Planejamento de resgate em altura
ficar pendurado inconsciente.
Foto A – O trabalhador tentando se desprender do cabo.
Foto B – O colega que estava na estrutura auxiliando no
resgate do acidentado
Foto C - Outro colega
que estava no solo auxiliando no resgate do acidentado. O trabalhador veio a falecer
Trauma de suspensão pode ocorrer quando uma pessoa fica
pendurada por um cinto corporal de proteção contra queda. As tiras das pernas
do cinto podem comprimir as veias, fazendo com que o sangue acumule-se nas pernas. Quando isso acontece, o
coração e subseqüentemente o cérebro não receberão sangue suficiente para funcionar
adequadamente, resultando em uma reação natural: desmaio. Se a pessoa estiver
de pé o desmaio trará o sangue acumulado nas pernas para o mesmo nível do
coração. Entretanto, quando a pessoa fica pendurada e perde a consciência o
cinto a mantém em uma posição vertical, segurando o sangue nas extremidades
inferiores.
Muitos fatores podem ajudar para reduzir a possibilidade de
trauma de suspensão, inclusive o uso de cinto e de absorvedor de choque
adequado, ou de um sistema que reduza as forças de tensão, e ainda o fato de o
trabalhador poder ou não movimentar as pernas.
Infelizmente, a melhor posição para suportar as forças de
uma queda (argola dorsal, próxima à vertical) não é a melhor posição para ficar
suspenso inconsciente por um período de tempo.
As tiras de Segurança
de Trauma de Suspensão DBI-SALA ajudarão a reduzir esses efeitos, mas é preciso
ser capaz de trazer o trabalhador inconsciente e o consciente em queda até o
chão.
Para fazer isso rápida, eficiente e seguramente, deve-se ter
um plano de resgate que aborde;
■ as áreas de risco,
■ as áreas preventivas,
■ medidas e sistemas de resgate, treinamento, duração e
■ serviços de resgate, entre outros.
A escolha de equipamentos deve sempre depender da situação.
Seja conduzindo o resgate de um trabalhador em queda ou em auto-resgate com um
dispositivo automático ou controlado manualmente, o objetivo é trazer o
trabalhador ao chão segura e rapidamente.
Uma solução de resgate é utilizar um sistema de subida e
descida para posicionar a pessoa que fará o resgate no local de forma a prender
o trabalhador em queda. Esse sistema deve ser pré-montado e proporcionar um
nível de controle maior que qualquer sistema de guincho improvisado. O sistema original e melhor de
subida e descida do ramo é o Rollgliss® R350.
O Rollgliss® apresenta um cabeçote superior que gira com uma
corda durante as operações de subida e pára a fim de criar uma fricção de amarração
que permite desacelerar a descida e subseqüentemente permitir uma descida
controlada.
A beleza desse sistema é a simplicidade: para usar
simplesmente retire-o da sacola, prenda o mosquetão de ancoragem a uma
ancoragem segura e o outro mosquetão a uma pessoa de resgate ou a um trabalhador
em queda. O sistema de vantagem mecânica e descida é pré-projetado e montado.
Em caso de uma situação de emergência que exija a evacuação
de um local onde a rota principal de escape não está mais disponível, os trabalhadores
necessitarão ter um dispositivo de descida. Um dispositivo de descida de controle
automático permite que o operador simplesmente prenda o cinto a um dispositivo
e desça ao chão, a uma velocidade de descida controlada.
Algumas situações de trabalho requerem um nível de
portabilidade oferecido pelos abaixadores automáticos. A área de aterrissagem abaixo to trabalhador
pode não ser condutiva para descida a uma velocidade pré-estabelecida que não tenha a capacidade
de parar diante de um obstáculo.
Nesses casos, a ferramenta mais eficaz para o trabalhador é
um dispositivo de controle manual que permita ao trabalhador diminuir a velocidade
ou parar. Os sistemas de descida manuais são simples de serem colocados em uma
corda ou correia e têm capacidade de conexão automática à corda/correia, caso o
trabalhador entre em pânico ou solte-se.
Essa característica de travamento é muito importante, uma vez
que elimina a possibilidade de o trabalhador cair, caso esteja ferido ou
inconsciente. Embora os dispositivos manuais de descida ofereçam maior nível de
flexibilidade que os automáticos, eles também requerem um maior nível de
conhecimento.
Seja sua necessidade de resgate ou de evacuação, a escolha
da ferramenta adequada para o trabalho é crítica. Uma vez escolhida, garanta que os
trabalhadores que as usarão sejam devidamente treinados para que o resgate ou evacuação
do local seja seguro, simples e eficiente. Lembre-se de sempre resgatar um
trabalhador em queda de forma mais rápida e segura possível, fazê-los manter as
pernas em movimento para ajudar o fluxo do sangue e de nunca deitar um
trabalhador inconsciente ou imóvel com sinais de trauma de suspensão. Fonte: Capital Safety
Artigos publicados
http://zonaderisco.blogspot.com.br/2012/03/acidente-na-montagem-de-cabo-de-fibra.htmlComentário: É imprescindível que inicialmente, a empresa tenha um plano de salvamento para todos os cenários, que possibilitem a ocorrência de traumas ocasionados por quedas (empresas especializadas podem elaborar), após análise de riscos destes locais devem optar em treinar todos seus funcionários que trabalhem em altura conforme trata a NR-35 e ter uma equipe de resgate para pronto-atendimento ou que seus funcionários sejam treinados para atuarem em auto-resgate. Não confundir resgate com evacuação, o resgate requer a recuperação da vítima por uma equipe preparada para esta finalidade e a evacuação é a ação que num menor espaço de tempo, dependendo do tipo de emergência sair do local sinistrado. Fonte: Storz Treinamento
Marcadores: segurança, trabalho em altura

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