foram
resgatadas (duas retiradas por vizinhos antes da chegada do socorro e uma
resgatada pelo Corpo de Bombeiros).
FAMÍLIAS AFETADAS
A explosão provocou danos em
imóveis vizinhos. Segundo moradores, 15 casas foram interditadas. Eles relatam
que há imóveis onde vivem até cinco famílias, o que aumenta o número de pessoas
afetadas.
Selma, uma das moradoras,
contou que vive no endereço há cerca de 30 anos. Ela disse que ouviu o estrondo
e inicialmente pensou que tivesse ocorrido uma batida de carro, mas logo
percebeu os estilhaços provocados pela explosão.
Emocionada, ela afirmou que
não sabe para onde ir após ter a casa atingida. Segundo Selma, ela e o filho
não tiveram ferimentos graves e estão recebendo ajuda dos vizinhos.
Outra moradora contou que
estava dormindo quando ouviu o barulho e começou a tremer. Ela disse que pensou
que fosse um terremoto e chamou os filhos. Durante a explosão, a janela do
quarto caiu sobre ela.
A casa dessa moradora não foi
interditada. Depois do impacto, ela foi até a rua e relatou ter encontrado um
cenário de destruição.
PERÍCIA
A perícia foi acionada e o
caso foi registrado como explosão no 72º Distrito Policial (Vila Penteado). Fonte: g1 SP e TV Globo- São Paulo-24/08/2026;
@ZR
TURISTA ATINGIDA POR RAIO EM PRAIA DE SANTA CATARINA
Uma turista gaúcha 39 anos foi atingida por raio enquanto estava na faixa de areia, na praia da Pinheira, em Palhoça, na
Grande Florianópolis, durante uma tempestade, na sexta-feira (28).
Ela foi encontrada
inconsciente e sem sinais vitais. Bombeiros e uma testemunha realizaram
reanimação cardiopulmonar, e a vítima chegou a recuperar os sinais vitais.
ATENDIMENTO
Os bombeiros foram acionados
por volta das 18h15 de sexta e encontraram a vítima com uma pessoa que
presenciou o fato realizando manobras de ressuscitação. A mulher ferida foi
levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Praia do Sonho.
EM NOTA, O HOSPITALCONFIRMOU A MORTE DA VÍTIMA:"A direção
do Hospital do Hospital Regional de São José informa que a paciente atingida
por um raio veio a óbito na manhã de sábado (29). A paciente foi socorrida pelo
SAMU na sexta feira (28) e encaminhada para o hospital, em estado grave, onde
permaneceu sob os cuidados da equipe médica, recebendo todo o suporte
necessário".Fonte: g1 SC-29/08/2026; @ZR
A NEVASCA QUE ISOLOU A CIDADE DE SÃO JOAQUIM EM SC
Em 20 de julho de 1957, São
Joaquim sofreu uma nevasca excepcional, com neve caindo por cerca de sete
horas.
O acúmulo teria chegado a 80
cm a 1,30 m em alguns pontos, e a neve permaneceu no solo por cerca de uma
semana.
Com estradas bloqueadas por
até 1,30 metro de neve, São Joaquim precisou de ajuda aérea para receber
alimentos no inverno de 1957.
DESTRUIÇÃO E COLAPSO
O peso do gelo fez desabar
telhados de várias residências, congelou os encanamentos de água (obrigando os
moradores a derreterem a própria neve para consumo) e bloqueou completamente as
estradas de acesso à cidade por cerca de uma semana.
AJUDA POR VIA AÉREA
Operação da FAB: Com a
população isolada e sem suprimentos básicos, a Força Aérea Brasileira (FAB)
mobilizou uma missão de socorro partindo de Curitiba.
Lançamento de mantimentos:
Dias após o temporal, um avião da FAB sobrevoou o município e lançou de
paraquedas pacotes com centenas de quilos de alimentos, remédios e roupas
diretamente sobre um campo de futebol local para abastecer os habitantes.
TESTEMUNHA OCULAR
O inverno de 1957 foi
diferente de qualquer outro vivido por Maria de Lurdes Hugen de Souza, de 82
anos. Nascida e criada em São Joaquim, cidade da Serra de Santa Catarina
acostumada a ter as menores temperaturas do Brasil, a idosa testemunhou, com 14
anos, a histórica nevasca que, naquele 20 de julho, transformou a paisagem ao
redor em um cenário inédito.
"Era um espetáculo para
a gente abrir a janela e ver aquela imensidão branca", relembra a catarinense.
Os flocos de neve que caíram
por cerca de 7 horas se acumularam e formaram montes de cerca de 1,30 metro de
altura nas portas de casas, ruas e estradas.
A memória de Maria de Lurdes
também remonta à rotina de interior e à surpresa com a neve. Naquela manhã, ela
lembra de ter visto o céu azul ficando cinza e a temperatura caindo à medida
que os flocos de neve aumentavam de intensidade.
"Foi uma coisa
impressionante porque não tem nenhum fenômeno que seja tão bom para contemplar
a natureza quanto a neve. Ela traz, assim, uma paz interior, a vontade de
quando sai abraçar todo mundo, contar que está nevando", diz.
Por alguns dias, ela e a
família precisaram ficar dentro de casa, sem ir à aula e ao trabalho e próximos
ao fogão a lenha. Da janela, conta a moradora, o pai pegava a água para
esquentar e usar na higiene, já que as baixas temperaturas o gelo congelava o
encanamento.
SÃO JOAQUIM
Se atualmente São Joaquim é
pequena, com 25 mil moradores e vastas áreas de campos, há 68 anos, quando um
fenômeno severo atingiu a região, a cidade era ainda menor. Registros
históricos apontam pouco mais de 10 mil habitantes espalhados pelos seus
1.888,6 km² de território.
O episódio também foi
importante para fomentar o potencial do turismo de frio na serra. Atualmente, a
Serra catarinense recebe milhares de visitantes em busca do frio.
DEFESA CIVIL
Os órgãos que monitoram o
clima em Santa Catarina não possuem registros das temperaturas da época, mas
destacam que a neve exige condições muito específicas. Segundo meteorologista
da Defesa Civil catarinense, essas situações são raras no Brasil, já que o ar
polar costuma ser seco.
Para nevar, é preciso que o
frio se combine com uma instabilidade e alta umidade. Já uma nevasca depende de
uma atmosfera ainda mais instável, o que torna o fenômeno registrado em São
Joaquim ainda mais incomum. Fonte: g1 SC-07/06/2026; @ZR
Conheça o UAVI Bombeiro, o
drone desenvolvido para revolucionar o combate a incêndios.
Projetado com tecnologia 100%
brasileira, ele atua em locais de difícil acesso, levando água diretamente ao
foco do incêndio e oferecendo mais segurança, eficiência e precisão nas
operações.
O Drone UAVI100 Bombeiro é a
solução ideal para operações de combate a incêndios, oferecendo tecnologia de
ponta para atuar com eficiência e segurança em situações de emergência. Projetado
para enfrentar cenários extremos, ele se destaca no mercado pela sua
funcionalidade avançada. design robusto e controle intuitivo. tornando-se um
aliado indispensável para bombeiros e equipes de resgate.
Além disso, sua
capacidade de acessar áreas de difícil alcance por terra ou em altura torna-o
essencial para operações em locais onde o deslocamento humano ou de veículos
convencionais é inviável. Seja em edificações elevadas, terrenos de difícil
acesso ou zonas de risco, o UAVI100 Bombeiro garante maior alcance e precisão
no combate ao fogo.
Seu desempenho excepcional e
seus sistemas inteligentes garantem operações precisas. permitindo o combate direto
ao fogo por meio de um sistema de mangueira acoplada que libera jatos de água
estrategicamente direcionados.
Mesmo em condições adversas,
o UAVI100 Bombeiro incorpora medidas de segurança inovadoras, reduzindo riscos
e otimizando a eficácia da missão, desde que suas instruções e diretrizes
operacionais sejam seguidas rigorosamente.
Se você busca inovação e
excelência no combate a incêndios, o UAVI100 Bombeiro redefine os padrões de
segurança e eficiência, proporcionando um retorno sobre o investimento
incomparável e ampliando as capacidades operacionais das equipes de emergência.
Além disso, o sistema de
acoplamento aa mangueira de incêndio é fácil e prático, garantindo versatilidade
nas operações. Seu controle operacional é bastante simples e eficiente,
permitindo ajustes rápidos e precisos para um combate ao fogo mais eficaz.
BENEFÍCIOS REAIS DO DRONE
BOMBEIRO
"O Drone Bombeiro da
UAVI é uma solução real, validada e estratégica para ampliar a capacidade de
resposta dos Corpos de Bombeiros com mais precisão, menos risco humano e uso
inteligente de recursos. Com tecnologia nacional e suporte tático imediato, ele
representa a evolução no combate a incêndios no Brasil."
MONITORAMENTO AÉREO EM TEMPO
REAL
O drone atua como um
"olho aéreo estratégico", sobrevoando áreas afetadas para gerar
imagens térmicas e visuais em tempo real.
Permite mapeamento preciso
dos focos de incêndio, localização de vítimas e análise das condições do
ambiente.
IDENTIFICAÇÃO PRECISA DE
FOCOS DE CALOR
Equipado com câmeras
térmicas, o drone ajuda a detectar focos ocultos ou reincidentes do incêndio,
inclusive em áreas de difícil acesso ou sem visibilidade.
Decisões mais rápidas e
baseadas em dados técnicos.
REDUÇÃO DE RISCOS AOS BOMBEIROS
Com operação remota, o drone
permite que os agentes fiquem afastados das zonas de maior calor. fumaça ou
risco de desabamento.
Menor exposição, maior
segurança. menos afastamentos por acidente.
CAPACIDADE DE ATUAR COM JATO PRESSURIZADO
Como uso da mangueira de 1 1/2
polegada e pressão de 110 PSI, o drone atua na contenção de incêndios reais e
simulados, atuando em apoio direto às viaturas.
Inovação aplicada ao uso de
ARPs como apoio tático no combate.
INTEGRAÇÃO AOS SATÉLITES E
SENSORES
Os drones podem ser
integrados a sistemas inteligentes e sensores de solo para ampliar a autonomia de operação e cruzamento de dados.
Visão estratégica para
corporações que atuem com georreferenciamento e monitoramento contínuo,
CAPACITAÇÃO E USO POR EQUIPES
TREINADAS
A UAVI atua em todo o cenário
técnico de implementação do uso do drone, capacitando a equipe envolvida em treinamento tático e teórico, para garantir
operações seguras.
Modernização com protagonismo
dos bombeiros.
AGILIDADE E APOIO NOS PRIMEIROS MINUTOS
Os drones pode ser
posicionado rapidamente sobre o foco de incêndio, atuando como resposta inicial
enquanto as equipes se organizam.
Ganha-se tempo crucial para
conter a propagação do fogo.
TECNOLOGIA A SERVIÇO DA VIDA
E DO MEIO AMBIENTE
Além de proteger vidas
humanas, o uso do drone reduz o desgaste estrutural de prédios, reduz o impacto
ambiental e ajuda a preservar o entorno das áreas afetadas.
Combate inteligente, preciso
e com menor dano colateral.
EM SUPORTE LOGÍSTICO: PARA
MISSÕES TÁTICAS E EMERGENCIAIS
Muito além do combate ao
fogo, o Drone Bombeiro também atua como um aliado estratégico em operações
logísticas emergenciais.
Com capacidade de suportar
cargas de até 100 kg em um raio de até 2 km, pode transportar ferramentas,
mantimentos, equipamentos de salvamento e suprimentos médicos até em locais de difícil
acesso, como áreas alagadas, mata fechada ou regiões com vítimas isoladas.
Ideal para enchentes, buscas
e resgates em florestas, montanhas ou zonas urbanas com bloqueios. Uma
tecnologia versátil que salva vidas por terra, céu e água. Fonte: UAVI, empresa brasileira de tecnologia aérea
Um forte temporal acompanhado
de um tornado atingiu a área rural do município de Piraí do Sul, na região dos
Campos Gerais do Paraná, no fim da tarde de sábado, 8 de agosto de 2026.
PRINCIPAIS IMPACTOS E
DESTRUIÇÃO
Intensidade: O Simepar
(Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná) classificou o
fenômeno como um tornado de categoria F3, com ventos estimados acima de 250
km/h (alguns relatos preliminares indicaram picos ainda maiores em áreas
específicas).
Danos Materiais: Cerca de 20 a 30 residências
foram severamente danificadas ou completamente destruídas em comunidades rurais
(como as regiões do Fundão, Capinzal e Jararaca), localizadas a cerca de 30 km
do centro da cidade. Vários galpões, árvores, postes de energia e cercas também
vieram abaixo, isolando temporariamente alguns trechos e deixando moradores sem
luz.
Desalojados: Proximamente 20
a 30 pessoas ficaram desalojadas, precisando buscar abrigo em casas de
familiares na região.
VÍTIMAS FATAIS
Apesar da violência dos
ventos e da destruição de dezenas de imóveis, não houve registro de mortes em
decorrência do tornado em Piraí do Sul. A Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e
as equipes municipais atuaram prontamente na distribuição de lonas e no auxílio
aos moradores afetados para a desobstrução de estradas e reestabelecimento da
normalidade.
OUTROS MUNICÍPIOS TAMBÉM FORAM AFETADOS
As instabilidades provocadas
pelo temporal também causaram danos em outras cidades do Paraná, incluindo
Jaguariaíva, Sapopema e Candói.
RELATOS DE MORADORES
Moradores relataram que a
tempestade atingiu principalmente áreas rurais de Piraí do Sul, nas localidades
de Fundão, Jararaca e Capinzal.
O morador Alisson estava com
a esposa, Elizabeth, na propriedade da família, no bairro Fundão, quando os
dois perceberam a formação da tempestade se aproximando.
“Quando olhamos para longe,
vimos aquilo chegando. Era enorme, assustador, bem maior do que aparece na
filmagem. Vinha na direção da nossa casa.”
Segundo Alisson, o fenômeno
mudou de direção antes de atingir diretamente a propriedade. A gravação foi
feita por volta das 17h20.
“Naquele momento, clamamos a
Deus por misericórdia e vimos que ele afinou, diminuiu bastante e passou à
direita da nossa propriedade.”
CLASSIFICAÇÃO DO TORNADO
Ventos chegaram a 332 km/h estima
Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).
Segundo o Simepar, tornado teve trajetória
contínua de destruição de pelo menos 17,3 km e foi classificado como F3 na
Escala Fujita.
Segundo o órgão, a análise
integrada de inspeções de campo, imagens de radar e aerofotogrametria por drone
confirmou uma trajetória contínua de destruição de pelo menos 17,3 km ao longo
da zona rural de Piraí do Sul, passando por localidades como Jararaca, Fundão e
Boa Vista.
"A formação da
supercélula que originou o tornado teve como “combustível” a presença de ar
quente e úmido vindo do Norte do Brasil devido à atuação de um sistema de baixa
pressão sobre o Paraguai. O deslocamento de uma frente fria pelo Sul do país
intensificou a umidade, e o cisalhamento do vento, ou seja, aumento e/ou
mudança de direção do vento em relação à altura, entre a tarde e o início da
noite do dia 8 de agosto favoreceu a formação de tempestades organizadas no
Oeste, Centro Sul e Campos Gerais, com ambiente favorável para ocorrência do
tornado".
COMO FOI FEITA A
CLASSIFICAÇÃO DO TORNADO EM PIRAÍ DO SUL
O Simepar explica que a
reconstrução da trajetória do tornado e a estimativa da intensidade dos ventos
foram feitas através da análise integrada de vistorias de campo, imagens de
radar meteorológico e levantamentos realizados com drone, em um esforço
conjunto entre o Simepar e a Defesa Civil do estado do Paraná.
"Imagens enviadas pela
população, feitas no momento da passagem do fenômeno, ajudaram a compreender a
formação, intensificação, deslocamento, interação com a superfície e dissipação
do tornado. Os vídeos e visitas à campo também foram importantes para
compreender a movimentação de detritos, deformação da vegetação e deslocamento
de objetos".
A estimativa da intensidade
dos ventos foi realizada com base nos critérios da Escala Fujita, considerando
as características e a severidade dos danos observados em campo, como por
exemplo colapso estrutural severo de edificações de alvenaria, madeira, e até
mesmo uma torre de transmissão de energia elétrica.
"As análises permitiram
observar que pedaços de madeira, fragmentos de telhas cerâmicas e galhos de
araucárias foram arremessados com força suficiente para penetrar o solo e
incrustar em troncos de árvores. Araucárias e outras árvores de grande porte
tiveram seus troncos decepados em meia altura, áreas de pastagem ficaram com
ranhuras e houve remoção localizada da cobertura vegetal e da camada superficial
do solo associada à ação dos ventos intensos".
O órgão finaliza explicando
que a classificação representa uma estimativa da intensidade máxima do tornado
com base nos danos observados, e não uma medição direta da velocidade dos
ventos. Fontes: Correio do Povo - 09/08/2026;
g1 PR e RPC-08/08/2026; g1 PR-15/08/2026; @ZR
CÉSIO-137: VEJA CRONOLOGIA DO MAIOR ACIDENTE RADIOLÓGICO
Contaminação que aconteceu em
setembro de 1987 deixou quatro pessoas mortas e mais de mil afetadas. Acidente
marcou a história de Goiânia e do Brasil.
A contaminação do Césio-137, em Goiânia,
marcou para sempre a história da cidade e também do Brasil. O caso foi o maior
acidente radiológico do mundo, deixando quatro pessoas mortas e mais de mil
pessoas afetadas.
Para se ter uma ideia do
perigo representado por aquela substância azul brilhante, o acidente de 1987
foi classificado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) como nível 5
, em uma escala de 1 a 7. Ele só não fez mais vítimas porque houve a atuação de
pessoas da população e de especialistas, como o físico Walter Mendes, que se
deram conta da gravidade da situação.
Mesmo contida a contaminação
e passadas quase quatro décadas desde que aconteceu, o episódio ficou marcado
na memória da sociedade goianiense, ainda que a cidade tenha tentado apagá-la.
Confira abaixo a cronologia
do acidente radioativo, de acordo com o livro "Césio 137", da
Secretaria de Estado de Saúde de Goiás:
13 DE SETEMBRO DE 1987
Wagner Mota Pereira e Roberto
Santos Alves retiraram um aparelho de radioterapia abandonado das ruínas do
IGR, no Setor Central, em um terreno que pertencia à Santa Casa de
Misericórdia. O objetivo era vender a peça para um ferro-velho. Por isso, eles
removem o lacre da cápsula, na qual estava a substância até então desconhecida.
18 DE SETEMBRO
Nesse dia, Devair Alves Ferreira,
dono de um ferro-velho localizado na Rua 26-A, no Setor Aeroporto, comprou a
peça e a deixou em seu depósito. À noite, ao passar pelo pátio do local, ele
percebeu que a emissão de um brilho azul. Era o pó de Césio-137. Impressionado,
ele levou a peça para casa. Nos dias seguintes, a substância brilhante foi
distribuída entre amigos e familiares que o visitaram.
28 DE SETEMBRO
Depois de as pessoas que
manipularam a substância começaram a apresentar problemas de saúde, como
coceiras, vômitos e diarreia, a esposa de Devair, Maria Gabriela, pegou a
cápsula e levou, de ônibus, em uma sacola plástica, à Vigilância Sanitária,
também no Setor Aeroporto.
29 De Setembro
Nesse dia, o físico Walter
Mendes Ferreira foi chamado para analisar a substância desconhecida deixada na
Vigilância Sanitária. Com um aparelho de medição de radiações ionizantes, ele
identificou o risco e orientou a evacuação imediata. O acidente foi
oficialmente reconhecido e notificado à Comissão Nacional de Energia Nuclear
(Cnen), que depois comunicou o caso à Agência Internacional de Energia Atômica
(AIEA).
30 DE SETEMBRO
Técnicos da Cnen chegaram a
Goiânia e, com o auxílio de medidores de radiação, mapearam outros locais contaminados
na cidade. Entre eles estava o físico José de Júlio Rozental, que ficou
responsável por coordenar as ações de controle e na mitigação das consequências
do acidente.
OUTUBRO DE 1987
Ao longo de todo o mês de
outubro, o Estádio Olímpico, atual Centro de Excelência do Esporte, foi palco
de um gigantesco esquema de triagem e monitoramento, pelo qual passaram 112.800
pessoas. Dessas, 249 foram identificadas com contaminação, em menor ou maior
nível. No final, 129 necessitaram de acompanhamento médico permanente.
23 DE OUTUBRO
Morrem Leide das Neves
Ferreira, de 6 anos, e Maria Gabriela Ferreira, sobrinha e esposa de Devair, o
dono do ferro-velho. Ivo Alves Ferreira, pai de Leide, foi visitá-lo no dia 24
de setembro e levou fragmentos de césio para a casa da família. A filha pequena
foi a mais afetada por ter brincado com o pó e ingerido partículas. Já Maria
Gabriela foi a responsável por evitar que a tragédia fosse ainda maior por ter
desconfiado de que havia algo errado com a substância.
25 DE OUTUBRO
Os rejeitos do Césio 137
chegam ao então distrito de Abadia de Goiás, a pouco mais de 20 km da capital,
e são armazenados em um depósito provisório, embaixo de um piso de concreto a
céu aberto.
27 DE OUTUBRO
Morre a terceira vítima do
acidente, Israel Batista dos Santos, de 20 anos, funcionário de Devair. Ele
trabalhou na remoção do chumbo da fonte.
28 DE OUTUBRO
Admilson Alves de Souza se
torna a quarta vítima fatal. Ele também era um funcionário do ferro-velho, que
manipulou a fonte radioativa. Ele perdeu a vida com apenas 18 anos. Ele e as
outras três vítimas foram enterradas em caixões revestidos de chumbo.
30 DE SETEMBRO A 21 DE
DEZEMBRO
Durante todo esse período,
foi feito o processo de descontaminação de Goiânia, que envolveu 40 técnicos da
Cnen, que trabalhavam em um revezamento de dez técnicos por semana. No total,
sete casas foram demolidas e 41 evacuadas, por focos terem sido identificados.
10 DE MARÇO DE 1988
Em uma audiência no Congresso
Nacional à Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal, o presidente da
Cnen, Rex Nazaré Alves, apresenta o "Relatório do Acidente Radiológico de
Goiânia”. O fato é considerado o marco da conclusão da descontaminação da
capital.
1989
Fica decidido que o
repositório construído em Abadia de Goiás seria o local definitivo dos rejeitos
radioativos. E no dia 1º de junho daquele ano, foi criado o Centro Regional de
Ciências Nucleares do Centro-Oeste (CRCN-CO) para representar regionalmente a
Cenen. Somente em 1991 começou a construção do depósito definitivo que
abrigaria os rejeitos e do complexo administrativo que sediaria o CRCN-CO.
5 DE JUNHO DE 1997
Quase uma década após o
acidente radiológico, foi inaugurado o Depósito de Rejeitos Radioativos de
Abadia de Goiás. O espaço abriga dois depósitos: um com 40% do total de
rejeitos, considerada a parcela menos radioativa, e outro nos quais foram
abrigados 60% dos rejeitos, considerados efetivamente radioativos. Nesse
segundo local estão os restos da fonte principal que originou o acidente de
Goiânia. Fonte: g1 Goiás-05/04/2026
Um tornado atingiu o
município de Pedro Osório, localizado na Região Sul do Rio Grande do Sul, na
tarde de quinta-feira (6 de agosto de 2026).
DANOS PROPRIEDADE
Cerca de 10 propriedades
rurais sofreram danos severos, com casas, galpões e implementos agrícolas
destruídos ou danificados.
Na área urbana, foram
registrados destelhamentos, além de quedas de árvores, postes e fios
VÍTIMAS
A Defesa Civil e a prefeitura
estimam que 150 famílias foram afetadas direta ou indiretamente na região do
interior, principalmente na localidade de Vila Matarazzo.Não há vítimas
RELATOS DE MORADORES
A dona de casa Valdecira também
presenciou o fenômeno e se assustou com o som do vento. "Era coisa muito
feia, foi horrível. O barulho também se ouviu, era muito feio", conta.
O ajudante secadorista Nilmar
, definiu a cena como devastadora: "A coisa mais triste que eu já vi. A
gente já passou por outros temporais, mas nem chegou perto disso aí".
Em uma fazenda da região, um
galpão de máquinas teve o telhado praticamente todo arrancado. A força do vento
arremessou uma das telhas de metal no alto de uma árvore de eucalipto. Uma
estufa de hortaliças também ficou destruída, e funcionários passaram o dia
trabalhando na remoção da vegetação que caiu pela propriedade.
O produtor rural Leonardo teve
a casa destruída. O morador conta com a ajuda de amigos e vizinhos para limpar o
local.
"É desolador, né? Ver
tudo que a gente constrói com sacrifício, trabalhar ali, chegar e ver tudo no
chão, é difícil. Eu tenho 42 anos, nunca vi e peço a Deus e rezo para nunca
mais ver, nunca mais passar por isso", lamentou.
APOIO E RECONSTRUÇÃO
Equipes da Prefeitura, da
assistência social e da Defesa Civil mobilizaram-se para realizar o levantamento
detalhado dos prejuízos e prestar auxílio às famílias atingidas, contando
também com mutirões locais para ajudar os moradores a salvarem o que
restou.
QUASE UMA CATÁSTROFE MAIOR
O prefeito de Pedro Osório,pontuou
que o tornado passou a apenas cerca de 200 metros da área mais adensada da Vila
Matarazzo (que conta com dezenas de moradias de estrutura mais frágil). Se o
funil tivesse atingido o centro da vila em cheio, o cenário poderia ter sido
catastrófico.
SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA
O prefeito do município, afirmou
que a prefeitura deve decretar situação de emergência para buscar auxílio
estadual e federal.
CAUSAS METEOROLÓGICO
O fenômeno foi confirmado
pela Climatempo e pela Defesa Civil estadual, originando-se a partir de uma
supercélula de tempestade associada ao avanço de uma frente fria e à formação
de um ciclone extratropical no oceano.
CORREDOR DE TORNADOS
O Rio Grande do Sul está
situado em uma área geográfica conhecida como parte do corredor de tornados da
América do Sul, propícia ao encontro de massas de ar quente e úmido com frentes
frias, o que favorece a rotação de tempestades severas.
Quando os ventos mudam de direção
e velocidade conforme a altitude, a tempestade começa a girar. O tornado é justamente
a coluna de ar em rotação que liga a base da nuvem ao solo. Em poucos minutos,
os ventos podem ultrapassar 300 quilômetros por hora.
O QUE É O TORNADO
Conforme a Climatempo
Meteorologia, "o tornado é uma corrente de ar ascendente gerada entre a
base da supercélula e o solo, em forma de funil, com movimento giratório."
"A passagem de um
tornado provoca torções em objetos justamente por causa desta característica de
giro intenso. O prolongamento da base da supercélula em formato de funil é
visível no horizonte. Quando o funil toca o solo, chamamos de tornado",
continua a explicação.
"Em muitos casos",
continua a Climatempo, "o funil é visível apenas na base da nuvem e não
chega ao solo."
Ainda segundo a empresa,
"o tornado pode se deslocar e causas danos em alguns quilômetros. O mesmo
padrão de estragos é visível ao longo de um caminho". Fontes: g1 RS e RBS TV-08/08/2026;
@ZR
INCENDIO, EXPLOSAO NA LINHA DE TREM DA CPTM, ZONA LESTE
Uma ocorrência grave
envolvendo um trem na Zona Leste de São Paulo marcou o sistema de transporte
metropolitano:
DETALHES DO INCIDENTE
Data e Horário: Por volta das
5h38 de uma quinta-feira (23 de julho de 2026).
Local: Trecho entre as
estações Brás e Tatuapé (na Zona Leste / ligação com a região central).
Linha Afetada: Linha
12-Safira, operada pela concessionária Trivia Trens (que havia assumido a
gestão definitiva das linhas recentemente, junto com as linhas 11-Coral e
13-Jade.
OCORRÊNCIA E IMPACTOS
A Explosão e o Fogo: Um forte
curto-circuito gerou uma explosão e um princípio de incêndio em um dos vagões.
Passageiros registraram em vídeo o momento de pânico, chamas e fumaça
intensa.
Paralisação: O incidente
desligou subestações de energia, paralisando temporariamente a circulação das
linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade, além do Expresso Aeroporto.
ÔNIBUS EMERGENCIAIS
O sistema PAESE (ônibus
emergenciais) foi acionado com 21 ônibus e o Metrô (Linha 3-Vermelha) operou com
reforço para absorver o fluxo de cerca de 900 mil passageiros afetados.
Evacuação: Os passageiros
precisaram abrir as portas manualmente e caminhar pelos trilhos em meio à
fumaça para escapar do perigo. O Corpo de Bombeiros foi acionado com três
viaturas e controlou as chamas.
Vítimas: Apesar do susto, da
correria e do atendimento a pessoas com crises de ansiedade ou inalação leve de
fumaça, não houve registro de feridos graves ou vítimas fatais.
CAUSA PROVÁVEL
O que costuma provocar esses
episódios?
.Rompimento ou falha na Rede
Aérea (Catenária):
.A fiação de alta tensão
(3.000 volts) pode sofrer desgaste, queda de galhos ou interferência externa.
.Problemas no Pantógrafo:
A estrutura metálica no topo
do trem que coleta a energia da rede aérea pode enganchar ou sofrer
superaquecimento.
ARCO ELÉTRICO (SENSAÇÃO DE
"EXPLOSÃO"):
Quando ocorre um curto-circuito
de alta voltagem, é gerado um estalo alto acompanhado de um clarão intenso e
fumaça, o que muitas vezes é percebido pelos passageiros como uma explosão ou
incêndio no vagão.
Fonte: g1 SP e TV Globo, TV
Globo e g1 SP — 23/07/2026; @ZR
TEMPORADA DE INCÊNDIOS FLORESTAIS DE 2026 NO CANADÁ
A temporada de incêndios
florestais de 2026 no Canadá começou de forma lenta, mas com alto risco de fogo
em todo o país. Ao longo de junho e julho, a temporada se intensificou, com
mais de 949 incêndios ativos em todo o território em meados de julho,
principalmente nos Territórios do Noroeste, em Manitoba, na Colúmbia Britânica,
em Ontário, no Quebec e em Saskatchewan. Foram registrados incêndios florestais
em nove das dez províncias e nos três territórios.
Cerca de 1.000 incêndios
florestais ativos foram registrados em todo o país em meados de julho, com as
maiores concentrações nos Territórios do Noroeste, Manitoba, Colúmbia
Britânica, Ontário, Quebec e Saskatchewan.
A fumaça dos incêndios
espalhou-se muito além das áreas afetadas pelo fogo, atingindo grande parte do
Canadá e regiões dos Estados Unidos. A fumaça prejudicou a qualidade do ar em
cidades como Toronto, Nova York, Chicago, Detroit e Washington, D.C.
Imagens de satélite da NASA e
de outras agências mostraram enormes plumas de fumaça visíveis do espaço, estendendo-se
pelo leste do Canadá e chegando ao nordeste dos EUA.
Em sua atualização de julho,
o governo canadense informou que, embora a atividade sazonal de incêndios
estivesse, no geral, abaixo da média dos últimos cinco anos, esperava-se um
aumento no risco de incêndios com o avanço do verão, devido às condições de
calor e tempo seco.
Cientistas continuam
apontando as temperaturas mais elevadas, a seca prolongada e as temporadas de
incêndios mais longas — associadas às mudanças climáticas — como os principais
fatores que aumentam a frequência e a intensidade desses incêndios.
EVACUAÇÕES:
Mais de dezenas de
comunidades e Primeiras Nações locais (incluindo Whitesand, Lac La Croix e
Collins First Nation) enfrentaram evacuações obrigatórias.
PANORAMA NACIONAL:
Centenas de incêndios ativos
em todo o Canadá já consumiram mais de 1,4 milhão de hectares nesta temporada.
FUMAÇA
Transporte de fumaça e
impactos na qualidade do ar
Uma forte corrente de jato e
um padrão meteorológico de alta pressão estão empurrando densa fumaça de
incêndios florestais por vastas regiões:
Canadá: Qualidade do ar
perigosa e uma espessa névoa alaranjada cobriram repetidamente grandes centros
populacionais, incluindo Toronto, Hamilton, Ottawa, Edmonton e Calgary.
ESTADOS UNIDOS:
A fumaça se espalhou
intensamente pelo Meio-Oeste, pela região dos Grandes Lagos e pela Costa Leste.
Avisos sobre a qualidade do ar afetaram dezenas de milhões de pessoas em
cidades como Chicago, Detroit, Minneapolis, Baltimore e Nova York.
RESPOSTA A EMERGÊNCIAS
Assistência Federal: Mais de
5.300 bombeiros e quase 300 aeronaves (aviões-tanque, helicópteros, aviões de
transporte) estão mobilizados. As Forças Armadas do Canadá mobilizaram
aeronaves CC-130 Hercules para evacuações de emergência.
PERSPECTIVAS
O órgão Environment and
Climate Change Canada prevê que temperaturas acima da média e condições de seca
persistam durante o restante de julho e agosto, mantendo elevado o risco de
incêndio no norte de Ontário, em Quebec, nos Territórios do Noroeste e no interior
da Colúmbia Britânica.
Fontes: ABC News – july 15, 2026, The Guardian, july 2026, Canada News,
july 2026; Wikipedia - 22 July 2026
INCÊNDIO EM PUB EM BANGKOK DEIXA DEZENAS DE MORTOS
Um incêndio devastador
atingiu um pub em Bangkok, na Tailândia. A tragédia reacendeu sérias
preocupações nacionais sobre as normas de segurança contra incêndios e a
fiscalização regulatória nos locais de vida noturna do país.
INCÊNDIO
O incêndio começou pouco
antes da meia-noite, na madrugada de segunda-feira, 13 de julho de 2026, no pub
“Na Ladprao”, na zona norte da capital tailandesa.
Segundo os músicos no palco notaram fumaça
saindo de um disjuntor ou de um aparelho de ar-condicionado no teto, momentos
antes de a energia acabar completamente.
Logo após a queda de energia,
ouviu-se uma explosão e as chamas se espalharam violentamente pelo local.
FUMAÇA TÓXICA: O fogo
rapidamente incendiou materiais decorativos e acústicos no teto, gerando uma
fumaça espessa, tóxica e totalmente negra que tomou conta de todo o interior em
poucos minutos, deixando os clientes presos sem visibilidade.
BOMBEIROS
Os bombeiros chegaram
rapidamente e conseguiram controlar o foco principal do incêndio em cerca de 30
minutos, mas o interior já estava completamente destruído.
VÍTIMAS
Pelo menos 30 pessoas
morreram e dezenas ficaram feridos. Dezenas de sobreviventes permanecem
hospitalizados em unidades de terapia intensiva com ferimentos críticos e
queimaduras graves.
TRÁGICO
Tragicamente, as autoridades
informaram que a grande maioria das vítimas morreu devido à inalação severa de
fumaça, e não por queimaduras diretas. Muitos das vítimas foram encontradas
amontoadas nos banheiros do fundo — que não possuíam janelas —, para onde
haviam fugido na escuridão total tentando escapar do calor e da fumaça.
FALHAS DE SEGURANÇA E
INVESTIGAÇÃO
Uma investigação em curso,
conduzida pelas autoridades tailandesas, apontou várias falhas graves de
segurança e violações das normas regulatórias:
SAÍDAS BLOQUEADAS E TRANCADAS
As conclusões iniciais
mostram que saídas de emergência vitais estavam comprometidas. Uma saída era
destinada exclusivamente aos funcionários, enquanto outra rota de fuga
principal estava trancada ou fisicamente obstruída por mesas e caixas de
cerveja, criando um gargalo mortal no momento em que a multidão, em pânico,
tentava escapar.
DECORAÇÃO INFLAMÁVE
Investigadores estão
examinando atentamente a espuma acústica e o revestimento do teto — materiais
altamente combustíveis — que permitiram que o incêndio se propagasse a uma
velocidade incontrolável.
QUESTÕES DE LICENCIAMENTO
O primeiro-ministro
tailandês, revelou que, embora o local possuísse licenças básicas de operação,
não estava licenciado para receber apresentações de música ao vivo, apesar de
fazê-lo regularmente.
Em resposta à tragédia, o
governo tailandês ordenou auditorias de segurança imediatas e inspeções
urgentes de todos os locais de entretenimento e vida noturna em todo o
país.Fontes: BBC News - Sunday 12
July 2026; NPR- The Associated Press - Published July 12, 2026