Zona de Risco

Acidentes, Desastres, Riscos, Ciência e Tecnologia

quinta-feira, novembro 30, 2006

Ruído

Segundo a Agência Européia de Segurança e Saúde, o ruído pode provocar acidentes das seguintes formas:
■ dificultando aos trabalhadores ouvir e compreender as vozes e os sinais;
■ ocultando o som de um perigo que se aproxima ou dos sinais de advertência (por exemplo, os sinais de marcha ré dos veículos);
■ distraindo a trabalhadores, como por exemplo os motoristas;
■ contribuindo ao estresse laboral, que aumenta a carga cognitiva e incrementa a probabilidade de cometer erros.

E segundo a mesma fonte, no trabalho é indispensável uma comunicação eficaz, quer seja numa fábrica, em uma obra de construção, em um centro de telefonemas ou uma escola. Uma boa comunicação oral requer um nível de voz à altura do ouvido da pessoa que escuta ao menos 10 dB superior ao nível do ruído ambiente.

O ruído ambiente sente‑se como uma alteração da comunicação oral, sobretudo:
■ se com freqüência há ruído ambiente;
■ se a pessoa que escuta já padece uma ligeira perda de audição;
■ se fala numa língua que não é a língua materna da pessoa que escuta;
■ se o estado físico ou mental da pessoa que escuta se vê afetado por uma doença, cansaço ou um aumento da carga de trabalho acompanhado de urgência.

Os efeitos que isto tem para a saúde e a segurança no trabalho variam dependendo do ambiente do trabalho. Por exemplo, o ruído ambiente pode obrigar aos professores a elevar a voz, o que pode causar problemas das cordas vocais.

Fonte:Mapfre Seguridad – 2o trimestre de 2006

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quarta-feira, novembro 29, 2006

Oficial do Exército morre em canteiro de obras


Em 22 de Julho de 2005, no canteiro de obras do Exército, entroncamento das rodovias BR-262 com BR-050, uma patrola, máquina de terraplenagem munida de lâmina e utilizada para regularizar o terreno, abrir valetas e executar pequenas escavações, atropelou dois oficiais do Exército Brasileiro (EB).

Causa
O motorista Luis Alberto de Almeida, realizava o serviço de terraplanagem no local, quando, em determinado momento, realizou uma manobra de marcha ré, não percebendo que atrás estaria transitando dois oficiais, sendo: o 2ª tenente de engenharia EB, Geter dos Passos, 23 anos, e o 1º tenente EB, chefe da equipe de terraplanagens, Adriano Novaes Medeiros, 27 anos.
O pesado veículo passou em cima da cabeça do tenente Medeiros, provocando esmagamento de crânio e fraturas múltiplas, matando-o na hora. O tenente Geter também foi atingido pela máquina e sofreu graves ferimentos.

Resgate e salvamento
Unidades de salvamento e resgate do Corpo de Bombeiros deslocaram rapidamente para o local e depararam com o tenente Medeiros sem vida e o tenente Geter apresentando fratura completa (fechada) da tíbia e fíbula da perna esquerda, fratura na clavícula esquerda, um corte contuso na cabeça com hemorragia ativa e traumatismo craniano.
O oficial, sobrevivente foi levado às pressas pelos bombeiros ao PS do Hospital Escola, onde foi prontamente recebido pela equipe médica de plantão e passaria por cirurgia. O estado de saúde do mesmo é delicado.

Inquérito
Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Perícia da Polícia Civil estiveram no local e realizaram todos levantamentos necessários para se apurar mais este acidente.
Segundo o comandante do batalhão, tenente-coronel Márcio Veloso Guimarães, do 11º Batalhão de Engenharia de Construções, da cidade de Araguari (MG), será aberto um inquérito para apurar o caso..

Fonte: Jornal de Uberaba - 23 de Julho de 2005

Comentário
O que pode ser feito em relação à segurança na movimentação de máquinas, equipamentos e circulação de pessoal para minimizar acidentes;

1 - As máquinas e equipamentos de grande porte, devem possuir sinal sonoro que indique o início de sua operação e inversão de seu sentido de deslocamento.

2 - Nas operações com máquinas e equipamentos pesados devem ser observadas as seguintes medidas de segurança:
a) isolar e sinalizar a sua área de atuação, sendo o acesso à área somente permitido mediante
autorização do operador ou pessoa responsável;
b) antes de iniciar a partida e movimentação o operador deve certificar-se de que ninguém está
trabalhando sobre ou debaixo dos mesmos ou na zona de perigo;
c) não operar em posição que comprometa sua estabilidade e
d) tomar precauções especiais quando da movimentação próximas a redes elétricas.

3 - Equipamentos de transporte sobre pneus, de materiais, devem possuir, em bom estado de conservação e funcionamento, faróis, luz e sinal sonoro de ré acoplado ao sistema de câmbio de marchas, buzina e sinal de indicação de mudança do sentido de deslocamento e espelhos retrovisores. ACCA

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domingo, novembro 26, 2006

Dor da LER/Dort é rara

Graças a uma confusão de mais de 50 doenças, que causam dores nos braços e mãos, alguns trabalhadores e sindicalistas se aproveitam do diagnóstico de LER/Dort (lesão de esforços repetitivos ou doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho); para pedir indenizações e aposentadorias precoces.
Isso aumenta muito a presença da LER nas estatísticas, alcançando às vezes até 70% dos trabalhadores. K Walter Bone e colaboradores, do Southampton General Hospital da cidade do mesmo nome na Inglaterra, realizaram uma pesquisa com 6.038 pessoas com dores em geral, que responderam a um questionário; 3.152, relataram sintomas de dor nos membros superiores e subseqüentemente 1.960 foram examinados.
Dessas pessoas com dor e examinadas 44,8%, tiveram uma ou mais queixas de dores em diversos lugares dos braços.
Locais de queixas físicas;
1.tendinite do ombro 4,5% entre homens, e 6,1% entre mulheres;
2.capsulite adesiva do ombro 8,2% entre homens e 10,1% entre mulheres;
3.epicondilite lateral do cotovelo 1,3% entre homens e 1,1% entre mulheres;
4.doença de De Quervain (dor na mão) 0,5% entre homens e 1,3% entre mulheres;
5.outras como tensinovites da mão ou do pulso (provavelmente incluindo Ler/Dort), 1,1% entre homens e de 2,2% entre mulheres.
Dizem os autores que os distúrbios músculo-esqueléticos específicos tenderam a fazer uma somação com distúrbios anteriores do ombro ou da coluna cervical (P < 0,001).

Fonte :: Arthritis Rheum. 2004 Aug 15

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sábado, novembro 25, 2006

Explosão em doceria de S. José

O acidente ocorreu por volta das 9h, sexta-feira, 16 de julho de 2004,quando oito funcionários trabalhavam no local.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a explosão ocorreu no momento em que um dos funcionários manuseava um tambor com dez litros de álcool ao lado do fogão da cozinha.

Controle do incêndio
O fogo foi controlado em poucos minutos pelos próprios confeiteiros da doceria, que utilizaram extintores de incêndio para conter as chamas.

Vítimas
O confeiteiro Irineu de Almeida, 44 anos, teve queimaduras de 1º, 2º e 3º graus em várias partes do corpo e foi levado em estado grave para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Pronto-Socorro da Vila Industrial, onde passou por uma cirurgia.
Gilson Nunes da Silva, 30 anos, sofreu queimaduras no pescoço e no rosto e também permaneceu internado no hospital.
A terceira vítima do acidente, Márcio Alves da Silva, 33 anos, teve ferimentos leves e recebeu alta ainda pela manhã.
Segundo o diretor plantonista do PS da Vila, Ricardo Guimarães, o estado de saúde dos dois pacientes internados era estável até o início da tarde.

Explosão e pânico
No momento da explosão, não havia nenhum cliente na doceria. O acidente, no entanto, causou momentos de pânico entre os funcionários da Marinella e chamou a atenção de dezenas de pessoas que passavam pelo local.O impacto da explosão destruiu as janelas e parte do forro da cozinha do estabelecimento.

Corpo de bombeiros
O Corpo de Bombeiros realizou uma vistoria no local do acidente, mas não encontrou irregularidades nas instalações da doceria.

Empresário diz cumprir normas de segurança
O empresário Giuseppe Ambrosano, 58 anos, proprietário da doceria Marinella, classificou como uma 'fatalidade' o acidente ocorrido em seu estabelecimento.

Segundo o empresário, a doceria, que também funciona como bufê, oferece "totais condições de segurança e infra-estrutura aos seus funcionários" e nunca havia registrado explosões. "Tomamos um grande susto, nem estava na doceria na hora do acidente. Em 30 anos de profissão, nunca havia acontecido nada semelhante. Foi uma triste fatalidade", afirmou.

Ambrosano disse ainda que todos os funcionários da doceria, uma das mais tradicionais da cidade, são profissionais experientes e que já passaram por vários treinamentos."Todos os funcionários sabem que é um grande risco manusear um tambor de álcool ao lado do fogão. Acho que o acidente ocorreu em um momento de distração", afirmou Ambrosano.

Interrupção de funcionamento da doceria
O acidente também comprometeu temporariamente parte da produção da doceria, prejudicada pelo pó químico dos extintores.

Inquérito
O caso foi registrado no 1º DP (Distrito Policial) de São José, que deverá instaurar um inquérito para investigar os motivos da explosão.

Álcool de cereal
O produto, feito à base de cereais, é utilizado para dilatar as cerejas que são colocadas em bolos e doces.

Fonte: Vale Paraibano - 17 de Julho de 2004

Dados técnicos do álcool de cereal
Líquido inflamável volátil, com cheiro característico.

Fogo: Produto Inflamável em presença de fontes de ignição ou aquecimento. Os recipientes podem explodir com o calor do fogo. Ponto de Fulgor 37ºC.

Saúde: Irrita a pele, os olhos e as vias aéreas superiores. Exposições a concentrações elevadas podem causar dor de cabeça, náusea, tonteira e perda de consciência. Os vapores podem causar tonturas e sufocamento. O contato pode causar queimaduras ou irritação na pele e olhos.

Comentário
Fico imaginando o que se passa pela cabeça do funcionário manipulando um galão de 10 litros de álcool próximo a uma fonte quente (fogão). Lembra muito uma criança com um frasco de álcool, brincando como se fosse uma bisnaga diante do fogo. A criança não tem noção de perigo. Mas um funcionário com bastante experiência, deve ter feito várias vezes essa manipulação e ter contado com a sorte. O proprietário disse que é uma fatalidade? Fatalidade manipular um líquido inflamável próximo ao fogão ou esperava que o “Santo da Segurança” ajudasse todas as vezes que cometesse essa irregularidade. Existe um limite e aconteceu o acidente.ACCA

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quinta-feira, novembro 23, 2006

Cargueiro derrama óleo combustível no estuário de Santos


Em 08 de novembro de 2006, à tarde, aproximadamente mil litros de óleo combustível vazaram do navio cargueiro Smart 1, do Panamá, no porto de Santos, no litoral paulista (85 km a sudeste da capital).

Motivo do vazamento
De acordo com o engenheiro da Cetesb, William Nunes, o acidente ocorreu durante a transferência de óleo de um tanque para o outro. O compartimento que recebia o combustível encheu-se e o excesso acabou saindo pelo suspiro (cano de ventilação), localizado no convés. O produto escorreu pela embarcação e caiu no mar.

Detecção do vazamento
O vazamento do combustível foi percebido por volta das 14h40, por uma equipe da Capitania que patrulhava o Canal do Estuário em uma lancha. Foram os próprios marinheiros e oficiais que avisaram as demais autoridades (Cetesb e Codesp) e a tripulação do cargueiro, que de imediato parou o derrame.

Vide foto ampliada: http://zonaderisco.nafoto.net/photo20061123101825.html

Área atingida
Segundo a Cetesb, o vazamento se alastrou por uma faixa de quase 2 km, mas não atingiu as praias.

Impacto ambiental
Para o biólogo marinho André Rodrigues Neto, todo vazamento de óleo acaba causando impactos no ambiente, porque o produto nunca é todo retirado do mar. "Alguns resíduos podem afundar e causar vários problemas."

Controle do vazamento e o óleo atinge a Ponta da Praia
Cerca de 30 pessoas, entre técnicos da Cetesb (agência ambiental paulista) e funcionários da Codesp (estatal que administra o porto de Santos), passaram a madrugada trabalhando para evitar que o óleo se espalhasse. Na operação de retirada do produto derramado, duas empresas contratadas pela Codesp utilizaram bóias para cercar a área afetada, mantas que absorvem o óleo do mar e um caminhão de sucção a vácuo.

Como a maré estava subindo no momento do acidente, o restante do combustível, que seguiu para o meio do estuário, foi levado para o interior do cais. Por volta das 16 horas, quando teve início a vazante, as bóias e mantas conseguiram reter essa parte do material.

A situação estava controlada até às 20h, quando a maré baixa acabou levando o óleo para a ponta da praia, chegando até o Canal Sete. Durante toda a madrugada, mais de 20 funcionários de uma empresa de proteção ambiental tentaram conter o vazamento. O risco maior era que óleo atingisse as praias mais visitadas da região.A dificuldade da equipe que trabalha na região ocorre em razão da necessidade de se retirar o óleo o mais rápido possível e ao mesmo tempo impedir que o material se espalhe ainda mais.

O engenheiro da Cetesb, William Nunes, disse que o óleo derramado se concentrou próximo à mureta da avenida da praia, o que acabou facilitando o trabalho durante a noite. "Aproveitamos a iluminação da orla." Pela manhã, o material já havia sido retirado do mar.

"Nossa preocupação era com a praia e com os mangues. Não encontramos óleo em nenhuma das avaliações que fizemos nesses locais", afirmou o engenheiro da Cetesb William Nunes.

Inquérito e multa
De acordo com o capitão dos portos de São Paulo, capitão-de-mar-e-guerra Marcos Nunes de Miranda, as circunstâncias do vazamento serão analisadas pela Marinha. "O navio será autuado e possivelmente multado. O valor varia de R$ 1.000 a R$ 50 milhões."
A saída do Smart 1 estava prevista para o dia do acidente, mas a embarcação não foi liberada pela Capitania dos Portos.
"O navio não pode sair enquanto o comandante não entregar uma carta explicativa do que aconteceu a bordo e alguém assumir a responsabilidade civil sobre a poluição causada", disse Miranda.
A agência Transatlantic Carriers, responsável pelo navio em Santos, disse que entrou em contato com a seguradora. A Pandibra, empresa que responde pela seguradora no Brasil, afirmou que já havia encaminhado a documentação à Marinha e aguardava autorização para o navio deixar o país.

Circunstancias da maré e a rápida ação de controle
Graças à variação da maré e à ação de controle da Codesp, a maior parte do produto foi contida ao redor do navio, que estava atracado no Armazém 38, na região portuária conhecida como Corredor de Exportação, em Santos.

Fonte: Folha de São Paulo, Folha Online, Defesa Civil, A Tribuna de Santos no período de 09 de novembro a 10 de novembro de 2006

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terça-feira, novembro 21, 2006

Robô brasileiro usado no combate a incêndios


O robô Saci é a mais nova tecnologia brasileira a ser usado em combate a incêndios em áreas que os bombeiros não podem alcançar. O robô foi desenvolvido pela empresa ARMTEC Tecnologia em Robótica, especializada em projetos especiais.

Fotos ampliadas:
http://zonaderisco.nafoto.net/photo20061121163935.html
http://zonaderisco.nafoto.net/photo20061121163604.html

Com a aparência de um tanque de guerra, menos de 2 metros de comprimento, 1,5 m de altura e pesando uma tonelada, Saci é o menor robô do mundo utilizado no combate a incêndios. O robô destaca-se pelo desempenho, agilidade e segurança. É o único modelo no mundo com um canhão d’água que gira 360°.

Com um jato que alcança até 60 metros de distância, em linha reta, e 15 metros de altura, o que equivale a um prédio de quatro andares, o robô utiliza água e espuma no combate ao fogo, reduzindo o tempo que os bombeiros levariam para apagar um incêndio.

Segundo Roberto Lins de Macedo, vantagens do robô brasileiro estão no tamanho, na agilidade e no preço, se comparados ao modelo chinês, por exemplo. “Ele é o menor do mundo e o mais barato do mundo. O modelo chinês custa R$ 700 mil, o Saci custa R$ 200 mil. Ele pode andar em qualquer terreno, o que garante agilidade no combate aos incêndios”, afirmou Macedo.

Monitorado à distância
Além da rapidez no combate ao fogo, Saci oferece segurança aos bombeiros. O robô pode ser operado a uma distância de até 180 metros, explicou o engenheiro. “O bombeiro fica a uma distância mínima de 120 metros e o Saci pode ir avançando até o foco do incêndio, e não tem problema de chegar perto das chamas, pois ele agüenta”, garantiu Macedo.

Informações:
ARMTEC
TeL: +55 85 34773321
Email: armtec@armtecbrasil.com

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sexta-feira, novembro 17, 2006

Incêndio na fábrica da Sadia em Toledo


Um incêndio na quinta-feira, 16 de novembro de 2006, queimou totalmente a fábrica de assados, empanados e cozidos da Sadia em Toledo. O incêndio começou por volta das 16h15min, formando uma enorme nuvem de fumaça que podia ser vista a quilômetros de distância.

Foto ampliada:
http://zonaderisco.nafoto.net/photo20061117143606.html

Mobilização de pessoal de emergência
O incêndio mobilizou a brigada de incêndio da empresa, o Corpo de Bombeiros de Toledo e até de Cascavel, para onde foi pedido reforço, bem como Polícia Militar e agentes da Secretaria Municipal de Segurança e Trânsito.

Isolamento da área
Policiais militares e da Secretaria de Segurança e Trânsito isolaram a área diante dos riscos de explosão.

Início do incêndio
O incêndio, segundo informações obtidas junto a funcionários, começou na linha 6, pelas paredes. “Tão logo os funcionários viram fumaça foram abertas as portas de emergência e todos os funcionários saíram rapidamente, contou um dos funcionários do setor, que preferiu não se identificar”. Segundo ele, houve bastante correria, mas todos os funcionários saíram rapidamente e em segurança.Ele afirmou ainda que os funcionários somente perceberam a gravidade do ocorrido na parte externa da empresa, uma vez que internamente o incêndio parecia de pequenas proporções. A linha 6 entrou em operação há menos de um mês.

Carga de incêndio elevada no interior da fábrica
No interior da empresa o material é altamente inflamável, incluindo plástico, isopor, papelão, óleo utilizado para frituras e tanques de amônia. O gás é utilizado para a refrigeração, altamente inflamável e tóxico, se inalado.

Causa provável
Ainda desconhecida

Evacuação do prédio
Cerca de 600 funcionários trabalhavam no local, quando o incêndio ocorreu. O prédio foi evacuado rapidamente, sem o registro de feridos. Centenas de pessoas se aglomeraram nas imediações para ver a proporção da tragédia, entre eles funcionários que iriam iniciar o seu turno de trabalho.
A maior preocupação da empresa foi com a segurança das pessoas. O sistema de segurança funcionou, com a evacuação rápida da empresa sem que tenha sido registrado qualquer registro de feridos

Perda total da fábrica
A fábrica teve perda total e a preocupação maior dos bombeiros era de refrigerar os tanques de amônia, diante de riscos de explosão pelo calor intenso.

Investimento perdido
Conforme a assessora de imprensa da empresa, Lizete Kreutz, lamentou a confirmação de perda total na fábrica de assados, empanados e cozidos, em uma avaliação inicial, que servia como fábrica modelo. Nela foram investidos mais de R$ 100 milhões. A empresa é a maior de Toledo e em todo o seu complexo abriga cerca de 8 mil funcionários diretos.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social. – Prefeitura de Toledo - 16/11/2006

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quinta-feira, novembro 16, 2006

Acidentes de trabalho e a visão

A ambliopia, ou olho preguiçoso, é outro problema de visão que atinge os trabalhadores. Adultos que não enxergam bem com um dos olhos ou sem visão de profundidade, normalmente têm dificuldades para desenvolver certas atividades como utilizar um equipamento ou operar uma máquina, além de dirigir.

Outra conseqüência importante é o não desenvolvimento da visão binocular. Nestes casos, as pessoas afetadas não desenvolvem a estereopsia (poder de reconhecimento tridimensional do espaço, sensação de profundidade) que lhes permite ter uma percepção correta e rápida da visão tridimensional

Indiretamente, as pessoas com um olho amblíope podem ter problemas no desempenho de algumas ações ou no desempenho de determinadas profissões.

E por não ter uma boa acuidade visual essas pessoas também podem causar acidentes. Segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia, para o tratamento da ambliopia faz-se a oclusão do olho bom e em geral associa-se o uso de óculos e, em alguns casos, cirurgia.

Quantos acidentes de trabalho são causados por problemas de visão? Infelizmente, não há dados oficiais sobre o tema.

Um estudo do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) demonstra que 50% da população brasileira precisa de óculos, e mesmo assim, só 24 milhões corrigem os problemas de visão. .

Fonte: Canal Executivo - 21 de junho de 2005

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quarta-feira, novembro 15, 2006

Serralheiro morre ao cair do Conjunto Nacional

Em 12 de outubro de 2006, manhã de domingo, um serralheiro caiu do parapeito do Conjunto Nacional, em Brasília, por volta das 9h30, de uma altura entre 20 e 30 metros de altura, teve morte instantânea

Vítima
Valdivino da Paixão Rodrigues, 47 anos, pai de três filhos.

Causa
Os funcionários estranharam o comportamento de Valdivino. Disseram que os profissionais que sobem ao alto do prédio costumam ficar em uma calha, mas o serralheiro teria se equilibrado sobre o parapeito, um local mais inseguro. Ele subiu no topo do centro comercial para pegar sobras de metal. O material seria soldado e reaproveitado.

Montagem de enfeites de Natal
De acordo com os colegas, Valdivino era responsável por construir enfeites metálicos em um galpão. Outros nove profissionais é que instalavam o material no Conjunto Nacional, quatro homens em solo, para fazer a segurança, e quatro no alto do prédio, juntamente com um brigadista. Desses, três eram treinados para descer de corda (rappel) e instalar o enfeite.

Empresa terceirizada
Valdivino era funcionário terceirizado para fazer a decoração natalina do centro comercial. A empresa dele foi contratada pela Chico Leite Cenografia, que prestava serviços ao Conjunto Nacional. As duas empresas eram de Goiânia, onde morava o serralheiro.

Shopping Conjunto Nacional
No Conjunto Nacional, além das lojas, possui quatro pisos de consultórios, escritórios e diversos serviços. São 410 salas comerciais, 200 consultórios médicos e odontológicos, 50 escritórios.

Conjunto Nacional e segurança
O centro comercial afirmou que sempre cobra dos prestadores de serviço e seus funcionários o uso de todas os procedimentos de segurança exigidos. Esse seria o caso da Chico Leone Cenografia.

Apuração do acidente
O shopping está tomando todas as providências cabíveis para a promover rápida apuração das causas do acidente, bem como a total assistência à Chico Leone Cenografia, empresa idônea responsável pela execução do serviço, com experiência de mais de 25 anos.

Fonte: Correio Braziliense – 12 de novembro de 2006

Comentário
Uma coisa é cobrar, exigir e fiscalizar. Outra coisa é ter um plano de prevenção de riscos e permissão de trabalho. Muita empresa pensa que cobrar e exigir segurança da prestadora de serviço é suficiente para eliminar o risco.Um bom plano, para início das atividades da prestadora de serviço está condicionado à aprovação da análise de riscos pelo setor de segurança do trabalho, pela prestadora de serviço e pelo funcionário responsável pela área onde a atividade será executada.

Conforme disposto na NR 1, “A empresa é obrigada a informar aos trabalhadores os riscos profissionais que possam originar nos locais de trabalho, os meios para prevenir e limitar tais riscos e as medidas adotadas pela empresa.”

Portanto, efetuar as análises e orientar os empregados ou subcontratados é uma obrigação prevista em lei. Dessa forma, a prestadora de serviço deve designar seu representante, para que possa, in loco, analisar os riscos, descrevê-los em impresso próprio e assiná-lo em conjunto com o setor de segurança do trabalho do contratante.

O que diz a norma em trabalho em altura
Para todo e qualquer trabalho executado acima de 2 (dois) metros de altura onde haja risco de queda, deve ser usado cinto de segurança com talabarte duplo preso a um cabo de segurança ou a uma estrutura fixa, durante todo o deslocamento pelas estruturas.

Obviamente a empresa (Conjunto Nacional) não estava preparada com um plano de segurança de trabalho em altura para exigir e fiscalizar a prestadora de serviço quanto à obrigatoriedade do uso do cinto de segurança para todos que realizam trabalhos em locais elevados e que ofereçam riscos de queda.

Mais uma fatalidade em trabalho em altura, em que as partes envolvidas, não tinham plano de prevenção de riscos. O trabalhador era apenas um equilibrista, sem nenhuma proteção de segurança, sem noção do risco que estava correndo. Após a fatalidade a empresa apurará os fatos? Se a empresa tivesse cultura de prevenção de riscos não autorizaria a execução do serviço sem as medidas adequadas de segurança. Esta é a realidade.
No Brasil, após um acidente fatal , indagamos: O que houve de errado? E nunca preocupamos com a prevenção. O que pode dar errado? As autoridades buscam os culpados, esquecendo-se das causas reais do acidente.

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terça-feira, novembro 14, 2006

Dispositivo de proteção - Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis

Os líquidos inflamáveis e combustíveis devem ser armazenados e trans­portados em recipientes de segurança e aprovados, isto é, fabricados com dispositivo de corta‑chamas, sistema de tampa com mola de alta pressão, com alça de abertura rápida e válvula de alívio.

A empresa possui uma série de produtos de segurança na linha de líquidos inflamáveis tais como; cabo de aterramento, válvula de segurança dosadora, paletes para contenção de líquidos em caso de vazamento, resistente à corrosão, suportes para tambores de 200 litros, etc.

Vide link da empresa:
http://www.redentor.ind.br/joomla/

ACCA

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Dispositivos de segurança – Grade de segurança para pneus

Para proteger o operador de acidentes que possam ser provocados por partes da roda, pneu ou aro eventualmente arremessado durante a atividade de inflar o pneu dos veículos médios e pesados.

Vide dispositivo no link:
http://www.jedal.com.br/grade_seguranca.asp

Não devemos esquecer as demais recomendações de segurança, tais como;
Recomendações
1. Os empregados não devem ser permitidos trabalhar nas rodas com trincas e fissuras até que estejam treinados e instruídos nos reparos de todos os tipos de rodas
2. Não utilizar soldagem em rodas com pneus inflados
3. Não utilizar sobrepressão em pneus (pressão acima do permitido, de acordo com a especificação do pneu)
4. Inflar pneus à distância, através de mangueira e controle de pressão
5. Esvaziar o pneu antes de retirar a roda
Riscos em potencial
1. Inflar rapidamente um pneu vazio
2. Inflar pneu muito quente (ar quente)
3. Pneus quentes
4. Estrutura da roda danificada
5. Procedimento de trabalho inseguro (ferramentas inadequadas, soldagem, não obedecer à especificação técnica do pneu e roda)
ACCA

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segunda-feira, novembro 13, 2006

Cem anos de aviação (1906-2006)



Com a homologação de um vôo de Santos-Dumont, há um século, começava a era dos aeroplanos, que mudou a face do planeta

No fim da tarde de 12 de novembro de 1906, em Paris, o brasileiro Alberto Santos-Dumont foi o responsável pelo primeiro vôo homologado da história da aviação.

Naquele dia, o avião 14bis deixou o chão por seus próprios meios, atravessou mais de cem metros pelo ar e pousou em segurança, preenchendo todos os requisitos acordados internacionalmente para o reconhecimento de um vôo do mais pesado que o ar, o primeiro recorde nos registros da Federação Aeronáutica Internacional, FAI.

Cem anos depois, o Brasil e o mundo celebram os feitos de Santos-Dumont, um dos personagens mais importantes na popularização da aeronáutica e no desenvolvimento dos primeiros aeroplanos.

G1 – Portal da Globo - 12 de novembro de 2006

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domingo, novembro 12, 2006

Contran define regras para uso de capacete

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou novos requisitos para a utilização de capacete para condutor e passageiro de motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizado.

Certificação do capacete
De acordo com a Resolução 203, publicada em 10 de novembro de 2006, sexta-feira, será obrigatório o selo de certificação expedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) ou por organismo por ele credenciado. Será necessário também, que o capacete possua, nas partes traseiras e laterais, elementos refletivos de segurança que deverão ter uma superfície de pelo menos 18 cm² (dezoito centímetros quadrados), essa faixa garantirá a sinalização do capacete.

Característica do capacete
De acordo com as definições do Contran, o capacete deverá possuir viseira, sendo que durante o período noturno é obrigatório que ela seja do padrão cristal. No entanto, caso o capacete não possua viseira, deverá ser utilizado óculos de proteção que não poderão ser substituídos por óculos de sol ou de segurança. Os óculos de proteção (tipo panorâmico) são aqueles que permitem ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou de sol.

Vide foto – Capacetes permitidos
http://zonaderisco.nafoto.net/photo20061112093305.html
http://zonaderisco.nafoto.net/photo20061112093125.html

Capacetes proibidos;
- tipo coquinho
- tipo ciclístico
- tipo capacete de segurança
Vide foto – Capacetes proibidos
http://zonaderisco.nafoto.net/photo20061112092534.html

Vide foto – Óculos permitidos e proibidos
http://zonaderisco.nafoto.net/photo20061112092839.html

Proibida película
A Resolução 203 do Contran proíbe, ainda, acrescentar películas na viseira e nos óculos de proteção.

Prazo e multas
O prazo de entrada em vigor da Resolução é de 180 dias. Quem descumprir as normas estabelecidas na Resolução estará infringido os incisos I e II do Art. 244 do Código de Trânsito Brasileiro que prevê infração de natureza gravíssima, multa de R$ 191,54, suspensão do direito de dirigir e recolhimento do documento de habilitação.

Acesse a Resolução:
http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/Resolucao203_06.pdf

Fonte: Denatran

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sábado, novembro 11, 2006

Avaliação de instalação elétrica em atmosferas explosivas

UL é pioneira em avaliação de instalação elétrica em atmosferas explosivas no país

A UL do Brasil, subsidiária do Underwriters Laboratories Inc. e líder em certificação e ensaios de produtos, registros de sistema de gestão e inspeções comerciais, acaba de trazer ao Brasil um novo serviço de Avaliação de Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas.

A partir de agora, além da certificação de produtos, a empresa oferece também o Relatório de Avaliação. O serviço evita possíveis acidentes ocorridos em decorrência da instalação inadequada.

A avaliação cumpre as recomendações;
a) da NR-10 e normas técnicas nacionais (NBR)
b) e internacionais (série IEC 60079), tornando-se um marco na trajetória iniciada em 1991, quando se tornou compulsória a certificação dos equipamentos elétricos para áreas classificadas no Brasil.

Com isso, a empresa passa a contar com a segurança do produto certificado, instalações e manutenções avaliadas”, afirma Sandro Campos, engenheiro da UL do Brasil.

A UL mostra seu compromisso com a qualidade e segurança na indústria nacional (pessoas, meio ambiente e equipamentos), nos mais diferentes setores, principalmente nas indústrias de petróleo, química e petroquímica. “Com a ampliação dos serviços para atmosferas explosivas, verificamos desde a classificação da área até a execução e “start-up” das instalações, operação e manutenção”, explicou.

UL do Brasil
Rua Fidêncio Ramos, 195 - 2º andar - Vila Olímpia - 04551-010 - São Paulo - SP - Brasil
Telefone: +55 (11) 3049-8300
Fax: +55 (11) 3049-8252
e-mail: info.br@br.ul.com

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A maior ponte de madeira da Europa


A maior ponte de madeira da Europa, chamada "Cauda do Dragão", foi inaugurada em 14 de agosto de 2006, na região da Thuringia, no leste da Alemanha.

Característica da ponte
A ponte tem 240 metros de comprimento, sobre um vale de 25 metros de profundidade perto da cidade de Ronneburg. Ela foi fabricada com madeiras de lariço e abeto.

A ponte será parte de uma rota de longa distância para ciclismo que atravessa a região da Thuringia.

Ver foto ampliada:
http://zonaderisco.nafoto.net/photo20061111091926.html

Fonte: BBC Brasil - 15 de agosto de 2006

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sexta-feira, novembro 10, 2006

Seis meses de prisão para os responsáveis pela empresa

Em um acidente de trabalho que ocorreu em uma empresa em junho do 2002 foi objeto de julgamento em 8 de novembro de 2006, na capital Ourense, Espanha. Como acusados compareceram três pessoas que, no momento dos fatos, tinham alguma responsabilidade na empresa.

Os responsáveis faziam parte da empresa quando um trabalhador que executava formas para concreto sobre um painel caiu ao solo de costas, pois a plataforma sobre o qual trabalhava, cedeu, faltava guarda corpo ou qualquer outra medida de proteção, segundo apreciou o promotor. Em conseqüência do golpe o empregado sofreu ferimentos em diferentes partes do corpo.

Prisão e multas
Durante o julgamento os acusados aceitaram a condenação, acordada pelo promotor, que será de seis meses de prisão e uma multa de seis meses, a razão de 6 euros ao dia, pelo delito contra os direitos dos trabalhadores, enquanto pelas lesões ocasionadas receberão outra multa que será estipulada..

Fonte: La Voz de Galicia - 09/11/2006

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quarta-feira, novembro 08, 2006

Pedreiro morre em explosão de tambor


Por volta das 10 h, manhã de sexta-feira, 4 de novembro de 2005, em Corumbá, MT, o pedreiro Ercílio Henrique Pereira, de 44 anos, tentou abrir um tambor quase vazio de 200 litros de impermeabilizante com uma serra elétrica. As faíscas causaram a explosão matando-o instantaneamente. Ele trabalhava na construção de uma calçada na frente da empresa Don Santos Transportes Ltda, localizada no Bairro Aeroporto.

Motivo
O ajudante da vítima, João Batista de Jesus, disse que o colega de trabalho pretendia reutilizar o tambor para armazenar água. O objetivo era utilizar a água para a preparação do concreto. Entretanto, ele pensou que o tambor estava totalmente vazio, porém, havia certa quantidade de vapor inflamável .
Assim sendo, utilizando uma serra elétrica iniciou a abertura do tambor, porém, com as faíscas causadas com o atrito entre o disco da serra e o metal do tambor foi o estopim para a explosão.
A força da explosão fez com que o galão fosse arremessado para fora da área da empresa Don Santos Transportes Ltda, na Rua Gonçalves Dias, Bairro Aeroporto.

Testemunhas
Testemunhas residentes nas imediações da empresa saíram assustadas de suas residências para ver o que tinha acontecido. A explosão foi seguida de gritos dos funcionários e populares.

Vitima
Segundo a Polícia Civil, o pedreiro sofreu traumatismos em várias partes do corpo e em órgãos vitais, que o levaram à morte instantânea

Fonte: O Progresso – Dourados, MT, 5 de novembro de 2005

Comentário:
Em geral o trabalhador supõe que o risco de um tambor quase-vazio é inferior do que um tambor cheio. Porque o risco real “está oculto”, é essencial que os tambores de líquidos inflamáveis advertem com “destaque” o alto risco de explosão de um tambor parcialmente vazio.

Quanto ao treinamento de empregado sobre os riscos de tambores quase-vazios podem ser úteis, todos tambores usados, frequentemente, podem encontrar-se em mãos de empregados não treinados ou de terceiros.

Isto reforça a necessidade para etiquetagem adequada e chamativa, isso vai além dos avisos usuais para líquido inflamável. Em geral, a pessoa leiga não treinada acredita intuitivamente que menos liquido inflamável significa menos risco, quando o oposto é verdadeiro.

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segunda-feira, novembro 06, 2006

Celular geram explosão de tendinite na Inglaterra


As mensagens de texto de celulares se tornaram tão populares na Inglaterra que milhões de usuários estão reportando casos de dores nos polegares e outros dedos relacionadas à mania.

Mais de 93,5 milhões de SMS (Short Message Service, Serviço de Mensagens Curtas) são enviadas por dia na Inglaterra, mas toda essa digitação gerou uma explosão no número de casos de pessoas que buscam atendimento médico por sofrerem de lesão por esforço repetitivo (LER). A informação está em uma pesquisa divulgada.

Pesquisa da operadora Virgin Mobile
Segundo os dados, 38% mais pessoas sofrem de dores nos punhos e nos polegares por causa da digitação das mensagens do que há cinco anos. Além disso, 3,8 milhões de usuários queixam-se por ano de problemas causados pelas mensagens.

A pesquisa descobriu que o fenômeno do envio de mensagens não mostra sinais de recuo. Mais de 12% da população britânica admite que manda vinte mensagens por dia e 10% confessa que envia até 100 textos curtos por dia pelo celular.

Comunicação virtual ou viciados na tela
Apesar de psicólogos afirmarem que é importante para as pessoas se comunicarem, há o perigo de que recursos como as mensagens de texto e emails façam com que as pessoas se sintam desconfortáveis com conversas cara a cara. Há também preocupação de que algumas pessoas podem correr o risco de se tornarem viciadas em digitar mensagens no celular.

No ano passado, o operário Craig Crosbie foi coroado como o mais rápido autor de mensagens de texto do mundo depois de levar apenas 48 segundos para digitar em inglês uma mensagem com 160 caracteres:

Fonte: Terra Tecnologia - 21 de fevereiro de 2006

Comentário
Imaginamos um cenário hipotético da utilização da parafernália eletrônica, tais como;
1.Criança/adolescente utilizando videogame. Segurando o joystick por horas.O hábito de jogar por horas seguidas em uma postura inadequada, como sentado no chão com as costas curvadas, pode comprometer a saúde da criança no futuro.

2.Criança/adolescente utilizando o iPod, escutando musica em alto volume.Ouvir música freqüentemente com fones de ouvido e o volume muito alto pode causar um problema chamado tinitus, ou ruído no ouvido. A pessoa é incomodada por uma zoeira na cabeça e ouve sons diversos, parecidos com os de sinos ou do canto da cigarra.

3.Criança/adolescente, jogando videogame em notebook ou usando para conversação ou música - Se você usa um notebook por muito tempo, as lesões que podem ser provocadas por posições inadequadas durante o uso de computadores portáteis são ainda piores do que as que acontecem no caso de computadores de mesa. Isso ocorre porque a altura da tela costuma ficar muito abaixo da linha dos olhos do usuário. O laptop, com freqüência, causa mais problemas posturais do que um computador de mesa.

4.Criança/adolescente que passa muito tempo em frente de computador ou usando outros aparelhos eletrônicos, são sedentárias. Não praticam esportes. Assume posturas inadequadas para sentar ou ficar deitado jogando, retrai os tendões, fica com as articulações rígidas e contrai o rosto. Permanecer sentado durante horas a fio, mesmo em atividades pouco exaustivas, pode causar fadiga, distúrbios circulatórios e dores.

5.Qual será o diagnóstico de um jovem com todas essas características de vícios ou de fatores de desencadeamento de lesões repetitivas quando entrar no mercado de trabalho? Como poderá separar um jovem com propensão de adquirir LER com mais facilidade do que outro jovem que tenha praticado esporte?

6.E a surdez? A criança já está utilizando iPod para escutar música em alto volume. O processo de desencadeamento de surdez já é precoce?

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sábado, novembro 04, 2006

Olhos no ambiente industrial

A radiação luminosa pode lesionar os olhos?

Radiações luminosas intensas, tais como; solda, luz ultravioleta ou radiação solar , podem causar queimaduras sérias na córnea ou na retina. É importante saber que os efeitos da queimadura na córnea só começam a produzir sintomas de 6 a 10 horas de exposição. Isto é muito perigoso e o olho pode estar ,sendo lesado e não percebermos no momento.

A solda elétrica pode afetar a visão?
A energia luminosa produzida pela solda elétrica pode produzir graves queimaduras na córnea. Nunca trabalhe com solda elétrica sem máscara de proteção adequada , nem fique olhando as pessoas trabalharem por perto.
Portal da Oftalmologia - 17/6/2004

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sexta-feira, novembro 03, 2006

Tipo de construção nos USA, em Oregon, em 1900


Foto: Robinson WJG House Construction 1900









Transportando a foto para os dias de hoje, os riscos da construção continuam o mesmo, tais como;

- Andaime
- Queda de altura
- Falta de EPI
- A foto retrata bem a segurança na construção no Brasil

Foto ampliada
http://zonaderisco.nafoto.net/photo20061104010818.html

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quinta-feira, novembro 02, 2006

Tecnologia – Andróide


Adivinha quem é a mulher andróide na foto.
Uma mulher posa ao lado de uma andróide em mostra na feira de tecnologia Core, em Tóquio; desenvolvida pela Universidade de Osaka, a andróide é programada para imitar o comportamento humano
Foto: Kiyoshi Ota / Reuters

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quarta-feira, novembro 01, 2006

Normas regulamentadoras aprovadas

Comissão aprova norma para trabalho confinado e aprimora outras para aumentar a prevenção de acidentes e melhorar os ambientes de trabalho

A Comissão Tripartite Permanente Paritária (CTPP) de Segurança e Saúde no Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), aprovou quatro determinações com objetivo de melhorar a qualidade do ambiente e da função exercida pelo trabalhador.

Aprovada NR-33 – Espaço Confinado
Com a aprovação da Norma Regulamentadora 33 (NR-33), que será publicada no Diário Oficial da União em até 60 dias, os trabalhadores que desenvolvem suas funções em espaços confinados, como caixas d’águas, tubulações, tanques, etc terão aumentada sua segurança no trabalho.

A NR-33 prevê medidas de prevenção que abrangem as áreas administrativas, técnica, de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), entre outras. Entre as proteções está a garantir a presença de um técnico, supervisor ou vigia sempre que o trabalhador entrar em um espaço confinado. Dessa forma, em caso de eventuais acidentes, o trabalhador poderá ser atendido prontamente.

Ergonomia – NR-17
Outra decisão da CTPP foi a de aprimorar a NR-17, que se refere a ergonomia do ambiente de trabalho. A norma se direciona aos trabalhadores que ocupam a função de caixa de supermercado e, com o anexo, fica garantida a prevenção de doenças ocupacionais, por meio da melhoria da ergonomia nos postos de trabalho, organização e mobiliário.

A norma agora tem um capítulo que obriga as empresas a dar treinamentos e informações sobre os riscos das atividades. A ergonomia leva em conta as condições de trabalho e incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho, e à própria organização do trabalho. Cabe ao empregador avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, e realizar a análise ergonômica do trabalho, abordando, no mínimo, as condições de trabalho estabelecidas na norma.

NR-06 – EPI – Colete à prova de balas
Proteção - A NR-06, que trata dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), agora obriga as empresas de segurança privada a incluírem colete à prova de balas na relação de EPI. Atualmente, pela legislação, a obrigatoriedade é apenas para empregados que fazem o transporte de valores.

Empregados que trabalham armados em bancos, empresas e até mesmo órgãos públicos, agora terão direito ao equipamento para reduzir os riscos de acidente de trabalho.

Com a aprovação da CTPP, a inclusão do item à NR-06 será encaminhada para consulta ao Exército e, depois, para a publicação no DOU. De acordo com a norma, são EPIs todos dispositivos ou produtos, de uso individual, utilizados pelo trabalhador, destinados à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde do trabalhador.

A empresa é obrigada a fornecer o equipamento aos empregados, gratuitamente. Ele deve ser adequado ao risco, estar em perfeito estado de conservação e funcionamento.

Construção – NR-18 – Plataforma de trabalho
A NR-18, que regulamenta as condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção, passa a determinar que a plataforma de trabalho aéreo terá que atender às especificações que se referem a sua constituição técnica. Esta inclusão será publicada entre 30 e 60 dias.

As plataformas são equipamentos que transportam trabalhadores e suas ferramentas para cima. A diferença desta norma regulamentadora para as demais, é que ela é uma medida de prevenção que acompanha os avanços tecnológicos. Geralmente, os anexos são aprovados visando à redução do número de acidentes em determinado setor, o que não o caso.

Fonte:Ministério do Trabalho e Emprego - Brasília, 21/09/2006

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