Zona de Risco

Acidentes, Desastres, Riscos, Ciência e Tecnologia

domingo, abril 30, 2006

Explosão de extintor de incêndio













Recomendações

Normas técnicas necessárias à consulta
NBR 10721 - Extintores com carga de pó.
NBR 12693 - Sistemas de proteção por extintores de incêndio.
NBR 12962 - Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio.
NBR 5770 - Determinação do grau de enferrujamento de superfícies pintadas.
NBR 13485 - Manutenção de terceiro nível (vistoria) em extintores de incêndio.
NR - 23 - Proteção contra incêndios.

Inspecionar visualmente os extintores, pelo menos mensalmente, procurando detectar:
Lacre de inviolabilidade rompido;
Quadro de instruções (rótulo) ilegível ou inexistente;
Inexistência ou dano de componentes, peças e acessórios;
Indicador de pressão (manômetro):
· Sobre pressurizado - pressão acima da faixa verde
· Sub pressurizado - pressão abaixo da faixa verde
· Data do último ensaio hidrostático igual ou superior a 5 (cinco) anos.
· Danos mecânicos, térmicos ou corrosão .
Nota: Quando um dos eventos for verificado, aplicar a manutenção prevista na Norma ABNT NBR 12962.

Conservação/Manutenção
Deverão permanecer ao abrigo da chuva, umidade, vibração .
No local de instalação deve estar, ao abrigo da chuva, exposição direta dos raios solares, afastados de fontes de calor (fornos, estufas e similares). A temperatura de exposição deve estar compreendida entre –10°C e 50°C. O local da instalação deve estar afastada de vibrações incomuns (prensas excêntricas, de fricção, guilhotinas e outros equipamentos que causem vibrações similares).
Não é aconselhável instalar os extintores em ambientes com atmosfera corrosiva, contudo, se não puder ser evitado, deve ser protegido com pintura, tratamento ou adequação de componentes próprios para o meio (consultar o fabricante)
Sugestao: Visando minimizar essa ação corrosiva, utilizar capa protetora de material resistente ao elemento químico existente no ambiente.
Obs: A inobservância da precaução acima poderá causar a corrosão do recipiente e nos componentes do extintor, podendo em muitos casos impedir o seu funcionamento. Grau de corrosão acentuado abreviam o seu tempo de utilização, e por ser um vaso de pressão, poderá apresentar vazamento, e em casos extremos chegar até a ruptura/explosão.

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sexta-feira, abril 28, 2006

Transporte de cargas perigosas

Transporte de cargas perigosas ainda apresenta altos índices de irregularidades

O transporte de cargas perigosas é um assunto sempre polêmico, principalmente pelos altos índices de acidentes registrados nas rodovias do Estado de São Paulo, especialmente causados pela falta de preocupação com relação à manutenção dos caminhões. As conseqüências decorrentes do transporte precário deste tipo de produto são gravíssimas e prejudica não só vidas humanas, mas também o meio ambiente.

No dia 17 de março de 2006, o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-SP), fiscalizou 20 veículos transportadores de cargas perigosas na Rodovia dos Imigrantes próximo a Santos e cinco deles foram autuados.

Os principais problemas encontrados foram:
a - vazamento do produto,
b - pneus, suspensão, sistema de iluminação e sinalização.
Apenas um CIPP (Certificado de Inspeção de Produtos Perigosos), documento obrigatório para o tráfego desse tipo de caminhão nas estradas brasileiras, foi apreendido.

Já na Rodovia Raposo Tavares, na altura do km 167, o número de infrações aumentou. No dia 23, com o apoio do DER, CETESB, Secretaria da Receita Estadual, Secretaria da Agricultura, Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Estadual e Concessionária SPVIAS, 10 dos 22 caminhões-tanque inspecionados foram multados e seis CIPP's foram apreendidos. Vazamento de produto foi novamente a principal irregularidade.

Na sexta-feira, 24, próximo à cidade de Penápolis, na Rodovia Marechal Rondon, o quadro também não foi dos melhores. A equipe do Ipem-SP autuou 16 veículos dos 29 fiscalizados e seis CIPP´s foram retidas.

Neste ano o Ipem-SP fiscalizou 307 veículos e emitiu 125 autos de infração e 52 CIPP´s foram apreendidas.

Todos os responsáveis e/ou proprietários dos veículos autuados têm 15 dias a partir da constatação das infrações para apresentar defesa junto à Superintendência do Ipem-sp.

Após esse prazo, ocorrerá uma análise jurídica e administrativa de cada caso para se estipular uma penalidade administrativa cabível, que varia de uma advertência ao pagamento de multas de até R$ 2.500, dobrando na reincidência.

Aqueles que tiveram o CIPP apreendido precisam levar seus veículos para os consertos necessários e, após isso, submetê-los a novas inspeções em algum instituto de pesos e medidas do país a fim de conseguir um novo CIPP.

Fonte: IPEM – Instituo de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo -São Paulo, 28/03/06

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quinta-feira, abril 27, 2006

A Queda é Sempre Algo Inesperado

Os sistemas antiqueda não têm como objetivo principal à prevenção da queda, mas sim travá-la no mais curto espaço de tempo possível para evitar que a pessoa alcance, ao cair, tal velocidade que não a possa parar com segurança. Também é importante que a pessoa se mantenha em posição vertical, sem perder a respiração de modo a que possa esperar o auxílio e/ou socorro sem complicações posteriores.

Quando se fala de proteção contra quedas há que fazer referência à expressão “nível de risco”. Este nível é uma escala de prioridades na hora de prevenir a queda dos trabalhadores. Neste nível convém deixar claro que o treinamento e a disponibilidade de ter pessoal qualificado e devidamente formado pode considerar-se como um primeiro fator de segurança perante este tipo de riscos.

O treinamento é tão importante que entre os trabalhadores, onde se situa o uso de equipamentos antiqueda e se faz prever com precisão o nível de riscos que o trabalhador enfrenta durante todas as fases da sua operação, se encontra como 2.ª prioridade. As implicações de uma queda dependem, em grande parte, da altura da mesma, dos eventuais obstáculos que se encontrem no seu decurso e do recurso aos equipamentos de resgate existentes.

Mas, voltando ao tema do treinamento, há que ter em conta que a conscientização na construção civil é todavia muito escassa, salvo raras exceções. O empresário limita-se, na maior parte dos casos, atender as normas e comprar os equipamentos, dotando os seus trabalhadores de arneses, cordas e elementos de ancoragem para combater as eventuais quedas.
Revista – Segurança, Portugal - Janeiro/Fevereiro 2005

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quarta-feira, abril 26, 2006

Incêndio no Mc Donald's


Em Junho de 1990, um incêndio destruiu as instalações da lanchonete Mc Donald's na av. Juscelino Kubitschek, esquina com a r. Dr Renato Paes de Barros, São Paulo.O incêndio começou por volta das 9h 40min, e as chamas se espalharam rapidamente por toda loja, forrada com materiais combustíveis como; plástico, madeira, em menos de uma hora.
Causa
O incêndio começou na cozinha, nos fundos da lanchonete, por causa de uma falha no termostato que controla a temperatura do equipamento de fritura. Como o sistema não desligou, a temperatura subiu e houve um princípio de incêndio que seria controlado se as chamas não tivessem passado para os dutos de exaustão. O acúmulo de gordura nesses dutos ajudou a propagar o incêndio.
Equipamentos de prevenção:
Segundo os funcionários da lanchonete, eles não recebem treinamento para casos de emergência. Já houve acidente (queimadura) com funcionário durante a fritura com óleo a uma temperatura de 187 graus. Os quatros extintores de incêndio não estavam funcionando.
Estimativa de prejuízo:
US $ 1.000.000,00
Corpo de bombeiros:
Onze carros do 4o Grupamento de Incêndio (GI) do Corpo de Bombeiros chegaram ao local em menos de 15 minutos, mas os bombeiros levaram quase três horas para controlar o incêndio.

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sábado, abril 22, 2006

Vazamento de amônia

Vazamento de amônia em Betim

Em 13 de abril de 2006, na empresa Granja Brasília Agro Indústria houve vazamento de amônia, que se espalhou pelo local, afetando diversos funcionários.
Vítimas
Uma funcionária foi internada, no Hospital Regional de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, com suspeita de queimadura nas vias respiratórias, após respirar o gás amônia. Outras pessoas tiveram ardor nos olhos, mas sem gravidade.
Causa
O gás é usado para a refrigeração da carne e ainda não se sabe o que provocou seu escape, segundo informou o Corpo de Bombeiros, que esteve no local.
Fonte: Globo Minas
Vazamento de amônia em Dourados

Em 21 de novembro de 2003, cerca de 15 pessoas se feriram pela amônia que vazou da Seara Alimentos, em Dourados.
Causa
O problema ocorreu por volta das 7h em uma válvula do setor de produção da indústria.
Vítimas
Algumas pessoas, principalmente mulheres grávidas, tiveram que ser internadas no Hospital Evangélico, pois a amônia causa queimaduras pelo corpo e na via respiratória.
Evacuação
Todos os trabalhadores, aproximadamente 1,8 mil, foram retirados e levados para a sede da associação de funcionários da empresa. A fabrica retornou as atividades por volta das 13 h..
Fonte: Dourados News

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sexta-feira, abril 21, 2006

Máquina mortífera - Álcool x Carro




Máquina mortífera - Álcool x Carro

O consumo de bebidas alcoólicas, mesmo que não excessivo, é causa, direta ou indireta, de inúmeros acidentes de trânsito de que resultam milhares de vítimas, já que este é um depressor que prejudica as capacidades psicofisiológicas.
1) O ÁLCOOL NO ORGANISMO
Só cerca de 5% do álcool ingerido é eliminado diretamente através da expiração, saliva, transpiração e urina. O restante passa rapidamente para a corrente sanguínea, sendo transportado pelos vasos sanguíneos para os diversos órgãos. Quando atinge o cérebro, órgão abundantemente irrigado de sangue, afeta, progressivamente, as capacidades sensoriais, perceptivas, cognitivas e motoras, incluindo o controle muscular e o equilíbrio do corpo. Assim, o álcool interfere, negativamente, em todas as fases da condução.Além disso, o grande purificador do álcool no nosso organismo, o fígado, só lentamente procede à sua decomposição, uma média de 0,1 a 0,2 g/l por hora, no caso dos homens, e de 8,5 a 10 mg/ml por hora, no caso das mulheres.
2) ELIMINAÇÃO DO ÁLCOOL
O processo de eliminação do álcool é lento. Refira-se, como exemplo, que num indivíduo que tenha atingido uma taxa de alcoolemia no sangue (TAS) de 2,00 g/l à meia-noite, só às 20 horas do dia seguinte o organismo eliminou completamente o álcool no sangue, apresentando, ainda, às 12 horas uma taxa de 0,80 g/l, em circunstâncias médias e normais.Este processo não pode ser apressado por nenhum meio, assim como não é possível eliminar os efeitos do álcool. Existem, contudo, substâncias e fatores que perturbam essa eliminação, nomeadamente atrasando as funções normais do fígado, ou potenciando o seu efeito nocivo como o café, o chá, o tabaco, certos medicamentos e a fadiga.
3) ALCOOLEMIA E TAXA DE ALCOOLEMIA
Chama-se alcoolemia à presença de álcool no sangue e exprime-se por gramas de álcool puro num litro de sangue. A esta porcentagem chama-se taxa de alcoolemia no sangue (TAS).
Há diversos fatores que interferem na TAS:
Pessoal:
* Peso (pessoas mais pesadas, normalmente, apresentam taxas menos elevadas);
* Idade e sexo (a capacidade metabólica face ao álcool é, em geral, significativamente inferior nos adolescentes e nas mulheres);
* Crianças, filhos de alcoólicos, epilépticos, pessoas que tenham sofrido traumatismos cranianos são mais sensíveis ao álcool;
* O estado de fadiga, alguns estados emocionais, certos medicamentos aumentam a sensibilidade ao álcool.
Formas de absorção:
A mesma quantidade de álcool pode originar valores de TAS muito diversos, na mesma pessoa ou em pessoas diferentes, conforme seja ingerido em jejum ou às refeições, rapidamente ou com grandes intervalos.
A TAS é mais elevada com um consumo de álcool excessivo, rápido e em jejum.
Características da bebida.
A taxa de alcoolemia depende não só da quantidade de bebida ingerida como do seu maior ou menor grau alcoólico, bem como se a bebida é gaseificada ou aquecida (nestas duas últimas situações a absorção do álcool é mais rápida).
4) OS PRINCIPAIS EFEITOS DO ÁLCOOL
A ação do álcool no sistema nervoso origina efeitos nefastos que prejudicam o exercício da condução, como:
4.1) Audácia incontrolada:
Sensação de bem-estar e de otimismo, com a conseqüente tendência para sobrevalorizar as próprias capacidades, quando, na realidade, estas já se encontram diminuídas;4.2) Perda de vigilância em relação ao meio envolvente;4.3) Perturbação das capacidades sensoriais, particularmente as visuais
:4.3.1) Reduz a acuidade visual;
* A visão estereoscópica é prejudicada, ficando o condutor incapaz de avaliar corretamente as distâncias e as velocidades;
* A visão noturna e entardecer ficam reduzidas;
* Estreitamento do campo visual (com o aumento da intoxicação alcoólica, o campo visual pode chegar à visão em túnel, situação em que a visão do condutor abrange única e exclusivamente um ponto à sua frente).
4.3.2) Perturbação das capacidades perceptivas;
4.3.3) Aumento do tempo de reação e lentificação da resposta reflexa:Designa-se por tempo de reação o tempo que divide entre a percepção de um estímulo e o início da resposta a esse estímulo.As bebidas alcoólicas ingeridas pelo motorista afetam, ao nível do cérebro e do cerebelo, as capacidades perceptivas e cognitivas, as capacidades de antecipação, de previsão e de decisão e as capacidades motoras de resposta a um dado estímulo.Assim, em caso de necessidade de efetuar uma frenagem brusca devido, por exemplo, ao aparecimento de um obstáculo imprevisível na faixa de rolamento, a alcoolemia torna mais lento o processo de identificação, aumentando o tempo de reação e provocando, conseqüentemente, um alongamento da distância de frenagem do veículo.
4.3.4) Diminuição da resistência à fadiga:O álcool desempenha um verdadeiro papel de analgésico ao nível dos centros nervosos e se, numa determinada fase, pode contribuir para criar um estado de euforia, este é, posteriormente, substituído por uma fadiga intensa que pode chegar até ao entorpecimento.
5) O ÁLCOOL E A COORDENAÇÃO PSICOMOTORA
Sob o efeito do álcool, a coordenação psicomotora do motorista é afetada, podendo traduzir-se em frenagens bruscas e desnecessárias, mudança brusca de direção, etc.
6) O ÁLCOOL E O RISCO DE ENVOLVIMENTO EM ACIDENTE GRAVE
O risco de envolvimento em acidente grave aumenta rapidamente à medida que a concentração de álcool no sangue se torna mais elevada.
TAS - taxa de alcoolemia no sangue
TAS Aumento do risco
0,50 g/l Duas vezes
0,90 g/l Cinco vezes
0,80 g/l Quatro vezes
1,20 g/l Dezesseis vezes
7) O ÁLCOOL E O ESTADO EMOCIONAL
A ingestão de bebidas alcoólicas, mesmo em pequenas doses, pode transformar uma pequena contrariedade num grande problema e dar origem a estados de agressividade, frustração, depressão ou outros que são, normalmente, transferidos para a direção, com todos os riscos que isso comporta.
8) O ÁLCOOL E OS MEDICAMENTOS
Numerosos medicamentos agem ao nível do sistema nervoso, alterando faculdades particularmente importantes para dirigir. Quando combinados com o álcool acarreta, ainda, maiores riscos.Os efeitos da conjugação de álcool e medicamentos, mesmo que a sua ingestão não seja simultânea, podem ser antagônicos ou reforçarem-se mutuamente.
9) O ÁLCOOL E OS JOVENS
Os acidentes que envolvem jovens motoristas sob o efeito do álcool ocorrem essencialmente à noite, em situação de lazer .Desta forma, é de fundamental importância que os jovens, com vista à sua própria segurança e à dos outros (acompanhantes e pedestres da via pública), se revezem entre os elementos do grupo em que se inserem, no sentido de um deles não beber para que a condução se processe com a máxima segurança possível.
SE VAI DIRIGIR, NÃO BEBA; SE BEBER, NÃO DIRIJA.

Fonte : Revista "Segurança"- Portugal - Fevereiro de 2005

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Plataforma de Empilhadeira

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quinta-feira, abril 20, 2006

Inmetro - Novas regras para extintores

Novas regras para inspeção e manutenção de extintores :
.
Em continuidade ao processo de melhoria do Programa de Extintores de Incêndio, estão em vigor o Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) e o Regulamento de Avaliação da Conformidade (RAC) para Serviços de Inspeção e Manutenção em Extintores de Incêndio, publicados com as Portarias Inmetro n° 80 e nº 81.
A principal mudança nos documentos altera o mecanismo de avaliação da conformidade, hoje, realizada por Organismo de Certificação de 3ª parte, e passa a ser feita pela 1ª parte, ou seja, a partir de registro no Inmetro, a empresa declara e compromete-se a cumprir as disposições legais referentes aos serviços de inspeção técnica e manutenção de extintores de incêndio. O prazo para adequação a este novo mecanismo de avaliação da conformidade é até o dia 30 de junho deste ano.
Fonte: Inmetro

Portaria nr. 80
http://www.inmetro.gov.br/rtac/detalhe.asp?seq_classe=1&seq_ato=1013
Portaria nr. 81
http://www.inmetro.gov.br/rtac/detalhe.asp?seq_classe=1&seq_ato=1014

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Cuidado: Bichos à solta nos ketchup's


Cuidado: Bichos à solta nos ketchup's

A Pro Teste analisou 16 marcas de ketchup no primeiro semestre de 2005. "Observamos uma série de irregularidades e resolvemos repetir o teste em outro lote, no início do segundo semestre, para verificar se o problema não era isolado." O novo teste apontou os mesmos resultados. "Isso mostra que não é um caso pontual e que pode haver problema de higiene", disse a coordenadora da área técnica de produtos da Pro Teste, Alessandra Macedo.
RESULTADOS DAS ANÁLISES:
As duas análises mostraram que os molhos das marcas; Extra, Great Value/Wal Mart, Predilecta, Scooby Doo/Carrefour e Tomatino continham pêlos de roedores, fragmentos de larvas e insetos, pedaço de pena de ave, ácaros e outros fragmentos.
O QUE FORAM ENCONTRADOS EM CADA MARCA:
-Extra
Um pêlo de roedor e duas cabeças de larvas em um frasco. Em outro, três ácaros, cinco fragmentos de insetos e 17 fragmentos de larvas.
- Great Value/Wal-Mart
Em um frasco, três fragmentos de insetos e um ácaro. Em outro, um pêlo de roedor e um ácaro. Num terceiro, mais dois ácaros, sete fragmentos de insetos e sete fragmentos de larvas.
- Predilecta
Uma bárbula (pedaço de pena) de ave e quatro fragmentos não identificados.
-Scooby-Doo/Carrefour
Em uma única embalagem havia dois pêlos de roedor e nove fragmentos de insetos.
-Tomatino
Em apenas 200g, havia quatro ácaros, um fragmento de inseto e três fragmentos de larvas.
PARA FABRICANTES, AS EXIGÊNCIAS SÃO CUMPRIDAS
Das cinco marcas reprovadas, quatro são produzidas pela Predilecta. São elas: Predilecta, Great Value/ Wal Mart, Scooby Doo/ Carrefour e Extra. O químico Antônio Carlos Tadiotti, um dos proprietários da Predilecta, diz que faz testes periódicos e que os produtos estão de acordo com a legislação brasileira. Ele encaminhou para a reportagem laudos de agosto do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ligado ao governo estadual), que mostram que não há problemas nos molhos.
O QUE DIZ A LEGISLAÇÃO FEDERAL:
Só são considerados impróprios para o consumo alimentos contendo vetores, isto é, possíveis transmissores de doenças.
Os fragmentos de insetos e de larvas encontrados não representam, segundo a legislação em vigor, riscos à saúde do consumidor. Por lei, representam ameaça à saúde pública, apenas, os pêlos de roedor, os ácaros e o pedaço de pena de ave
O QUE DIZ A PRO TESTE:
A Pro Teste discorda dessa portaria, já que ela não abrange tudo o que pode pôr em risco a saúde do consumidor. Fragmentos de insetos e larvas não devem fazer parte de alimentos, ainda que uma portaria diga que eles não causam mal à saúde.
LAUDOS NÃO OFICIAIS:
Os laudos da Pro Teste não são considerados oficiais e, por isso, a entidade não pode obrigar as empresas a retirarem seus produtos do mercado. A associação encaminhou o resultado para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), para o Ministério Público Federal, para o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor e às Vigilâncias Sanitárias de Goiás e de São Paulo.Ficou claro que o problema está no controle de qualidade do fabricante, o que pode ser resolvido se as empresas cumprirem com as Boas Práticas de Fabricação.
Fonte: Pro Teste, Folha de São Paulo, 6 de dezembro de 2005

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segunda-feira, abril 17, 2006

Incêndio de classe "K"

Incêndios de classe K
Uma nova classificação de riscos de cozinhas comerciais
Incêndios que envolvem meios de cozinhar (banha, gordura e óleo) têm sido por muito tempo a principal causa de danos materiais, vítimas fatais ou não. Estes incêndios são muito especiais na natureza. Testes recentes efetuados por ULI (laboratórios de underwriters, Inc.) e outras agências em outros países obtiveram novos resultados neste tipo especifico de risco de incêndio.

A natureza especifica de incêndios que envolvem meios de cozinhar e equipamentos
Incêndios envolvendo equipamentos de cozinha industrial são diferentes na maior parte de outros incêndios. Nos Estados Unidos uma nova classificação para atividade de incêndios em cozinha - classe K - foi reconhecida pela NFPA (National Fire Protection Association), através da norma, NFPA 10 – Extintores de Incêndio Portáteis e por Laboratórios de Underwriters, norma 711 de ANSI/ULI.
Essas organizações compreenderam que estes incêndios não se parecem com os tradicionais incêndios em líquidos inflamáveis que envolvem a gasolina, o óleo lubrificante, solvente de pintura ou solvente em geral.

Vamos analisar, o que faz do óleo de cozinha, a gordura e a banha, incêndios tão específicos.
Os óleos de cozinha usados para fritura têm uma faixa ampla de temperaturas de auto‑ignição . A auto‑ignição do óleo pode ocorrer em qualquer intervalo de 288°C a 385°C (o teste de laboratórios requer a auto‑ignição e/ou acima de 363°C). Para que esta auto-ignição possa ocorrer, a massa total de óleo, se medido em gramas em uma panela pequena ou até 52 kg em uma fritadeira industrial, deve ter sido aquecido além da temperatura de auto-ignição. Depois que a auto ignição ocorreu o óleo mudará sua composição ligeiramente ao queimar-se. A sua nova temperatura de auto-igniçao pode ser tanto quanto 10°C mais baixo do que sua temperatura de auto-ignição original. Este incêndio será auto‑sustentado a menos que a massa inteira de óleo for refrigerada abaixo da nova temperatura de auto-ignição.

Fonte: Class K Fires - A New Classification for Commercial Cooking Hazards - J. Craig Voelkert, Vice-presidente, Special Hazards , Amerex Corporation

Tipo de extintor - Pó químico umedecido – componente básico acetato de potássio especial desenvolvido para combater incêndio especifico de cozinha industrial (óleos).

Histórico
Mercado Público de Florianópolis – Incêndio em 19/08/2005
O incêndio na ala norte do Mercado Público de Florianópolis foi acidental e causado pela combustão de óleo vegetal com resíduos de salgados aquecidos a uma temperatura de 300°C, na fritadeira, segundo laudo do Corpo de Bombeiros.
Reconstrução da ala Norte do Mercado – 2,5 milhões de reais

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sábado, abril 15, 2006

Tecnologia de incêndio – Robôs


Tecnologia de incêndio – Robôs

Equipamentos de controle remoto utilizados pelo Corpo de Bombeiros de Tóquio. Veículos comandados por controle remoto, com canhão d’água. Os veículos, com quase do tamanho de um carro pequeno, podem transmitir imagens do incêndio através de uma câmara, enquanto combate o incêndio.

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sexta-feira, abril 14, 2006

Furgão à gás explode


Adulterado, furgão a gás explode e fere 2 em SP

O acidente ocorreu às 22h25, 18 de dezembro de 2001, no posto de gasolina da Avenida Giovanni Gronchi, 6.775, no Campo Limpo, zona sul de São Paulo. O gerente do posto, responsabilizou o motorista da camionete pelo acidente. De acordo com seu relato, depois de abastecer a Fiorino de placas BOY-1788, de São Paulo, com gás natural, ele fez uma transferência do combustível para o botijão de gás que estava na carroceria, quando ocorreu a explosão.

Danos materiais
A cobertura da carroceria foi lançada para longe. Uma peça lateral atingiu uma Ford Ranger e abriu-se um buraco na cobertura do posto.

Vítimas
O motorista, Tarcísio Inácio Cruz, que estava ao lado do botijão de gás, sofreu ferimentos nas pernas. Anderson ficou ferido na região dos olhos. O filho foi rapidamente medicado e liberado no Hospital das Clínicas. Tarcísio passou por uma cirurgia e estava em repouso no fim da tarde, sob efeito de medicamentos.

Válvula adulterada
O gerente do posto, acentuou que as vítimas tiveram "sorte". "Foi um milagre o que aconteceu aqui." Ele constatou que a válvula do cilindro de gás do furgão foi adulterada. Uma segunda peça estava conectada à original.

Investigação
Foi aberta investigação pelo delegado de polícia de plantão no 89º DP, Antonio Fernando Paparella. Será levado em conta o laudo pericial para se saber se houve falha do posto ou do proprietário do veículo.

Perícia
O técnico em gás natural Cláudio Torelli, gerente do Centro de Avaliação Técnica Automotiva, que fez uma verificação do furgão para o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro), destacou que não existe no Brasil registro de explosões com equipamentos originais para gás natural em veículos.

Equipamentos devem seguir especificações
Carros movidos a gás natural são considerados tão ou mais seguros quanto os que usam gasolina, desde que os equipamentos estejam instalados de forma correta e sigam as especificações necessárias. "Todos os componentes precisam ser adequados para trabalhar com a alta pressão do gás", explica o pesquisador Sílvio Figueiredo, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas.
"Pessoas leigas não devem em hipótese nenhuma fazer modificações, pois o risco de acidentes é muito grande." O pesquisador explica que a pressão do gás veicular é de 200 atmosferas. Um botijão de gás, segundo ele, está preparado para comportar apenas 7 atmosferas. "O risco de problemas é maior na hora de abastecer."

Fonte: O Estado de São Paulo - 20 de dezembro de 2000

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Amapá -10% dos peões de obras têm registros

Só 10% dos peões de obras têm registros

De acordo com estatísticas do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Amapá, existem cerca de 15 mil trabalhadores da área. Desses, em média 10% atuam na construção civil com Carteira de Trabalho assinada.

Segundo Pedro Duarte Lacerda, presidente do sindicato, o Amapá ainda é escasso com relação a grandes obras que necessitem de trabalhadores da categoria, durante longo período.
Por conta disso, Lacerda informou que mesmo os trabalhadores, prestadores de serviço, preferem trabalhar sem carteira assinada, por receberem salários mais altos e integrais, ou seja, sem descontos.

Fonte: Diário do Amapá - Macapá, segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

Dados do Ministério do Trabalho – Amapá - 2003
Construção Civil
Trabalhadores com carteiras assinadas - 2.393
Acidentes – 33
Mortes – 01

Brasil Formal
Trabalhadores com carteiras assinadas – 23 milhões
Acidentes de trabalho – 321.320
Mortes – 2502

Brasil Informal
Trabalhadores sem carteiras assinadas – 34 milhões

Subnotificação
Há vários estudos, por exemplo na Bahia, em Campinas (SP) e no Sul, que mostram uma subnotificação nos acidentes fatais de mais de 80%. No Nordeste, a situação é pior ainda..

OIT - Brasil
Os acidentes de trabalho e doenças ocupacionais matam no Brasil 57.409 por ano, de acordo com a última estimativa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), com base no ano de 2001.

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Contaminação de chumbo

Crianças de Adrianópolis e Ribeira são contaminadas por chumbo

Contaminação por chumbo das águas do Rio Ribeira de Iguape e dos moradores de suas margens, problema causado pela exploração do minério durante sete décadas.

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostraram dados de um estudo, comprovando que crianças das zonas rurais de Ribeira, em São Paulo, e Adrianópolis, no Paraná, a região afetada, têm média de concentração do metal no sangue maior do que o normal.

Segundo o médico toxicologista da Unicamp Eduardo Mello de Capitani, foi feito exame de sangue em 295 crianças da região, na divisa dos dois Estados.

A situação mais grave foi encontrada na zona rural de Adrianópolis. "Das 94 crianças estudadas, 60% tinham concentração de chumbo acima de 10 microgramas por decilitro e 13% mais de 20 microgramas. O normal é de 2,5."

Níveis elevados da substância no sangue podem causar, entre outros problemas, a dificuldade de aprendizado.

O problema veio a público, quando a Associação das Nascentes de Águas Públicas, uma organização não-governamental, fez denúncia numa reunião do Comitê das Bacias Hidrográficas do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul.

Desde então, o caso vem sendo discutido por órgãos ambientais e ONGs, chegando ao Ministério Público, que abriu inquérito para investigar o problema.

O que se sabe com certeza é que o chumbo tem sua origem na atividade de empresas que exploraram minas, até 1996. Apesar de as companhias não operarem mais, restaram os resíduos dos poluentes.
Fonte : O Estado de São Paulo - 31 de outubro de 2001

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Passivo ambiental

Passivo Ambiental - Análise de solo antes de comprar um terreno

A compra de um imóvel para a instalação de empresa exige uma serie do cuidados. O passivo ambiental é um deles. Ou seja a certificação de que as operações ali instaladas até então, não causaram prejuízo ao meio ambiente. Do acordo com a legislação brasileira, o dono do terreno é responsável pelas infrações ambientais - contra a empresa poluidora pode ser movida um processo de crime ambiental.
Laudo
"Independentemente de quem tenha poluído, a responsabilidade é do dono do imóvel", afirma o geólogo Cláudio Leite, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado do São Paulo -IPT (Leite orienta o comprador a exigir do vendedor um laudo técnico atestando que o local adquirido não está contaminado). O diretor da ECP Sistemas Ambientais, João Galvão Filho, diz que observar o terreno e levantar dados sobre as empresas instaladas anteriormente são providências que podem evitar problemas. "Se a escritura não der detalhes sobre as antigas empresas que ocuparam o imóvel, o empresário pode levantar essa informação na prefeitura" diz. Galvão, que é engenheiro químico com mestrado em engenharia ambiental, diz que o próprio comprador pode fazer uma análise prévia para identificar indícios do passivo ambiental. "Manchas no terreno e pontos em que a vegetação não consegue crescer podem ser indícios de poluição no solo", afirma. "Folhas amareladas também podem ser sinal do problema."
Contrato
Além disso, o consultor recomenda observar a vizinhança. A contaminação, diz, pode vir pela terra ou pelo lençol freático. Outra dica é por no contrato de compra uma cláusula de responsabilidade do vendedor por danos ambientais ou contaminação. "Isso não tira a responsabilidade do dono, entretanto, se houver má fé', o vendedor vai desistir do negócio", afirma Galvão.
Cláusula responsabiliza vendedor
Danos causados ao meio ambiente podem ser considerados uma infração administrativa ou um crime ambiental. No primeiro caso, a empresa que ocupa o terreno tem de responder aos órgãos públicos, como a Cetesb, de São Paulo, mesmo que a poluição tenha sido causada pelo proprietário anterior. No segundo, cabe processo penal e o responsável é a companhia poluente. As duas possibilidades implicam em sanções, como multa, suspensão de direitos - como ser impedido de participar de licitações - a interdição das atividades.
Recuperação
O advogado Márcio Cammarosano, especialista em direito ambiental, explica que a companhia proprietária do terreno é que responde as infrações. Se houver possibilidade de recuperar o meio ambiente, diz ele, a empresa que ocupa a área vai ter de tomar as providencias cabíveis. "Para evitar prejuízos, pode ser colocada no contrato de compra uma cláusula que responsabiliza o vendedor por passivos provocados por ele, anteriormente. Essa cláusula servirá de instrumento para uma ação indenizatória posterior." Entretanto, diz Cammarosano, se for movida uma ação penal, o responsável é quem polui.
O que deve observar - manchas no terreno; falhas na plantação, que não consegue crescer em determinado local por conta da poluição; árvores com anomalias; ccupação anterior por empresas com alto potencial poluidor; empresas vizinhas poluentes.
Fonte: Gazeta Mercantil – 18 de abril de 2001.

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Tecnologia de incêndio


Tecnologia de incêndio

Sistema Firexpress
É uma tecnologia de incêndio compacta, originária da Inglaterra, utilizada para veículos leves, tais como; carros, motocicletas, uso portátil. A finalidade é o atendimento rápido em pequenos incêndios e desastres.
Unidade móvel de 50 litros

Características
Unidade Móvel de 50 litros.
Baseada na tecnologia Firexpress utiliza o sistema de micro-gotas em combinação com espuma.
Esta unidade pode opcionalmente ser equipada com rodas para transporte.

Especificações
Capacidade: 50 litros
Pressão de trabalho: 20 bar
Funcionamento por garrafa de ar comprimido de 6 litros a 300 bar
Agulheta dupla com punho e possibilidade de produção de água atomizada e espuma
Débito Micro-Gotas / Espuma: 22 / 23 l/min
Alcance Micro-Gotas / Espuma: 11 / 12 m
Micro-Gotas: 7-100 micron
Expansão de Espuma: 1:5
Pré-mistura de espuma: 3%
Mangueira: 30 m - diâmetro ½”
Dimensão: 73 x 43 x 59 cm
Peso (vazio): 55kg

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Tecnologia de incêndio


Tecnologia de incêndio

Sistema Firexpress
É uma tecnologia de incêndio compacta, originária da Inglaterra, utilizada para veículos leves, tais como; carros, motocicletas, uso portátil. A finalidade é o atendimento rápido em pequenos incêndios e desastres.
BMW R 1100 RT para operações especiais. Cor vermelha, com sistema FIREXPRESS composto por:
- 2 tanques de 25 litros cada
- 30 metros de mangueira com carretel
- Agulheta
- Regulador de pressão para 200 e 300 Bar
- Garrafa de ar comprimido
- Suporte para aparelho respiratório
- Iluminação extra para operações noturnas, iluminação estroboscópica de emergência e sirene.

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Explosão de oxigênio líquido

Explosão de caminhão carregado com oxigênio líquido

A explosão de um caminhão carregado com oxigênio líquido matou três pessoas e feriu outras três na tarde de quinta-feira, 13 de setembro de 2001, em Itaquaquecetuba (Grande São Paulo). O acidente ocorreu por volta das 14h30, na avenida Industrial.

Uma reação química teria causado a explosão, que aconteceu quando o tanque era engatado na carreta do veículo.

O incidente ocorreu avenida Industrial. A carreta pertence à transportadora Gafour e levava oxigênio líquido, altamente inflamável, a uma indústria metalúrgica próxima ao local. Segundo funcionários da Gafour, o oxigênio vinha da AGA, distribuidora de gases industriais e medicinais.

Transferência de carga
O veículo havia tombado às 21h de quarta-feira, 12 de setembro, no momento em que fazia uma curva. Às 10h de quinta-feira, uma equipe de funcionários da transportadora chegou ao local para transferir a carga para o tanque de outro caminhão.

Um guincho também foi chamado para erguer o veículo e o tanque tombados. Segundo Ivo Vila, 43, motorista do guincho, no momento da explosão a transferência da carga já havia sido feita.

"Eles (os técnicos da Gafour) falaram que não havia risco nenhum de mexermos no tanque", diz o motorista. Vila afirma que no momento em que o tanque foi erguido, parte da carga vazou.

Quando o tanque era engatado, houve o desastre. Morreram Márcio Pellizzales, 23, ajudante do guincho, Severino Pereira dos Santos, 52, mecânico da Gafour, e César Roberto Moreira, 40, mecânico da transportadora. Todos foram lançados à cerca de 30 metros de distância.

Quatro pessoas ficaram levemente feridas: o vigia Alcides Lucas de Salles, 72, o supervisor técnico da Gafour Adalberto Damasceno Leal, 67, o motorista Dagomar Venâncio e o Paulo Roberto de Araújo, também funcionário.

A AGA, que divulgou nota lamentando o acidente, informou prestará toda a assistência necessária às vítimas e seus familiares.

Empresa divulga nota sobre explosão em Itaquaquecetuba
A empresa AGA, distribuidora de gases industriais e medicinais, divulgou nota lamentando o acidente ocorrido hoje em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, que provocou a morte de três pessoas. Outras três pessoas sofreram ferimentos leves. A empresa está empenhada em agilizar todo o processo de perícia e investigação para esclarecer as causas do acidente", diz a nota.

Fonte: Folha de São Paulo - São Paulo, 14 de setembro de 2001

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Explosão de caldeira



Explosão de caldeira mata dois e fere oito

O acidente ocorreu às 17 horas, 26 de outubro de 2001, na Avenida República Argentina, 4.500, no Novo Mundo, em Curitiba. O barracão foi totalmente destruído e casas e empresas, num raio de 200 metros, chegaram a ser atingidas por peças da caldeira, telhas, tijolos e pedaços de madeira.

A caldeira funcionava a 150 graus para aquecer as máquinas de secagem de madeira. A empresa, também conhecida como Madeireira Gasparim, é de propriedade de Carlos Gasparim, e funciona há 47 anos naquele local.

Causas do acidente
As causas do acidente ainda são desconhecidas, mas deverão ser apuradas por peritos do Instituto de Criminalística e por fiscais do Ministério do Trabalho que já faziam levantamentos no local.

Violência da explosão
Cerca de 15 funcionários estavam no local, no momento do acidente, inclusive o proprietário. Alguns observaram que saiu bastante vapor da caldeira e ouviram um barulho estranho antes da explosão. A estrutura de todo o barracão ficou abalada e o local poderá ser interditado.

Danos a vizinhança
Nos prédios mais próximos também ocorreram danos, como a sede do HSBC, cujo telhado desabou, ferindo levemente alguns funcionários. Nos fundos, onde funciona uma revenda de veículos seminovos, o susto foi grande, segundo os proprietários. Dos 25 carros expostos, quatro ficaram bastante danificados, ocorrendo o mesmo com automóveis que estavam estacionados na rua ou que passavam pelo local no momento.

Explosão de caldeira pode ter sido por falha humana
Engenheiros e peritos fizeram levantamentos no local do acidente

A manipulação da caldeira de forma inadequada ou por um funcionário inexperiente e não preparado para a função, pode ter sido um dos motivos que levaram à explosão na Indústria Índio Ltda (conhecida também como Madeireira Gasparim), no Novo Mundo, em Curitiba. A avaliação é do chefe do setor de segurança e saúde da Delegacia Regional do Trabalho, Sérgio de Barros, que vistoriou o local juntamente com dois engenheiros-mecânicos e peritos do Instituto de Criminalística. A caldeira que explodiu estava em funcionamento há mais de 30 anos e trabalhava a uma temperatura de 150 graus para produzir vapor usado na secagem da madeira.

Vítimas
O acidente provocou a morte de duas pessoas e ferimentos em outras sete. Seis feridos ainda estão hospitalizados.

Prejuízos
Os prejuízos causados pela explosão também não foram totalmente contabilizados, uma vez que além da destruição total da caldeira, do barracão que a abrigava, e de uma chaminé de 27 metros, também houve danos em casas e prédios próximos, atingidos por pedaços de ferro, madeira e tijolos lançados com o deslocamento do ar. Os telhados de várias residências foram destruídos, assim como veículos estacionados nas imediações.

Inquérito e laudo
O laudo de perícia será realizado pelo Instituto de Criminalística e provavelmente seguirá para o Ministério Público, junto com toda a documentação e relatórios feitos pelos engenheiros e pela Delegacia Regional do Trabalho, para que sejam apurados os responsáveis pelo acidente.

Fonte: Gazeta do Povo – 27/28 de outubro de 2000

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Quedas matam 4 mil brasileiros por ano

Quedas matam 4 mil brasileiros por ano

Estimativas mais pessimistas, o número de mortes poderá chegar a 7 mil em 2001. Entre 1996 e 1998, as mortes por quedas acidentais só cresceram: passaram de 4.349 para 4.605 em 1997 e 4.831 no ano seguinte. Os números acabam de ser reunidos pelo pesquisador brasileiro Gláucio Ary Dillon Soares, professor da Universidade da Flórida, especialista no estudo da violência e de mortes por causas externas e acidentais.
Uma combinação de dois fatores tem aumentado o número não só de mortes, mas de pessoas feridas ou incapacitadas depois de quedas.

Fatores
O primeiro ponto é o envelhecimento da população. "Há mais idosos, e os idosos caem mais, sofrem mais fraturas e morrem mais", diz o pesquisador no estudo Quedas fatais, mortes evitáveis.
O segundo ponto é a falta de campanhas de prevenção, que, segundo Gláucio, foram eficazes em outros países onde não é tão recente o aumento da expectativa de vida dos habitantes.

Pouca informação no Brasil
Como há pouca informação no Brasil sobre quedas e suas conseqüências, o pesquisador cita levantamentos feitos nos Estados Unidos, onde é grande a preocupação com esse tipo de acidente. Lá, as quedas são a segunda causa das chamadas mortes violentas não-intencionais (que exclui, portanto, homicídios, suicídios e mortos em guerras) e a causa mais freqüente de entradas nas emergências de hospitais.
As fraturas da bacia acrescenta o professor, são uma das mais preocupantes conseqüências das quedas, pela "cadeia de acontecimentos" que provoca problemas como enormes limitações de locomoção, depressão causada por esses impedimentos, abandono do trabalho, movimentos comprometidos e falta de equilíbrio, o que aumenta o risco de novos acidentes.

Campanha de prevenção
Para o Brasil, Gláucio propõe como ação imediata o início de uma ampla campanha de prevenção, com atenção especial para os idosos.
Hospitais e farmácias, diz Gláucio, são importantes pontos de disseminação das ações para prevenir quedas, especialmente para os idosos e para as pessoas que tomam psicotrópicos. "Uma política pública eficiente leva o conhecimento e o convencimento ao público-alvo: idosos e seus parentes ou os que cuidam deles. É um serviço público da maior importância".

Prevenção: Medidas simples

Interruptores
Manter interruptores para luzes fáceis de serem acionados perto das camas, evitando que as pessoas tenham de caminhar no escuro, podem ser muito eficazes.

Apoios: Barras
Instalar barras firmes nos banheiros, para evitar escorregões, é outra sugestão que deveria contar de um programa preventivo. Uma terceira providência seria afastar objetos móveis que propiciam as quedas, como tapetes, por exemplo.

Risco: tapetes, piso
"Os tapetes não fixos e escorregadios são mortais. E o chão lisinho, enceradinho, deslizante, é um inimigo disfarçado. O chão das casas tem que ser à prova de tropeço e escorregão", recomenda o professor.

Exercícios
Medidas de médio e longo prazo, como exercícios freqüentes, consumo de leite e exposição moderada ao sol também devem fazer parte de um projeto para evitar quedas, diz o estudo. O motivo é que essas medidas melhoram a condição física dos idosos e fazem aumentar a massa muscular. Segundo o pesquisador, há cálculos de que, depois dos 50 anos, as pessoas perdem no mínimo 10% de massa muscular por década.
Fonte : O Estado de São Paulo - 15 de dezembro de 2001

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Uso de cinto de segurança

Uso de cinto no banco de trás evita 80% das mortes entre motoristas

Cerca de 80% das mortes de motoristas e caronas poderiam ser evitadas se os passageiros dos bancos de trás usassem cinto de segurança. Os dados fazem parte de uma pesquisa japonesa, cujos resultados são publicados na edição desta semana da publicação médica britânica The Lancet. Muitas mortes ocorrem porque, na hora de colisões, é comum as pessoas que ocupam os bancos de trás serem atiradas contra os dianteiros.

A pesquisa da Universidade de Tóquio teve como base 103.590 acidentes automobilísticos ocorridos entre 1995 e 1999. Em todos os casos, havia pelo menos dois passageiros na parte traseira do carro.

Segundo análise, as colisões mataram 211 motoristas e 173 passageiros.

Ficaram gravemente feridos 1.557 condutores e 1.185 passageiros. "O risco de morte de motoristas e caronas protegidos por cinto de segurança é cinco vezes maior quando os passageiros de trás não usam o equipamento de proteção", afirmou Masao Ichikawa, um dos autores do estudo.

Na maioria dos países, o uso do cinto é obrigatório na parte da frente do carro, segundo Ichikawa. Alguns outros, como o Brasil, tornaram regra a utilização do cinto também nos bancos traseiros.

Um dos objetivos da pesquisa era justamente saber se havia relação entre a falta do cinto nos passageiros de trás e a incidência de morte entre condutores e caronas. Ichikawa e sua equipe chegaram à conclusão de que 80% dos passageiros da frente teriam sobrevivido se os de trás estivessem com o equipamento.

Fonte: O Estado de São Paulo - France Press, 4 de janeiro de 2002

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O maior cruzamento hidroviário da Europa














O maior cruzamento hidroviário da Europa
Ponte-canal sobre o Elba

A inauguração do maior cruzamento hidroviário da Europa nas proximidades de Magdeburg possibilita a navegação ininterrupta do oeste para o leste, realizando um velho sonho dos alemães.
A peça principal do maior cruzamento hidroviário da Europa, que está sendo inaugurado em 10 de outubro
de 2003, é um colosso de aço e concreto por sobre o Rio Elba, ao norte de Magdeburg. A ponte, cuja forma lembra o casco de um navio e é preenchida de água, liga dois canais hidroviários: o Mittelland e o Elba-Havel. Como se estivessem numa enorme banheira, navios e barcos podem agora atravessar o Elba comodamente e seguir viagem.

Até agora, eles precisavam dar uma volta de 12 quilômetros pelo próprio rio, atravessando eclusas antiquadas, o que significava perda de horas nas viagens. Dependendo do nível d’água no Elba, os navios mais carregados precisavam se livrar de parte da mercadoria em Magdeburg, para poder prosseguir. A partir de agora, embarcações com até 1.350 toneladas de carga poderão navegar sem interrupção das bacias do Weser e Ruhr, no oeste, até Berlim, e vice-versa.

Obra-prima da tecnologia
A obra iniciou-se em março de 1998. Com seus 918 metros de comprimento, a ponte-canal é tida como obra dos superlativos e um primor da engenharia, tendo consumido 68 mil metros cúbicos de concreto e 24 mil toneladas de aço. Comporta 132 mil toneladas de água em sua calha de 34 metros de largura e 4,25 metros de profundidade e deve resistir mesmo a terremotos.
O maior cruzamento hidroviário da Europa é constituído pela ponte-canal, comportas e eclusas.
O cruzamento hidroviário, que inclui ainda comportas e eclusas, levou seis anos para ser concluído.

Custo da obra
Cerca de meio bilhão de euros.

Marco para a navegação de carga
Faz mais de 70 anos que os alemães sonham com a possibilidade de transportar carga diretamente do oeste para o leste do país por navio. O plano de ligar os rios Elba e Oder, concebido em 1919, começou a ser concretizado em 1934, por meio da construção de uma ponte sobre o Elba. Interrompido em 1942, em conseqüência da guerra, o projeto ficou parado por mais de 40 anos, enquanto o país esteve dividido, e só foi retomado após a reunificação.
Para o presidente do Departamento de Hidrografia e Navegação do Leste, Achim Pohlmann, a concretização do projeto representa um marco para a navegação de carga na Alemanha e em toda a Europa. Assim como o ministro dos Transportes, Manfred Stolpe, Pohlmann conta com um aumento considerável da carga transportada por via fluvial no trecho leste-oeste: de quatro milhões de toneladas, em 2002, para até sete milhões em 2015. No entanto, críticos consideram estes prognósticos irrealistas, lembrando que as autoridades já exageraram nas expectativas em outros casos, como o do Canal Meno-Danúbio.

Fonte: Deutsche Welle – Germany, 10.10.2003

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Pára-quedista atravessa Canal da Mancha


Pára-quedista atravessa Canal da Mancha


Em 31 de julho de 2003, um dublê austríaco tornou-se, a primeira pessoa a atravessar em queda livre o Canal da Mancha, caindo a uma velocidade de 200 km por hora.

Felix Baumgartner saltou de um avião a 9.000 m de altura, sobre Dover, Grã-Bretanha, usando uma asa de carbono projetada para o feito e voando em direção à França. Ele abriu seu pára-quedas sobre o porto de Calais, já em território francês.

"Eu consegui, o que é maravilhoso", disse o dublê ao aterrissar.

"Faz muito frio lá em cima. Ainda não consigo sentir nada", afirmou Baumgartner, que se auto-intitula o "Deus dos Céus".

Levantando vôo no começo da manhã para evitar os aviões comerciais, o austríaco usou um suprimento de oxigênio durante a queda para continuar vivo no ar rarefeito.

A equipe estima que o pára-quedista chegou a uma velocidade de cerca de 200 km por hora durante a queda, que levou dez minutos.

Baumgartner, 34, bateu os recordes mundiais para os saltos de "base jump" mais alto e mais baixo. O "base jump" é uma modalidade de salto na qual o pára-quedista parte de um ponto fixo, e não de um avião. O dublê saltou em 1999 das Petronas Towers (Malásia) e da estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

Fonte: UOL Noticias - 31/07/2003

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Trânsito x Álcool


Trânsito x Álcool

Queridos pais

Cada 15 minutos, alguém morre em acidentes causados por motoristas bêbados. Hoje, morri, não tive oportunidade de contar a vocês.Propaganda veiculada nos Estados Unidos para jovens "Every15minutes".

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Explosão em indústria de alumínio


Explosão em indústria de alumínio

Uma violenta explosão aconteceu logo de manhã, segunda-feira, do dia 6 de julho de 1999, na indústria Kaiser Alumínio, localizada na cidade de Gramercy, em Lousiana. A explosão feriu 29 trabalhadores. Os moradores próximos à indústria disseram: "Após a explosão, surgiu uma nuvem vermelha corrosiva no ar", em toda área residencial próxima a fábrica.
A explosão estremeceu as residências, quebrou janelas e vidros e foi sentida a cerca de 40 km.As autoridades disseram que os moradores permaneceram em suas casas com janelas fechadas, pelo menos sete horas.
Muitos dos moradores (pelo menos 100) sentiram náuseas, problemas respiratórios e foram encaminhados ao hospital. Todos foram medicados e liberados.Dezenove trabalhadores foram hospitalizados, sendo quatro na unidade de queimadura. Alguns trabalhadores tiveram problemas nos olhos devido à nuvem química provocada pela explosão, e outros trabalhadores sofreram cortes profundos por causa de fragmentos metálicos lançados pela explosão.
A explosão provocou uma nuvem química no ar, impregnando carros, casas e pessoas que saíram à rua para verificar o que estava acontecendo. Segundo o porta voz da Kaiser, a fábrica permanecerá no mínimo três meses fechada, pois os danos foram graves. A fábrica está operando no local desde 1957.A Agência Federal de Saúde e Segurança de Minas será responsável pela investigação do acidente e também se a indústria cometeu algum tipo de infração em relação às normas de segurança federal, que tem a finalidade de proteger os trabalhadores.
INFRAÇÕES COMETIDAS EM RELAÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA
Em 7 de Janeiro de 2000, a Agência Federal divulgou que a indústria cometeu vinte e três infrações em relação à norma de segurança. Das vinte e três infrações, sete foram infrações graves que contribuíram diretamente para a explosão e as demais foram associadas à violação da norma.De acordo com o secretário da Agência Federal : "É norma da Agência efetuar a divulgação das infrações para o cumprimento da lei".
RELATÓRIO FINAL E MULTAS
Em 15 de março de 2000, a Agência Federal concluiu o relatório do acidente e indicou que a causa principal foi à inoperância do sistema de alívio de pressão.A Agência aplicou uma multa de US$ 533.000,00 contra a Kaiser Alumínio por ter cometido infrações (23) contra as normas de segurança.A Agência levou em consideração para aplicar a multa: a complexidade da operação, o grau de negligencia envolvida, a gravidade da infração e a boa fé da indústria para atender as normas de segurança.
A Agência apontou sete infrações graves cometidas pela indústria e foi aplicada uma multa de US$ 55.000,00 para cada uma delas. E também foi aplicada uma multa de US$ 100.000,00 a indústria pela interferência e dificuldades em fornecer informações durante a investigação no local. E outras multas foral aplicadas, perfazendo o total de US$ 533.000,00AS

PRINCIPAIS INFRAÇÕES GRAVES APONTADAS PELA AGÊNCIA FORAM AS SEGUINTES:
1. O sistema de alívio de pressão, instalado para aliviar a pressão excessiva nos tanques de expansão 7, 8 e 9 (flash tanks) foi inoperante. A pressão excessiva formada e conseqüentemente causou uma ruptura violenta de um ou mais tanques. Houve falha para corrigir esse defeito naquele momento e comprovou falha grave nos procedimentos, mais do que uma negligencia e sim uma falha injustificável para cumprir a execução da norma de segurança.
2. O sistema de alívio de pressão, instalado para aliviar a pressão excessiva no tanque de expansão 6 (flash tanks) foi inoperante. A pressão excessiva formada causou a explosão desse tanque
3. Na seção da tubulação de alívio de pressão indicada para aliviar a pressão para os digestores e tanques de expansão (flash tanks) estava bloqueada e pelo menos uma parte da seção estava com incrustação. A incrustação estava acumulada no interior de várias tubulações por um longo período de tempo.
4. A tubulação de 36" de descarga para conexão do tanque de Blow-off para o tanque de alívio estava reduzido devido à incrustação . Esta incrustação reduziu o fluxo da pasta do tanque após a falha elétrica.
5. A rotina de gerenciamento de operação da Kaiser permitiu que no processo de digestão funcionasse enquanto a pressão de um ou mais vasos de pressão excedia a sua capacidade nominal de produção.
6. O gerenciamento de operação falhou para analisar os riscos existentes na área e conseqüentemente falhou em analisar os procedimentos para corrigir as condições que poderiam provocar riscos aos trabalhadores. O controle de operação para o tanque de expansão no 7 (flash tank) para a pressão excessiva indica a capacidade e falhou propriamente em manter o sistema de alívio de pressão para vasos de pressão na área de digestão. Demonstra-se que a gerencia sabia ou deveria conhecer esses riscos e falhou em colocar em ação medidas corretivas.
7. O operador da sala de controle de digestores não tinha treinamento adequado em dispositivos de segurança. O operador não tinha treinamento ou conhecimento de procedimentos que poderiam implementar em caso de falha elétrica.A Agência reclamou da "Kaiser" que dificultou os trabalhos de investigação do acidente, com demora na entrega de documentos, projetos, diagramas e alterações ou eliminação de registros armazenados sem o consentimento da própria Agência. Outras infrações cometidas pela empresa foram o treinamento inadequado aos empregados e a falta de equipamentos de segurança para alguns empregados.

Fonte : Mine Safety and Health Administration - MSHA News Release - 2000.

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Fumar ou não fumar


Fumar ou não fumar

Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, o consumo de tabaco no país é responsável por 200 mil mortes por ano.Tabagismo passivoO tabagismo passivo é cada vez mais reconhecido como um risco no local de trabalho e uma ameaça ao bem-estar das pessoas.
Muitos países consideram hoje o fumo do tabaco ambiental (ETS -Environmental Tobacco Smoke) como um cancerígeno ou um agente cancerígeno.A Organização Mundial de Saúde e a Agência Internacional de Investigação sobre o Cancro da ONU declararam igualmente o ETS como cancerígeno.
Muitos relatórios científicos declaram o tabagismo passivo como sendo uma causa de doenças cardíacas e do cancro do pulmão nos adultos expostos.
De acordo com a Health and Safety Authority (HSA - Agência de Saúde e Segurança) na Irlanda, "existem provas convincentes de que trabalhar com colegas fumantes aumenta em 20% a 30% o risco de cancro do pulmão nos não-fumantes".Existe igualmente um acordo geral de que o ETS causa doenças respiratórias nos adultos. Mais uma vez, a HSA na Irlanda declara que o risco de doenças cardíacas aumenta em 25% a 35% no caso de trabalho com colegas fumantes.
A maior parte das agências de saúde considera que a exposição de mulheres grávidas ao fumo do tabaco ambiental causa nascimentos de bebês com peso abaixo do normal.A agência ASH (Action on Smoking and Health) calculou que, anualmente, no Reino Unido, cerca de 600 mortes resultantes do cancro do pulmão e cerca de 12.000 casos de doenças cardíacas em não-fumantes podem ser atribuídas ao tabagismo passivo.Para as pessoas com asma, o ETS pode provocar graves problemas de saúde e o fumo do cigarro é uma causa comum de ataques de asma.
Os cientistas do Instituto de Saúde Ocupacional do Helsinque afirmam ter produzido a primeira prova irrefutável que comprova o papel do tabagismo passivo no desenvolvimento de asma nos adultos.
Fonte: Smoke at Work - Protecting workers from passives smoking

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Incêndio em Maringá


Incêndio em Maringá
Na noite de segunda-feira, 6 de agosto de 2001, um incêndio destruiu o Shopping Center Brasil e a loja Studio Matrice, no centro de Maringá.O prédio onde funcionava o shopping tinha mais de 30 anos, mas havia passado por uma reforma há um ano e meio, quando os empresários Reginaldo Caleffi Navarro e Altamir Vinheski assumiram o shopping e a sua administração.
Abalado, o empresário Navarro não quis falar sobre o que aconteceu e pediu que o sócio conversasse. Vinheski lembrou que durante a reforma o sistema de hidrantes também havia sido totalmente revisado, já que o prédio não tinha caixa d'água e a água subterrânea precisava ser bombeada através de um motor de carro.
"O prédio passou por uma grande revisão e não havia nenhum problema nas instalações do shopping", disse.
O Corpo de Bombeiros confirmou que no dia 27 de junho havia feito uma vistoria nas instalações de prevenção de incêndios do prédio e que haviam sido feitas algumas exigências, que foram cumpridas. "Faltava à mangueira de hidrante e havia alguns cilindros de gás de cozinha em local inadequado. Eles providenciaram as mudanças", informou o tenente Gilberto Gavlovski.
O empresário Vinheski comentou que apesar da tragédia eles esperam resolver essa situação o mais rápido possível. Segundo informou, o prédio tinha um seguro contra incêndio no valor total de R$ 500 mil, além de um seguro para reconstrução das lojas, em caso de necessidade, no valor de R$ 100 mil. "O valor deverá ser suficiente para cobrir os gastos com a reconstrução do galpão pré-fabricado e das lojas", informou.
O administrador disse que das 105 lojas que funcionavam no local, apenas algumas tinham um seguro particular contra incêndio. Segundo ele, a maioria deverá sofrer um grande prejuízo, com a perda do estoque. "A corretora de seguros informou que nos casos de incêndio, a liberação do dinheiro é rápida, assim que sai o laudo da perícia. Quando isso acontecer, vamos iniciar a reconstrução do shopping, que imaginamos não demorar mais de 90 dias, após o início da obra", concluiu.
LOJISTAS
Ricardo dos Santos, dono de uma das lojas do shopping, informou que o seu prejuízo deverá chegar aos R$ 45 mil. Sem seguro, o comerciante lamentou o que aconteceu e disse que parte da tragédia poderia ter sido evitada.Segundo Santos, ele foi avisado do incêndio por volta das 19h10, por um amigo lojista da avenida Brasil e chegou ao local, minutos depois.
Mas, de acordo com suas informações, o Corpo de Bombeiros demorou para chegar lá. "Eles chegaram por volta das 19h40, quando não dava mais para controlar o fogo, que já havia atingido até a Studio Matrice", lamentou.O comerciante espera que a Associação Comercial e Industrial de Maringá (Acim) e a prefeitura possam encontrar uma maneira de ajudar os lojistas.
A expectativa do comerciante é que seja criada uma linha de crédito especial para a compra de estoque e a reconstrução das lojas. "Sem essa ajuda será difícil recomeçar", informou.Santos também tem uma loja no 'Direto da Fábrica", na esquina da avenida Brasil, e já está providenciando um seguro contra incêndio para evitar outra tragédia. "Eu tinha mais medo do Direto da Fábrica, porque é mais antigo. Agora, o jeito é fazer um seguro para garantir", concluiu.Maria Aparecida de Oliveira Silva, dona de loja, também perdeu todo o estoque no incêndio. Segundo seus cálculos, o prejuízo será de R$ 15 mil. A comerciante não tinha seguro, mas espera recuperar o que perdeu. "Tenho outra loja no Shopping CIC e espero conseguir recuperar o que perdi", lamentou.
HISTÓRIA
Altamir Vinheski, sócio proprietário do Shopping Center Brasil, contou sua versão da tragédia. Segundo ele, as primeiras informações que chegaram diziam que o incêndio teria sido provocado por um curto circuito no interior do shopping.Vinheski lembrou que os funcionários da empresa responsável pela segurança do prédio, de do horário comercial, ligaram informando sobre um princípio de incêndio no Shopping CIC. "Eles não sabiam informar onde estava acontecendo o problema, se confundiram. Só depois confirmaram que era na avenida Brasil", informou.
A primeira notícia chegou até o empresário por volta das 19h40, segundo contou. Vinheski informou que o Corpo de Bombeiros já havia sido acionado pela empresa de segurança, que não conseguiu conter o incêndio."Os funcionários da empresa de segurança não têm as chaves para entrar no prédio, mas acho que eles arrombaram a porta". O empresário disse que o funcionário tentou ligar a mangueira do hidrante, mas não conseguiu porque não sabia que era preciso acionar um motor para puxar a água. "Ele não tinha conhecimento de como funcionava o sistema de hidrantes do prédio", lamentou.
De acordo com o empresário o fogo consumiu as lojas e a loja vizinha em aproximadamente 40 minutos. "Foi muito rápido, queimou tudo", disse. Sobre a atuação do Corpo de Bombeiros, Vinheski não quis dizer nada. "Não tenho conhecimento técnico para falar sobre o trabalho dos bombeiros. Eles estavam lá e apagaram o incêndio", concluiu.
Fonte: O Diário (Maringá) - 7 de Agosto de 2001

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Incêndio em tanque de álcool


Incêndio em tanque de álcool

Em 2 de outubro de 2001, às 9 h 30 min, um tanque com mais de 450 mil litros de álcool anidro da Usina Carolo, de Pontal, na região de Ribeirão Preto, explodiu. O incidente foi causado por um raio, que atingiu o tanque. Cerca de 200 pessoas estavam no local na hora do acidente. À noite, o fogo ainda não tinha sido controlado, apesar de ter chovido durante todo o dia. Havia o risco de ocorrer nova explosão.
CORPO DE BOMBEIROS
Bombeiros de Sertãozinho e Ribeirão Preto e caminhões-pipa das usinas da região auxiliaram no combate às chamas e no resfriamento de outros dois tanques. O Plano de Auxílio Mútuo a Emergências também foi acionado, convocando brigadas de incêndio de outras empresas da região. Cerca de cem homens, entre bombeiros e funcionários da empresa e de outras usinas, tentavam apagar as chamas e resfriar outros tanques. A preocupação era evitar que o fogo atingisse outros reservatórios de álcool, principalmente os de armazenamento, que possuem capacidade para 45 milhões de litros e que ficam a menos de cem metros do local da explosão.
FALTA DE ESPUMA ESPECIAL
Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo só seria contido com o uso de espuma especial, apropriada para chamas em produtos químicos. "Precisamos de 2.000 litros de extrato de espuma. Temos, até agora, 1.300, e estamos consultando outras usinas para conseguir o restante."
VÍTIMAS
Morreram, segundo a assessoria da usina, o funcionário Alex Rodrigues, 26, e Clayton Camargo, 23, técnico da empresa SGS do Brasil Ltda., de São Paulo.Camargo fazia a medição de um tanque quando sua vareta foi atingida pelo raio. Os dois corpos foram arremessados a uma distância de dez metros. Eles foram socorridos, mas chegaram sem vida ao hospital. O funcionário Alfredo Caires Neto, 35, quebrou uma perna, mas não corre perigo.
PÁRA-RAIOS
A usina informou que os pára-raios no local não foram suficientes para evitar a tragédia.Segundo o Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica) do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), as mortes poderiam ter sido evitadas com a consulta ao site, que indicava grande incidência de raios na região.
DURAÇÃO DO INCÊNDIO
Terminou às 7 horas, 03 de outubro, o incêndio no tanque de passagem que continha 450 mil litros de álcool anidro, da Usina Carolo, de Pontal. As chamas duraram por 21 horas, enquanto o álcool era consumido. HISTÓRICO DE ACIDENTE COM RAIO
FOGO DESTRÓI 4 MILHÕES DE LITROS DE ÁLCOOL NO INTERIOR
Em 14 de novembro de 1992, um incêndio provocado por um raio destruiu, um tanque de álcool da Destilaria Pitangueiras, em Pitangueiras, na região de Ribeirão Preto, com 4 milhões de litros de combustível. O fogo começou por volta das 21h, quando caía um temporal e um raio atingiu um dos oito reservatórios da destilaria.Prejuízo estimado : US$ 900.000,00
INCÊNDIO DESTRÓI TANQUE COM 5 MILHÕES DE LITROS DE ÁLCOOL
Em 12 de dezembro de 1989, às 22 h 30 min, na Usina Zanin, Araraquara, um raio atingiu um tanque que armazenava álcool e provocou incêndio. Na área do tanque atingido, existem outros tanques de álcool, dois vazios com menos de sua capacidade ocupada e outros dois cheios. Os tanques que corriam maior perigo de serem atingidos eram os semi-ocupados, porque formam gases que se expandem com o calor , aumentando o risco de explosão.Os bombeiros resfriavam ininterruptamente os tanques de álcool próximos ao incendiado.
CORPO DE BOMBEIROS : 30 caminhões bomba, 50 bombeiros do Corpo de Bombeiros de Araraquara, Ribeirão Preto e auxiliados por usineiros da região e técnicos da Copersucar.Abastecimento : falta de água para os caminhões
Estimativa dos prejuízos : US$ 1.321.000,00

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Construção Civil nos USA - Década de 30




Construção Civil nos USA - Década de 30

Na época ainda não existia a mentalidade de segurança. O país estava saindo da crise da Depressão. O desemprego era elevado na época.

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Empire State Building - Construção - 1930


Curiosidade na Construção do Empire State Building –Nova Iorque – 1930
Empire State Building

O Empire State Building localiza-se na Quinta Avenida de Nova York, Estados Unidos. Este edifício foi projetado pelo arquiteto William Lamb. O prédio foi construído em apenas 14 meses e inaugurado no dia 1 de Maio de 1931. Mede 381 metros de altura e tem 102 andares. Com a antena de TV que se colocou depois, chegou a 448 metros, e era na época da sua construção o maior edifício do mundo. No total, são 10 milhões de tijolos, 6.500 janelas e 73 elevadores. As escadas entre o térreo e o último andar têm 1.860 degraus.
No pico da obra tinha 3.400 trabalhadores; total de área piso – 204.385 m2; Peso do edifício – 330.000 t
Fonte: Wikipédia.

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