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Acidentes, Desastres, Riscos, Ciência e Tecnologia

terça-feira, dezembro 15, 2015

Motorista escapa por pouco da morte quando a viga de aço atinge o carro

Autoridades do norte da Califórnia, disseram que  um motorista teve sorte de estar vivo depois de uma grande viga de aço penetrou pelo pára-brisa do carro quando trafegava numa  rodovia em San Jose.
O oficial do Corpo de Bombeiros de San Jose, Christopher Salcido,  disse que a viga caiu de uma carreta, colidindo com o pára-brisa e penetrando próximo ao assento do motorista da BMW. O motorista do veiculo sofreu um pequeno arranhão no braço direito.
Ambos os veículos estavam trafegando a 97 km / h quando o acidente ocorreu por volta do meio-dia de sexta-feira, 11 de dezembro,  na rodovia  I-280.
O porta-voz  da Polícia Rodoviária da Califórnia disse que o motorista do caminhão será  citado por deixar cair a carga   quando o inquérito for concluído. Fonte: @ZR, Associated Press, 15 de dezembro de 2015
Comentário: Manter distância segura de veículos de carga é a melhor prevenção.
Porém, para manter uma distância segura entre os veículos nas rodovias, sem a utilização de cálculos, fórmulas ou tabelas, uma dica, usar "o ponto de referência fixo":
- Observe a estrada à sua frente e escolha um ponto fixo de referência (à margem) como uma árvore, placa, poste, casa, etc.
- Quando o veículo que está à sua frente passar por este ponto, comece a contar pausadamente: cinqüenta e um, cinqüenta e dois. (mais ou menos dois segundos).
- Se o seu veículo passar pelo ponto de referência antes de contar (cinqüenta e um e cinqüenta e dois), deve aumentar a distância, diminuindo a velocidade, para ficar em segurança.
- Se o seu veículo passar pelo ponto de referência após você ter falado as seis palavras, significa que a sua distância, é segura.
- Este procedimento ajuda você a manter-se longe o suficiente dos outros veículos em trânsito, possibilitando fazer manobras de emergência ou paradas bruscas necessárias, sem o perigo de uma colisão. Atenção: Esta contagem só é válida para veículos pequemos (até 6 metros) e na velocidade de 80 e 90 km e em condições normais de veículo, tempo, estrada. Fonte: Depto de Trânsito do Paraná

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sexta-feira, dezembro 11, 2015

Deslizamento de terra atinge e derruba prédios na China

O deslizamento da encosta de uma montanha com 4.500 m3 de terra atingiu dois edifícios em uma rua em Congjiang County, sudoeste da província de Guizhou, China,  na terça-feira de manhã, 8 de manhã, sem causar vítimas.
O deslizamento foi gravado por uma câmera de vigilância da rua. Vários moradores  notaram o deslizamento de terra com  os edifícios inclinando.
"Estávamos apanhando lenha quando pedras começaram a cair. Meu marido disse que era um deslizamento de terra, e então eu vi as árvores estavam se mexendo", disse um morador.
Os moradores começaram a acenar para os motoristas, tentando  parar o tráfego diante dos edifícios. "Os motoristas não perceberam o deslizamento de terra e ainda os carros trafegavam  pelo local. Gritamos para parar todos os carros. É perigoso aqui.  Eles pararam a tempo", disse uma senhora.

Em seguida, o deslizamento de terra atingiu os edifícios e desabaram. Segundo as autoridades locais, a montanha estava instável com perigo de desastre geológico. Os moradores foram realocados para outro local. A chuva contínua na região deve ter agravado  a instabilidade da montanha.
A polícia bloqueou a área e especialistas estavam monitorando a atividade da montanha.

Fonte:@ZR; CCTV News - 08 dezembro de 2015

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terça-feira, dezembro 08, 2015

Explosão em shopping mata trabalhador em Taubaté, SP

A explosão aconteceu por volta das 15 h, 25 de setembro de 2014,  durante a montagem de uma pista de kart, que está sendo construída em cima do estacionamento coberto, nos fundos do estabelecimento. O shopping Via Vale Garden Shopping fica às margens da Dutra, Taubaté  e foi inaugurado em 2012.

CAUSA
De acordo com informações preliminares dos bombeiros, a vítima estava usando uma lixadeira num tambor. Ele fazia adaptação nos tambores que serviriam de contrapeso na fixação dos toldos no chão.
Os tambores haviam servido anteriormente para armazenamento de um líquido inflamável - não identificado pela perícia.

VÍTIMA
Uma faísca teria causado a explosão e o tambor atingiu o corpo da vítima, peito, face e o pescoço causando uma grande hemorragia,  veio a falecer no local.

SHOPPING
A assessoria de imprensa do Via Vale informou, por meio de nota, que lamenta o ocorrido que causou a morte de um trabalhador  da empresa contratada por um locatário para executar a montagem e operação do empreendimento.

POLÍCIA
O local foi isolado pela perícia, mas o shopping seguiu funcionando normalmente.
Fonte: @ZR, G1- 25/04/2014
  
Comentário: A permissão para trabalho é uma autorização de controle, onde deve constar em que condições se encontra o local, no caso em questão, o tanque, recomendações a serem seguidas e verificações periódicas a serem executadas, além da adoção de algumas práticas de prevenção.  A permissão tem como objetivo a manutenção das condições iniciais seguras do trabalho. Uma análise cuidadosa deve ser feita antes e durante trabalhos desenvolvidos no local.
Isto reforça a necessidade de emitir ordem de serviço e análise preliminar de risco para execução de serviços que envolvem produtos inflamáveis, corte e solda. Em geral, a pessoa leiga não treinada acredita intuitivamente que não há risco.
Os avisos adicionais em relação ao corte ou soldagem são necessários, assim como instruções para evitar todas as fontes de ignição.
O treinamento é uma obrigação legal do empregador, informar ao empregado sobre os riscos inerentes ao local de trabalho e sobre as medidas de prevenção necessárias para minimizar ou neutralizar a exposição. O treinamento é indispensável, independente da existência de outros métodos de controle, ou seja, é uma medida complementar. Tem como principal objetivo dar condições para que o trabalhador identifique os riscos, as medidas de prevenção, informar e desenvolver habilidades referentes aos procedimentos operacionais apropriados que garantam a eficiência das medidas de controle adotadas.

Este caso envolve as seguintes normas e recomendações;
■ Comunicação de Riscos
■ Norma de produto inflamável
■ Fatores humanos – treinamento
■ Manual de Produtos Químicos
■ Etiqueta de aviso de perigo

Finalidade da Comunicação de Riscos
■ Identificação dos riscos
■ Procedimentos de segurança para trabalhar com produtos inflamáveis
■ Procedimentos de comunicação de riscos
■ A Importância das Etiquetas de Identificação /Etiqueta de alerta
■ Equipamentos de Proteção Individual
■ FISPQ – Manual de Produtos Químicos


Enquanto não tiver a integração da política de segurança do governo envolvendo as entidades de classe, trabalhador e sociedade para divulgar a segurança dificilmente o índice de acidente reduzirá e consequentemente o investimento que poderia ser direcionado para outras áreas do governo será canalizado para previdência social para atendimento dessa parcela de acidentes cada vez maior, tais como; hospitais públicos, aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, auxílio-acidente, pensão por morte, reabilitação profissional. O acidente de trabalho no Brasil é uma bola de neve.

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quarta-feira, dezembro 02, 2015

EUA aprovam o primeiro salmão transgênico para consumo humano

A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) aprovou na quinta-feira, 19 de novembro,  a produção, venda e consumo de um salmão geneticamente modificado para crescer na metade do tempo. É o primeiro animal transgênico destinado a servir de alimento no mundo.

CRESCIMENTO RÁPIDO
A empresa de biotecnologia norte-americana AquaBounty, criadora do salmão, aplaudiu em um comunicado a decisão do órgão regulador dos EUA. Seu peixe, batizado de AquAdvantage, é um salmão atlântico que recebeu o DNA do salmão real, uma espécie gigante do Oceano Pacífico. Graças a essa modificação, os peixes produzem mais hormônio de crescimento e podem alcançar em um ano e meio o tamanho típico dos três anos, que é o exigido pelo mercado. A empresa anunciou em 2010 a aprovação iminente de seu produto, o que ainda levou mais cinco anos em meio em meio a protestos de organizações antitransgênicas.

NÃO HÁ NECESSIDADE RÓTULO DE TRANSGÊNICO
O órgão regulador dos EUA não exige que o salmão seja etiquetado como transgênico
A FDA não exige que o salmão AquAdvantage seja etiquetado como transgênico, já que “é tão seguro e nutritivo como o salmão atlântico não modificado geneticamente” e “não é materialmente diferente”. Na Europa, a empresa não pediu a aprovação de seu peixe, segundo informações de Josep Casacuberta, cientista do CSIC (Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha) e membro do grupo de transgênicos da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar. O salmão transgênico recebe o sinal verde depois de mais de 25 anos de exames.

RECEIO QUE O PEIXE ESCAPE PARA O MEIO AMBIENTE
Um dos principais argumentos dos críticos do AquAdvantage é o temor dos efeitos na natureza caso o peixe escape para o meio ambiente. A FDA afirma que as instalações nas quais o animal será criado – tanques em terra na ilha do Príncipe Eduardo (Canadá) e no Panamá – “dispõem de uma série de barreiras físicas múltiplas e repetidas para evitar que os ovos e os peixes escapem”. As instalações, explica a FDA, serão vigiadas com patrulhas com cachorros e rodeadas de arame farpado. Além disso, só serão produzidas fêmeas estéreis, segundo o órgão regulador, ainda que a técnica de esterilização não seja infalível.

O peixe transgênico aprovado na quinta-feira para consumo humano nos EUA tem um precedente em Cuba. Em 1999, cientistas do Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia de Havana anunciaram que não detectaram “nenhum efeito em pessoas sãs voluntárias após consumirem tilápias (um grupo de peixes de origem africana) transgênicas  criadas em seu laboratório. Fonte:  @ZR, El País - 19 Nov 2015  

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terça-feira, dezembro 01, 2015

Mudança climática: 12 pontos-chave para a cúpula de Paris

Os representantes de 195 países, a maioria dos Estados do mundo, reúnem-se na Cúpula do Clima de Paris, entre 30 de novembro e 11 de dezembro. Neste encontro, tratarão de fechar o primeiro acordo global para tentar frear a mudança climática.

O QUE É A MUDANÇA CLIMÁTICA?
Os chamados gases do efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono (CO2), acumulam-se na atmosfera e impedem que as radiações infravermelhas que o planeta emite para se esquentar saíam para o espaço. Isso faz com que a temperatura do planeta suba. Esses gases sempre estiveram presentes na atmosfera. O problema, segundo o consenso (quase absoluto) dos cientistas, é que as atividades humanas contribuíram para romper o equilíbrio que existia. A indústria, o transporte e os usos do solo aumentaram a concentração desses gases. Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), a concentração de CO2 na atmosfera chegou, em 2014, a 397,7 partes por milhão (ppm). Antes da Revolução Industrial, era de 279 ppm.

QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA MUDANÇA CLIMÁTICA?
Os cientistas do grupo IPCC da ONU mostraram que, se o ser humano continuar com o ritmo de emissão de gases sem tomar medidas para reduzir as consequências, a temperatura média global subirá de 3,7 a 4,8 graus em 2100, em relação ao nível pré-industrial. Além do aumento da temperatura e do nível do mar, os cientistas sustentam que também afetará os fenômenos climáticos extremos, como inundações, secas e ciclones. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA analisou 28 fenômenos extremos registrados no planeta em 2014. E concluiu que em 14 casos a mudança climática fez com que eles fossem mais prováveis ou mais fortes.

PODE SER REVERTIDA?
Os cientistas do IPCC alertam que já existe uma mudança climática comprometida pelos gases do efeito estufa que o homem emitiu, principalmente, desde a década de setenta do século passado. Por isso, não dá para impedir que a temperatura média global aumente. A opção que existe é limitar esse aumento para dois graus em 2100, em relação aos níveis pré-industriais, para evitar grandes desastres naturais.

O QUE É A COP21 DE PARIS?
A vigésima primeira Conferência das Partes (COP21) é a cúpula em que se sentam os 195 países signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC). Nesse tratado internacional, de 1992, foi reconhecida a importância do aquecimento global. Mas esse texto tem que se desenvolver com medidas concretas.

O QUE É O PROTOCOLO DE KYOTO?
O Protocolo de Kyoto, de 1997, fixa as metas concretas de redução de gases que os países desenvolvidos têm que atingir. No entanto, ele foi legalmente vinculado a apenas 37 Estados, dos quais 28 pertencem à União Europeia, e que representam 12% das emissões globais. As principais potências emissoras de gases ficaram fora: China, por não estar no grupo de países desenvolvidos, e os EUA, que não ratificou o protocolo. Kyoto entrou em vigor em 2005, e em dez anos de aplicação, conseguiu uma redução de 22% das emissões nos 37 países signatários, muito acima dos 5% fixados como meta. Mas, por não afetar as principais potências, as emissões globais continuaram crescendo. Entre 2000 e 2010, por exemplo, subiram 24%.

O QUE SERÁ DISCUTIDO EM PARIS?
Um protocolo para substituir o de Kyoto e que começaria a ser aplicado a partir de 2020. Neste caso, a intenção é que os 195 signatários realizem políticas de mitigação, ou seja, reduzam as emissões de gases. Além disso, espera-se que seja fixado como objetivo que, ao final do século, a temperatura global não supere os dois graus, embora Estados mais expostos (como os insulares) queiram baixar essa meta para 1,5 graus.

QUAL A FÓRMULA ESCOLHIDA?
O tratado não vai impor metas individuais de redução de CO2. Para tentar não repetir Kyoto, com um alcance muito limitado, optou-se por outra fórmula: cada país, voluntariamente, apresentará compromissos de redução de emissões, tanto os desenvolvidos quanto os que não são. A alguns dias do começo da cúpula, mais de 170 já fizeram isso. Entre eles, estão todas as principais potências econômicas do mundo.

ESSES ESFORÇOS SÃO SUFICIENTES?
Não. Segundo as estimativas realizadas pela ONU, extrapolando os compromissos voluntários (nos quais os Estados fixam metas para 2025 e 2030), a temperatura ao final do século subirá pelo menos 2,7 graus, embora outras organizações e instituições falem de até quatro graus. De fato, a previsão é de que até 2030 as emissões continuem crescendo, ainda que em um ritmo menor que nas últimas décadas. Algumas potências, como a União Europeia e a China, propõem como solução que esses compromissos individuais sejam revisados a cada cinco anos, para se aproximarem da meta de dois graus.

O PROTOCOLO DE PARIS SERÁ LEGALMENTE VINCULANTE?
Esse pode ser um dos pontos mais complicados da cúpula de Paris. A União Europeia aposta em um protocolo com seções vinculantes. Por exemplo, que sejam assim os compromissos de redução de emissões que cada país apresentou voluntariamente. No entanto, a administração de Barack Obama pode enfrentar problemas, como aconteceu com Kyoto, para fazer o Congresso e o Senado ratificarem um protocolo legalmente vinculante. A União Europeia já desistiu que sejam incluídas sanções, porque considera que isso pode dissuadir alguns países a assinarem o acordo.

O QUE É A ADAPTAÇÃO?
Além da mitigação, a cúpula também discutirá políticas de adaptação, ou seja, medidas para que os países mais vulneráveis se preparem para a mudança climática. Para isso, está prevista a criação do chamado Fundo Verde para o Clima, que a partir de 2020 contará com 100 bilhões de dólares anuais. Quem deve fornecer o dinheiro? Essa pode ser outra das dificuldades em Paris. Em teoria, apenas os países considerados desenvolvidos. Mas potências como a China ficariam fora dessa categoria.

HAVERÁ ACORDO?
É complicado aventurar-se nessa resposta. Em 2009, com a Cúpula de Copenhague, expectativas parecidas com as de Paris foram levantadas e o resultado foi um fracasso. Desta vez, além de os sinais da mudança climática terem se acentuado, parece haver uma implicação maior das principais potências, do G20 em geral, e da China, EUA e Alemanha em particular. Os líderes desses três países colocaram a mudança climática na sua agenda durante o último ano.

E SE NÃO HOUVER ACORDO?
Se não houver, ou se o acordo for pouco ambicioso, não significa que a luta contra a mudança climática terá terminado. Muitos dos compromissos voluntários de redução de emissões já estão contemplados na legislação nacional de cada país. Seria o caso, por exemplo, da União Europeia, que se fixou metas concretas para 2030, independente da cúpula. Se não houver acordo, talvez o pior prejuízo seja para a ONU e para a ideia de que um problema global, como a mudança climática, pode ter uma resposta também global. Fonte:@ZR, El País - Madri 29 Nov 2015  

Comentário:
Parece-me que a ONU e seu relatório de mudança climática está gerando mais uma paranóia, histerismo ambiental, terrorismo ambiental, com excesso de informações,  acrescentado por cientistas e filmes catastróficos. Esse excesso de informações, algumas contraditórias, deixam a população em geral com dúvidas, preocupadas, etc. A saturação de informações provoca o desinteresse sobre o tema.
O que realmente o protocolo criou é o mercado de carbono, daqui a pouco teremos Bolsa de Valores e Mercado de Capital de Mudanças Climáticas.  Está virando um negócio ambiental.
Um dos fatores mais importante da mudança climática  não é discutida nessa Conferência, a população mundial e seu crescimento. A base de todo esse imbróglio climático é a sociedade com seu consumo, crescimento populacional e para atender essa demanda o país tem gerar uma produção de bens duráveis e não duráveis. Não há como efetuar um equilíbrio  entre  oferta e demanda e produção industrial, onde atualmente predomina o consumismo irrestrito. No século XVI, Paracelso, cunhou a famosa máxima: "Tudo é veneno, nada é veneno. Depende da quantidade"  O que está acontecendo no meio ambiente é essa dosagem excessiva de veneno.
Algumas indagações  que não estão nessa conferência:  
1-A sociedade está disposta para pagar um produto mais caro para evitar a emissão de CO2 ou outros poluentes?
2-A renda per capita  é suficiente da população de cada país para atender essa mudança?
3-A população mundial em 1960 era de 3 bilhões e em 2015 é de 7,2 bilhões. Em 55 anos, a população mundial cresceu 140%  . Isto significa, que o ritmo de consumo dos recursos naturais disponíveis supera a capacidade de recuperação da Terra.?
4-A sociedade tem de mudar o seu estilo de vida ou de consumo desenfreado e a indagação principal seria; Ela está preparada para fazer essa mudança? 
5-O que acontecerá se eliminar as fontes poluidoras ou de emissões de carbono quanto à redução de emprego ou trabalho  para população de baixa renda dos países pobres?
Essa conferência  é importante, mas ela ofusca outros problemas mais importantes imediatos dos Países subdesenvolvidos e em desenvolvimentos, que também poderá ajudar na minimização dos problemas climáticos, tais como; crescimento populacional e crescimento desordenado das cidades, falta de saneamento básico, poluição de rios e mares, desmatamento, planejamento familiar, acesso à educação, saúde, melhor eficiência de consumo e  redução dos  recursos usados na produção de bens e serviços, etc.

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