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segunda-feira, novembro 05, 2018

Incêndio de grandes proporções destrói lojas do Outlet Premium em Itupeva

Um incêndio de grandes proporções atingiu as dependências do Outlet Premium, em Itupeva (SP), na manhã de sexta-feira (2).

CORPO DE BOMBEIROS
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo começou às 6h25. Equipes dos bombeiros de Itupeva, Jundiaí e Campinas, e da concessionária que administra a Rodovia dos Bandeirantes, trabalharam na ocorrência. Às 7h30, uma hora depois, as chamas estavam controladas.




INÍCIO DO FOGO
Segundo os bombeiros, o fogo começou no estoque de uma das lojas e se alastrou para a outra, que fica ao lado. A área atingida é de 100 metros quadrados. Estruturas de ferro de duas lojas ficaram retorcidas por causa do calor.

DANOS MATERIAIS
No total, quatro lojas foram interditadas: as duas que incendiaram, Levi's e MMartan, e duas que tiveram as paredes de gesso danificadas. O corredor onde elas estão instaladas ficou fechado.

VÍTIMAS
Ninguém ficou ferido .

FUNCIONAMENTO
O Outlet vai fazer a limpeza geral do local e abrirá normalmente, com restrição da área atingida.
A Assessoria de Imprensa do shopping emitiu a seguinte nota: Esclarecemos que o Outlet Premium de São Paulo funcionará normalmente no feriado (02/11), com previsão de abertura às 11 horas.

PERÍCIA
A perícia da Polícia Civil também foi ao local e vai investigar as causas do incêndio e deve entregar o laudo em até 30 dias.

OUTLET PREMIUM
O Outlet Premium está localizado na Rodovia dos Bandeirantes, no quilômetro 72, próximo aos parques de diversão Wet'n Wild e Hopi Hari. Possui 113 lojas de grifes nacionais e internacionais.
A área é superior a 100 mil metros quadrados e reúne lojas, praça de alimentação, restaurantes e estacionamento com quase mil vagas. O  Outlet recebe sete milhões de consumidores por ano.

Fontes: Jornal Cruzeiro do Sul, Jornal de Itupeva  e G1-02/11/2018  

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quinta-feira, outubro 18, 2018

Incêndio provoca vazamento tóxico e quarteirão é evacuado em Santos

Um quarteirão foi evacuado após o galpão de uma marcenaria pegar fogo em Santos, no litoral de São Paulo, na madrugada de segunda-feira (8), e causar vazamento de produtos químicos.  
O caso aconteceu na Rua Doutor Cochrane, no Paquetá, por volta da 1h.
No local armazenava cerca de três toneladas do fosfeto de alumínio de forma clandestina, que pertenceriam a uma empresa portuária, e seriam usados na área de navios.  

LOCAL ISOLADO E EVACUADO
De acordo com o Corpo de Bombeiros, todo o quarteirão teve que ser isolado e os moradores foram obrigados a deixar suas casas, porque o vazamento pode prejudicar a saúde, uma vez que os produtos produzem um gás altamente tóxico.  
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) foi acionada e já está no local atendendo a ocorrência. A Defesa Civil também está trabalhando para isolar o produto químico do local, com a deposição de areia e de lonas para diminuir os riscos de propagação.  
Segundo o coordenador da Defesa Civil, Daniel Onias, a empresa trabalhava com reaproveitamento de paletes de madeira. Apenas por volta das 4h o responsável pelo galpão informou que havia produtos químicos no local
De acordo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o produto estava presente em frascos armazenados no galpão e seria destinado para fumigação visando a eliminação de pragas (inseticida, fungicida) em embarcações.

CORPO DE BOMBEIROS
O capitão Marcos Palumbo, porta-voz do Corpo de Bombeiros de São Paulo, diz que por volta da 1h o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender um caso de incêndio no armazém onde funcionava a marcenaria. Como as chamas atingiram grandes proporções, vinte viaturas foram deslocadas ao local. O fogo foi controlado ainda na madrugada, mas os profissionais perceberam que havia algo diferente devido a coloração e o odor da fumaça que saia do local.
A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), foi acionada para acompanhar o caso, explica que se tratava de fosfina —uma fumaça tóxica gerada a partir da reação química da água em contato com fosfeto de alumínio. A reação foi causada quando a água usada para apagar o incêndio atingiu o produto armazenado de forma irregular na marcenaria.
O produto estava em frascos e seria utilizado para a fumigação —eliminação de pragas em embarcações. Em nota, a companhia informou que os técnicos avaliarão as eventuais concentrações de fosfina nas imediações do galpão, que possam afetar a saúde da população atingida pela fumaça.
De acordo com o capitão Marcos Palumbo, 23 bombeiros, oito policiais militares e cinco guardas portuários seguiram para o Hospital de Clínicas de São Paulo para exames preventivos. Segundo ele, o grupamento decidiu trazer os profissionais para a capital paulista para evitar problemas no atendimento de hospitais da baixada santista, que também precisaram oferecer atendimento aos  moradores.

ATENDIMENTO HOSPITALAR
Cerca de 70 pessoas que moravam próximas ao local do incêndio foram evacuadas de suas casas e encaminhadas  ao hospital Santa Casa de Santos para receber atendimento. De acordo com a assessoria da unidade, já passaram por atendimento 48 adultos e 14 crianças.
Os pacientes que estão chegando à Santa Casa estão passando por triagem e fazendo exames. Aqueles que identificarmos que inalaram grande quantidade de gás ficarão sob observação. Normalmente, pode demorar de 24 a 48 horas para haver algum sintoma ou reação. A grande maioria dos moradores do entorno não estavam em contato direto com o gás e por isso não deverão ter problemas, explica o pneumologista, Alex Macedo, que ajuda na coordenação do atendimento das vítimas.

SUBSTÂNCIA TÓXIA
A fosfina, que é liberada quando o fosfeto de alumínio entra em contato com a água, quando inalada em grande quantidade pode causar problemas gastrointestinais. O produto pode causar queimadura tanto de pele quanto na via respiratória, causar lesões no fígado, no estômago e até pulmão.

REMOÇÃO DE PRODUTO QUÍMICO 
Foram concluídos na noite na  terça-feira (9) os trabalhos de remoção do produto químico. O tráfego no trecho entre as ruas João Pessoa e General Câmara permanece interditado. 

VÍTIMAS – INTERNADOS
Os cinco pacientes que permaneciam internados na Santa Casa de Santos, receberam alta na manhã de quarta-feira (10).

SEM FISCALIZAÇÃO
A investigação do MPE-SP vai apurar as responsabilidades sobre a quantidade e o material armazenado de forma clandestina. Moradores do entorno afirmam à ser comum a guarda de produtos químicos em outros imóveis naquela região.
A Prefeitura informa que a marcenaria tem inscrição municipal autorizada para o comércio de madeira e artefatos. “Estava regular para um tipo de atividade. Portanto, era irregular armazenar o fosfato de alumínio e na quantidade que tinha”, afirma o coordenador da Defesa Civil de Santos, Daniel Onias Lopes.

APURAÇÃO E MULTA
Segundo a Administração, técnicos da Secretaria Municipal de Finanças e do Meio Ambiente aguardam a limpeza do lote para checar as condições de funcionamento da empresa. A ideia é verificar se há irregularidade quanto ao que de fato está autorizado pelos órgãos municipais. Ainda são avaliadas as sanções a serem aplicadas aos responsáveis pela compra e posse do material.
O estabelecimento tinha Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) válido até 2021. Contudo, o capitão da corporação, Renato Abreu do Carmo, explica que a documentação não previa o acondicionamento de produtos químicos.
De acordo com o gerente da agência de Santos da Cetesb, Enedir Rodrigues, os responsáveis pela marcenaria devem ser multados. O valor vai levar em consideração o raio de amplitude do gás tóxico, a contaminação da rede pluvial (onde escorreu a água do combate às chamas), a quantidade de material estocado e a de pessoas afetadas pelo poluente. A apuração administrativa terá início após a limpeza do terreno.

RESUMO DA OCORRÊNCIA
■Marcenaria armazenava mais de 2 toneladas de fosfeto de alumínio;
■Produto químico é utilizado para a eliminação de pragas em barcos;
■Área foi isolada e incêndio foi controlado durante a madrugada;
■98 pessoas atendidas (62 moradores) por suspeita de intoxicação;
■ Polícia, Ibama, Cetesb e Prefeitura investigam irregularidades no local.

Fontes: Folha de São Paulo - 8.out.2018, G1 Santos-08 a 09/10/2018, A Tribuna – 08 a 10/10/2018















Comentário:
O Corpo de Bombeiros deveria usar o princípio da prevenção que tem a função de antecipação, preventiva, para que não cause danos ou minimize seus efeitos na saúde dos bombeiros envolvidos no combate ao fogo e no entorno. Uso de detector de gás.

Informações resumidas da Fispq do produto

Fogo:
Produto não inflamável, entretanto em contato com água libera fosfina que é um gás inflamável. Não queima, mas pode se decompor com o calor, produzindo vapores tóxicos e/ou corrosivos. A substância reage com água, às vezes violentamente, liberando gases tóxicos. O recipiente pode explodir se aquecido ou contaminado.
Extinção com pó químico seco, CO2 ou espuma. Remover as embalagens intactas do local do fogo se puder ser feitos sem riscos. Resfriar as embalagens expostas. NUNCA UTILIZE ÁGUA PARA COMBATER O FOGO

Perigo:
Oo produto não é inflamável. Porém, pode se inflamar espontaneamente quando atingir a concentração de 27,1g/m³. Em contato com o calor e umidade libera vapores inflamáveis, que podem elevar a temperatura no local e causar auto-ignição.

Pequenos derramamentos: isolar inicialmente
30 m em todas as direções. A seguir proteger as pessoas no sentido do vento a 100 m durante o dia e 200 m à noite. Para grandes vazamentos: isolar inicialmente 90 m em todas as direções. A seguir proteger as pessoas no sentido do vento a 700 m durante o dia e 2,2 km à noite

Saúde:
O produto pode provocar sinais de toxicidade se absorvido pelas vias respiratória e oral. A reação com a água ou umidade do ar libera gases tóxicos.

Principais sintomas:
A exposição aguda ao produto pode causar efeitos sobre o aparelho respiratório, SNC (sistema nervoso central), TGI (trato gastro intestinal), rins, aparelho cardiovascular e olhos. A exposição crônica causa bronquite, distúrbio motor e da fala, hiperemia e hipersensibilidade, fraturas espontâneas, necrose mandibular, anemia, leucopenia, perda de peso, fraqueza, anorexia, alterações das funções hepáticas, acidose, hematúria e proteinúria.

Meio Ambiente:
O gás fosfina é agudamente tóxico para organismos aquáticos, aves e mamíferos (WHO, 1988). Insolúvel em água.  

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quarta-feira, setembro 26, 2018

Celular pega fogo a bordo do avião da Ryanair

Na terça-feira, 30 de julho,  houve momentos de pânico no aeroporto de Barcelona El Prat quando um celular pegou fogo em um avião da Ryanair. Os passageiros tiveram de sair do avião - de forma desastrosa - através do escorregador de emergência. O fogo foi provocado por uma bateria externa que explodiu.

Conforme relatado pela companhia aérea irlandesa, o proprietário do aparelho era uma pessoa da Nova Zelândia que queria voar de Barcelona para Ibiza.  O celular estava conectado ao carregador quando superaqueceu. A fumaça que saiu de debaixo dos assentos alertou a tripulação e os passageiros vendo as chamas entraram em pânico. A tripulação controlou o fogo em alguns segundos.

A tripulação pediu calma aos passageiros, mas  houve tumulto durante a evacuação. O protocolo de emergência foi ativado e, como medida de precaução, os passageiros foram evacuados pelas rampas de emergência. O incêndio não causou nenhum ferimento, mas alguns passageiros ao pularem  nos escorregadores sofreram pequenas queimaduras.
A Ryanair providenciou uma outra aeronave para reacomodar os passageiros para que embarcassem com o menor atraso possível.
Não é a primeira vez que um celular pega fogo num avião, enquanto conectado a uma bateria portátil.
Por isso, alguns especialistas em aviação defendem que companhias aéreas passem a proibir o embarque de carregadores de lítio nas aeronaves.  Fonte: La Vanguardia - 01/08/2018

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sábado, julho 21, 2018

Explosão e incêndio de celulares



Enfermeiro sofre queimaduras após explosão do celular

Um enfermeiro de Araçatuba (SP) sofreu queimaduras de primeiro grau na perna depois que um celular explodiu dentro do bolso da calça que vestia.

A EXPLOSÃO
O enfermeiro ACSS relata que estava na casa de um paciente que atende por meio de uma empresa de home care (assistência de saúde domiciliar) quando o aparelho explodiu no bolso. Segundo ele, o telefone estava carregando, e quando a carga ficou completa tirou da tomada e guardou no bolso. Em seguida foi escovar os dentes e ouviu um barulho de explosão. Na sequência, percebeu que saía fumaça e correu para a cozinha.

“Quando cheguei na cozinha senti que começou a fritar minha perna, e me dei conta que era o celular. A sorte que eu estava com um cinto que era fácil abrir, e abaixei a calça. Os parentes do meu paciente jogaram água na calça e levaram pra fora. Foi um susto tremendo, porque o celular estava funcionando normalmente”, afirma. Depois do ocorrido, o enfermeiro diz ter jogado o aparelho fora. Ele teve queimadura na perna.

FABRICANTE
A Motorola, marca ligada à empresa Lenovo, fabricante  do telefone celular se manifestou sobre o ocorrido. Segundo nota a prioridade da empresa é a segurança de seus consumidores. “Todos os produtos são cuidadosamente projetados e fabricados com os mais altos padrões de excelência em qualidade, sendo submetidos a testes rigorosos para oferecer ótimo desempenho para o consumidor”.

Ainda conforme a Motorola, caso ocorra um incidente que envolva a segurança do usuário, é importante ter acesso ao aparelho para realização de análises detalhadas nos laboratórios. Desde que a Motorola tomou conhecimento do caso em questão, por meio da imprensa, entrou em contato com o consumidor para prestar auxílio e solicitar o smartphone para análise.
Após contato com o consumidor, o mesmo informou que não detém mais o smartphone. Sem a unidade para análise, é impossível realizar os testes correspondentes e coletar as informações necessárias para investigar o ocorrido, completa.
 “Pedimos aos nossos usuários que leiam e sigam os termos de uso contidos no manual do usuário e que eles apenas usem acessórios e equipamentos originais projetados, fabricados e/ou aprovados pela Motorola”, finaliza a nota. Fonte: Folha da Região- 3 de julho de 2018

Jovem morre após sofrer descarga elétrica em celular carregando em Taubaté

Um jovem de 22 anos morreu na madrugada de sexta-feira, 15 de junho, depois de receber uma descarga elétrica ao usar o celular carregando a bateria em Taubaté (SP). Segundo o Corpo de Bombeiros, o jovem teve paradas cardíacas após a descarga e chegou a ser levado para o Pronto-Socorro, mas não resistiu e morreu.

O jovem LJM foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) por volta das 16h de quinta-feira (14). Ele jogava com o celular conectado à tomada, quando recebeu uma descarga elétrica e desmaiou.

O jovem recebeu os primeiros socorros ainda em uma casa, na região central da cidade, e teve nove paradas cardíacas. Ele foi socorrido e levado para o Pronto-Socorro Municipal, mas não resistiu e morreu no início da madrugada de sexta. O corpo da vítima foi velado no velório São Benedito e o enterro foi por volta das 16h30 no cemitério Paineiras.

ORIENTAÇÃO
Segundo o Corpo de Bombeiros, o cuidado com o celular, apesar de ser um aparelho de uso constante, deve ser o mesmo de qualquer equipamento ligado à energia, quando carregando. Existe risco não só de descarga elétrica, como de incêndios, em caso de superaquecimento.
"É um risco porque ele está ligado a uma fonte de energia e exposto a acidente. Deixar carregando à noite, principalmente em camas, também pode gerar risco de acidente. A perícia ainda vai avaliar o que houve nesse caso específico, mas a orientação geral é de sempre tomar cuidado com aparelhos ligados na energia", explica o capitão Antonio Carlos Bernardes. Fonte:  G1 Vale do Paraíba e Região-15/06/2018

Jovem morre ao levar choque enquanto usava o celular

Um adolescente de Tianguá morreu enquanto utilizava o celular que estava sendo carregado. O jovem IAM, 16, foi atender uma ligação e recebeu uma descarga elétrica. O jovem chegou a ser socorrido, mas não resistiu. As informações foram confirmadas por um amigo do pai do garoto. O acidente aconteceu na última quinta-feira, 7. A escola em que Iago estudava lançou uma nota de pesar. “Iago esteve conosco desde os primeiros passos na escola até hoje”, diz post na página do Facebook do Colégio Santa Maria. Casos semelhantes já aconteceram neste ano. Em fevereiro, uma adolescente do Piauí faleceu devido a uma descarga elétrica que recebeu do celular. A recomendação de especialistas é que não se utilize o celular durante o carregamento. Fonte: O Povo -  09/06/2018

Explosão de celular mata empresário na Malásia

Mais um caso de explosão de um smartphone, dessa vez a vítima foi o presidente do fundo de investimentos Cradle Fund, o malaio Nazrin Hassan, de 45 anos. De acordo com publicações locais, o homem morreu depois da explosão do dispositivo, que estava carregando na tomada e colocado perto do homem, que dormia, e causou um incêndio no quarto.

Hassan possuía dois aparelhos: um BlackBerry e um Huawei. “Não sabemos qual celular explodiu. Quem diria que um procedimento tão rotineiro seria a razão pela qual três crianças crescerão sem o pai ao seu lado”, declarou a cunhada do executivo..
O laudo da polícia afirma que o homem morreu vítima de um incêndio, iniciado, ao que tudo indica, pela explosão de um dos celulares. O homem foi atingido por estilhaços da explosão e tinha queimaduras no corpo, mas teria morrido pela inalação de fumaça. Ele teria ido tirar um cochilo depois de tomar um remédio para enxaqueca. Fonte: Yahoo Finanças-  21 de jun 20128

Comentário:

SEGURANÇA
MANUSEIO
Manuseie o smartphone com cuidado. Ele é feito de metal, vidro e plástico e possui componentes eletrônicos sensíveis. Ele pode ser danificado se cair, for queimado, furado, esmagado ou se entrar em contato com líquidos. Não use um smartphone danificado (por exemplo, com a tela rachada) pois ele pode causar ferimentos. Se você estiver preocupado com arranhões, considere usar uma capa protetora.

COMO CARREGAR
Somente adaptadores de corrente Micro USB em certas regiões que cumprem com as normas vigentes de interoperabilidade para adaptadores de corrente de telefones móveis são compatíveis. Entre em contato com o fabricante do adaptador de corrente para descobrir se o
seu adaptador de corrente Micro USB está em conformidade com tais normas.

INTERFERÊNCIA DE FREQUÊNCIA DE RÁDIO
Observe placas e avisos que proíbem ou restringem o uso de telefones celulares (por exemplo, em hospitais ou postos de gasolina). Embora smartphone  seja projetado, testado e fabricado em conformidade com as normas que governam as emissões de frequências de rádio, tais emissões do smartphone podem afetar negativamente o funcionamento de outros equipamentos eletrônicos e causar defeitos.

MOVIMENTOS REPETITIVOS
A o realizar atividades repetitivas, como digitar ou jogar no aparelho, você  pode sentir um desconforto ocasional em suas mãos, braços, pulsos, ombros, pescoço ou outras  partes do corpo. Se você sentir um desconforto, pare de usá‑lo e consulte um médico.

ATIVIDADES DE ALTO RISCO
Este dispositivo não deve ser usado onde uma falha do dispositivo possa levar à morte, danos pessoais ou danos severos ao meio ambiente.

PERIGO DE SUFOCAMENTO
Alguns acessórios do  aparelho  podem oferecer um perigo de sufocamento a crianças pequenas. Mantenha esses acessórios longe de crianças pequenas.

NÃO TOQUE NO APARELHO, NOS CABOS, CONECTORES OU NA TOMADA COM AS MÃOS MOLHADAS OU OUTRAS PARTES DO CORPO MOLHADAS.
Fazer isso poderá resultar em choque elétrico.

NÃO PUXE O CABO EXCESSIVAMENTE QUANDO O DESLIGAR
Fazer isso poderá resultar em choque elétrico ou incêndio.

NÃO TORÇA, NEM DANIFIQUE O CABO DE ELETRICIDADE.
Fazer isso poderá resultar em choque elétrico ou incêndio.

NÃO FAÇA A CONEXÃO DIRETA DOS PÓLOS POSITIVO E NEGATIVO DO CARREGADOR
Fazer isso poderá causar incêndio ou causar ferimentos graves.

NÃO UTILIZE O SEU APARELHO AO AR LIVRE DURANTE TEMPESTADES
Fazer isso poderá resultar em choque elétrico ou mau funcionamento do aparelho.

UTILIZE BATERIAS, CARREGADORES, ACESSÓRIOS E EQUIPAMENTOS APROVADOS PELO FABRICANTE
■O uso de baterias ou carregadores genéricos poderá encurtar a vida  útil do aparelho ou causar danos nele. Pode também causar incêndios ou fazer a bateria explodir.
■Utilize apenas baterias e carregadores aprovados pelo fabricante que  tenham sido especificamente desenvolvidos para o seu aparelho.  A utilização de baterias e carregadores incompatíveis pode causar ferimentos graves ou danificar o seu aparelho.
■O fabricante não se responsabiliza pela segurança do usuário se o mesmo utilizar acessórios ou equipamentos não aprovados..

NÃO TRANSPORTE O SEU APARELHO NOS BOLSOS TRASEIROS DAS CALÇAS OU AO REDOR DA CINTURA
■ O aparelho pode danificar, explodir ou incendiar se sofrer muita pressão.
■ Você poderá se ferir se cair ou se bater em alguma coisa.

NÃO GUARDE O APARELHO PERTO OU DENTRO DE AQUECEDORES, MICROONDAS, EQUIPAMENTOS DE COZINHA OM CALOR OU CONTÊINERES DE ALTA PRESSÃO
■ Pode ocorrer vazamento na bateria.
■ O aparelho poderá superaquecer e causar um incêndio.

EVITE QUE O CONECTOR MULTIFUNCIONAL E A EXTREMIDADE FINAL DO CARREGADOR ENTREM EM CONTATO COM MATERIAIS CONDUTIVOS COMO LÍQUIDOS, POEIRA, PÓS DE MATERIAIS METÁLICOS E PONTAS DE LÁPIS. NÃO TOQUE O CONECTOR MULTIFUNCIONAL COM FERRAMENTAS PONTIAGUDAS OU CAUSE ALGUM IMPACTO NO CONECTOR
Materiais condutores podem criar curto-circuitos ou corroer os terminais, o que pode resultar em explosão ou incêndio.

NÃO UTILIZE SEU APARELHO PERTO DE OUTROS APARELHOS ELETRÔNICOS
■ A maioria dos aparelhos eletrônicos utiliza sinais de radiofrequência. Seu aparelho poderá interferir com outros aparelhos eletrônicos.
■ Usar uma conexão de dados 4G pode causar interferência em outros aparelhos, como, equipamentos de áudio e telefones

NÃO UTILIZE O APARELHO EM HOSPITAIS, AVIÕES OU EQUIPAMENTOS AUTOMOTIVOS QUE POSSAM SOFRER INTERFERÊNCIAS DE RADIOFREQUÊNCIAS
■Dispositivos médicos-O aparelho contém rádios que emitem campos eletromagnéticos. Esses campos eletromagnéticos podem interferir com marca-passos ou outros dispositivos médicos.
Se você usa um marca-passo, mantenha uma separação de pelo menos 15 cm entre o marca‑passo e o aparelho. Se você suspeita que o aparelho está interferindo com seu marca‑passo ou qualquer outro dispositivo médico, pare de usá‑lo e consulte o seu médico para obter informações específicas sobre o seu dispositivo médico. O aparelho possui ímãs na parte inferior e os fones de ouvido também possuem ímãs que podem interferir com marca‑passos, desfibriladores ou outros dispositivos médicos. Mantenha uma separação de pelo menos 15 cm entre o marca-passo ou desfibrilador e o aparelho ou os fones de ouvido.
■Se você tem qualquer condição médica que possa ser afetada pelo aparelho  (por exemplo, convulsões, desmaios, fadiga ocular ou dores de cabeça), consulte seu médico antes de usá‑lo.
■ Em um avião, o uso de dispositivos eletrônicos pode interferir com os instrumentos eletrônicos de navegação do avião. Certifique-se que o aparelho esteja desligado durante a decolagem e o pouso.
Após a decolagem, você poderá usar o aparelho no modo avião se a tripulação permitir.
■ Dispositivos eletrônicos no seu carro poderão não funcionar corretamente devido às interferências de radiofrequência do seu aparelho. Contate o fabricante para obter mais informações.

NÃO UTILIZE O SEU APARELHO PRÓXIMO DE DISPOSITIVOS OU APARELHOS QUE EMITAM RADIOFREQUÊNCIAS, TAIS COMO, SISTEMAS DE SOM OU TORRES DE RÁDIO
As radiofrequências podem causar o mau funcionamento do aparelho.

DESLIGUE O APARELHO EM AMBIENTES POTENCIALMENTE EXPLOSIVOS
■Não carregue ou use o aparelho em áreas com uma atmosfera potencialmente explosiva, como em postos de gasolina ou em locais onde o ar contenha produtos químicos ou partículas (tais como grãos, poeira ou pós metálicos). Obedeça a todas as placas e instruções.
■ Desligue o aparelho em ambientes potencialmente explosivos em vez de retirar a bateria.
■ Observe sempre os regulamentos, instruções e sinais de aviso em ambientes potencialmente explosivos.
■ Não utilize o aparelho em postos de abastecimento (estações de serviço) ou próximo de combustíveis ou químicos, ou áreas inflamáveis.
■ Não armazene ou transporte líquidos inflamáveis, gases ou materiais explosivos no mesmo compartimento em que guarda o aparelho, seus componentes ou acessórios.

O APARELHO PODE SER UTILIZADO EM LOCAIS CUJA TEMPERATURA AMBIENTE SE ENCONTRE ENTRE 0 °C E 35 °C. O APARELHO PODE SER ARMAZENADO EM UMA TEMPERATURA AMBIENTE ENTRE -20 °C E 50 °C. A UTILIZAÇÃO OU ARMAZENAMENTO DO APARELHO FORA DAS TEMPERATURAS RECOMENDADAS PODE DANIFICÁ-LO OU REDUZIR A VIDA ÚTIL DA BATERIA
PROTEJA O APARELHO, A BATERIA E O CARREGADOR DE DANOS
■ Evite expor o aparelho e a bateria a temperaturas muito baixas ou  muito elevadas.
■ As temperaturas extremas podem causar deformações no aparelho e reduzir a capacidade de carregamento, assim como a duração do aparelho e da bateria.
■ Não guarde o aparelho em locais muito quentes, como dentro do carro no verão. Fazer isso poderá causar o mau funcionamento da tela,danificar o aparelho ou fazer a bateria explodir.
■ Não exponha o aparelho à luz solar direta durante períodos prolongados (no painel de um carro, por exemplo).
■ Para aparelhos com bateria removível, a bateria pode ser armazenada separadamente em locais com temperatura ambiente entre 0 °C a 45 °C.

NÃO GUARDE O APARELHO JUNTO COM OBJETOS METÁLICOS, POR EXEMPLO, MOEDAS, CHAVES OU COLARES
■ O seu aparelho pode riscar-se ou deixar de funcionar.
■ Se os pólos da bateria entrarem em contato com objetos metálicos, poderá ocorrer um incêndio.
Fontes: Samsung Safety Information e Manual do Usuário iPhone

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sexta-feira, maio 18, 2018

Conheça os líquidos combustíveis e inflamáveis

Este é um Questionário de Segurança para pessoas que trabalham com líquidos inflamáveis,  quer sejam óleos combustíveis ou solventes.
É um questionário de perguntas e respostas. Assim uma pessoa poderá ler as perguntas para você, ou você mesmo cobrindo as respostas poderá fazê-lo para que em seguida confira se acertou ou não.

ALGUMAS PERGUNTAS BÁSICAS

01- (Verdadeiro ou Falso) - Líquidos inflamáveis não queimam.
Resposta: Verdadeiro. É o vapor dos líquidos que queima. Esta é uma razão pela qual você tem que tomar cuidado especial ao trabalhar com líquidos inflamáveis. Os vapores não são detectados facilmente. São geralmente invisíveis, e nem sempre têm cheiro.
2- Qual é mais perigoso ao ser manuseado - um líquido combustível ou um líquido inflamável?
Resposta: O líquido inflamável é mais perigoso, mas é necessário tomar cuidado com ambos. Inflamável significa que um líquido tem ponto de fulgor abaixo de 37,8ºC, enquanto Combustível tem o ponto de fulgor acima de 37,8º C.

O ponto de fulgor é a temperatura mais baixa na qual um líquido libera vapores suficientes para inflamar-se/incendiar-se, na presença de oxigênio e de uma fonte de ignição (faísca/calor).

3-  (Verdadeiro, ou Falso) - Uma única faísca é suficiente para inflamar o vapor de um líquido inflamável.
Resposta: Verdadeiro. Líquidos inflamáveis podem inflamar-se/incendiar-se através de uma chama descoberta, material ardente, superfícies quentes ou faíscas. Uma chama pode decorrer de corte e solda, equipamento elétrico ou eletricidade estática. Pode também gerar uma faísca se você deixar cair uma ferramenta de aço numa superfície de concreto.

4- (Verdadeiro ou Falso) - Você usa um líquido inflamável numa sala grande, mas fechada. Do outro lado da sala alguém acende um cigarro. Você não precisa se preocupar, porque a pessoa está pelo menos a 15m de distância.
Resposta: Falso. Muitas investigações de incêndio detectaram como causa de explosão, vestígio ou nuvem de vapor que se desviou da sua fonte original. Lembre-se que é o vapor que queima, e pode mover-se como um fantasma através do ar e paredes.
Então você precisa seguir regras rígidas. Estas regras não dependem dos seus sentidos (olfato etc.), mas da Ciência.
Cientistas e fabricantes elaboraram um sistema para ajudar você a trabalhar de forma segura, com líquidos perigosos.

O QUE OS NÚMEROS DIZEM

5- Você trabalha com dois líquidos inflamáveis diferentes.
Um é do tipo Classe I,  outro da Classe III. Você tem que ter cuidado com ambos. Mas com um deles tem que ser ultra-cuidadoso. Qual é?
Resposta: Classe I. Nesse sistema de classificação, os números baixos são os mais perigosos.
Essas Classes definem inflamáveis e combustíveis mais exatamente.

Veja a pergunta no 02.
Classe I indica um líquido inflamável enquanto Classe II e III referem-se a líquidos combustíveis.


Veja como são classificados:
Líquidos inflamáveis
Classe IA – PF < 22,8°C; Ponto de Ebulição<37 p="">
Classe IA – Éter dietílico, óxido de etileno, alguns petróleos leves
Classe IB – PF < 22,8°; Ponto de Ebulição £ 37,8°C
Classe IB – Gasolinas para motores e aviação, tolueno, vernizes, diluentes para vernizes
Classe IC – PF ³ 22,8°C < 37,8°C
Classe IC – Xileno, algumas pinturas, alguns cimentos à base de solvente
Líquidos combustíveis
Classe II – PF ³ 37,8°C < 60°C
Classe II – Diesel, diluente para pintura
Classe IIIA – PF ³ 60°C< 93°C
Classe IIIA – Combustível para aquecimento doméstico
Classe IIIB – PF ³ 93°C
Classe IIIB – Óleos de cozinha, óleos lubrificantes, óleos de motor
Obs: PF – Ponto de fulgor
Fonte: NFPA 30, Código de líquidos combustíveis ou inflamáveis

6- Você precisa de um solvente, o seu supervisor pede para você apanhá-lo e recomenda que use um recipiente adequado, pois trata-se de um solvente Classe I. Você usaria um recipiente:
a (  ) Com tampa móvel (de mola) que se fecha  automaticamente.
b (  ) De plástico com tampa de rosca.
c (  ) Sem tampa.
d (  ) Qualquer um acima.
Resposta: Letra a. Recipiente do tipo seguro é aquele que possui tampa móvel (de mola) que se fecha automaticamente e com dispositivo corta chama, também chamado de "Container de Segurança". Jamais utilize baldes de plástico para armazenar e transportar líquidos inflamáveis, eles geralmente acumulam eletricidade estática e não oferecem resistência ao impacto e ao calor. Também não utilize embalagens sem tampa, pois os vapores poderão se espalhar pelo ambiente. Os recipientes de segurança existem em diversos tipos e tamanhos.

7- Vamos supor que o seu Setor já possui "Container de Segurança". Como você checaria vazamentos pela tampa do Container de Segurança. Qual a quantidade máxima de vazamento que você consideraria segura?
a (  ) 30 gotas/pingos por  minuto.
b (  ) 20 gotas/pingos por minuto.
c (  ) 04 gotas/pingos por minuto.

Resposta: Letra c. Apenas 4 pingos por minutos é a quantidade máxima aceitável. Para essa checagem, pegue um recipiente cheio e segure-o pelos lados com o bico sobre um bequer (copo cilíndrico usado em laboratório). Se vazar, limpe o bico e o aro/borda e teste de novo. Se continuar a vazar, verifique se o aro/borda está amassado ou trincado. Se puder ser desamassado/recuperado faça-o e teste de novo.
Se isto não resolver o problema, cheque a gaxeta/junta e a tensão da mola do mecanismo de abrir e fechar e substitua se possível. Se não resolver o problema, reserve o recipiente para uso não inflamável.

8- Pequenas quantidades para uso diário de líquidos inflamáveis e latas contendo líquidos pressurizados (spray)  devem ser guardados:
a (  ) Em estantes abertas.
b (  ) Em qualquer lugar longe do calor e fagulhas.
c (  ) Em armários de aço com portas e trincos.

Resposta: Letra C. Use armários metálicos e mantenha-os sempre fechados e em áreas bem ventiladas, longe do calor e fagulhas. Latas contendo líquidos inflamáveis pressurizados ao explodirem tornam-se verdadeiras granadas. Portanto, se estiverem guardadas em armários de aço, minimizam o efeito da explosão e impedem que sejam arremessadas à distância e incendeiem outras áreas.

VOCÊ PASSOU NO TESTE?
Qual a nota mínima para esse teste? Numa escala 65 ou 70 seria suficiente. Mas, para sua própria segurança e daqueles que estão ao seu redor, não fique satisfeito, a menos que você tenha alcançado a nota máxima - 100. Se você conseguiu, vá em frente. Há muito mais para se aprender, se você quiser lidar com líquidos inflamáveis com segurança. Fonte: Pesquisa Zona de Risco, Alumar

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terça-feira, março 27, 2018

Fogo, fumaça, pânico e uma porta fechada: Tragédia em Tondela

Os primeiros relatos dão conta da aflição: primeiro o fogo, depois a fumaça  e depois o pânico.  
Dezenas tentaram fugir, mas encontraram uma porta fechada.  O  incêndio  deflagrado  na  noite de  sábado 13 de janeiro numa associação recreativa de Vila Nova da Rainha, em Tondela, Portugal.

CAUSA
Terá havido uma ignição no aquecedor, instalada no piso superior. O forro do primeiro andar foi atingido pelas chamas. A propagação foi muito rápida, gerou muita fumaça e uma grande concentração de monóxido de carbono. O imóvel foi tomado por um denso fumo negro, que desorientou as pessoas  em pânico.

VITIMAS
Oito pessoas morreram,  38 ficaram feridas.

SOBREVIVENTE
Foi tudo rápido. Não houve explosão. Começou a arder o  tubo da saída do aquecedor e propagou-se para o forro. Cerca de 60 pessoas que se encontravam no 1º andar da associação  se precipitaram para as escadas de acesso ao térreo, a outra porta existente no edifício, que dá para a rua, estava fechada. Saímos uns 15 e o restante ficou nas escadas, mas só os primeiros conseguiram escapar. As pessoas ficaram presas e pisoteadas nas escadas, disse o sobrevivente.

AJUDA EXTERNA
Um popular notou a fumaça que saía da associação, partiu os vidros de uma janela, entrou no prédio e encontrou um "amontoado de gente" na escadaria principal. "Vi pessoas desorientadas por causa do fumo", conta o morador.  
As pessoas ficaram encurraladas durante alguns minutos no interior do edifício em chamas, até que, finalmente, conseguiram arrombar a porta de acesso para a rua usando um jipe. Muitos ocupantes ficaram intoxicados pela fumaça, outros sofreram queimaduras e escoriações na aflição da fuga, conta o morador.

CONTROLE DO FOGO
O fogo foi dado como extinto  uma hora depois de ter sido dado o alerta aos bombeiros .

MOBILIZAÇÃO DE PESSOAL
Segundo o CDOS (Centro Distrital de Operações de Socorro )no pico da operação foram mobilizados cerca de 200 profissionais e 74 viaturas envolvidos nas operações de assistência às vítimas. Foram ativados quatro meios aéreos.

HOSPITALIZAÇÃO
Segundo dados do Ministério da Saúde, dos 38 feridos;
■ 13 feridos estão internados no hospital de Viseu.
■ 16 feridos que foram enviados para outras unidades hospitalares
■ 09 tiveram alta hospitalar;
Fonte: Jornal de Noticias - Domingo14 de janeiro de 2018

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