Menina morre engasgada com uma bolinha de gude

Geovana, cinco anos, brincava no quintal de sua casa, no Residencial Dourados, cidade de Franca, São Paulo, quando foi até a cozinha, onde sua mãe fazia comida e teria mostrado para ela que havia algo em sua garganta.
A mãe chamou os familiares e tentou, sem sucesso, tirar o objeto da garganta da menina que foi levada para a UBS (Unidade Básica de Saúde) do Jardim Aeroporto, Franca, São Paulo.
No local, recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada para o Pronto-Socorro Infantil. "Tentaram de tudo, mas não conseguiram retirar (o objeto). Segundo minha mulher, ela já saiu de casa com a boca roxa", disse o pai de Geovana.
No trajeto, enfermeiros conseguiram tirar o objeto da garganta da menina, mas era tarde e Geovana já chegou ao PS praticamente morta. "Foram feitas as manobras de ressuscitação. Tentamos em torno de 40 minutos, mas sem sucesso", disse o pediatra Roberval, que atendeu a criança.
Enquanto médicos e enfermeiros tentavam reanimar a vítima, familiares chegavam ao Pronto-Socorro em busca de informações. A criança morreu à noite, 19 de janeiro de 2009, de parada cardiorrespiratória depois de se engasgar com uma bola de gude.
Ao saber da morte, a mãe se desesperou e, inconformada, chorava, chegando a desmaiar e ser atendida na própria unidade de saúde.
Famíla e enterro
Geovana tinha dois irmãos, um menino de oito anos e uma menina de três meses e o sepultamento será realizado na quarta-feira.
Procedimento correto
Segundo José Victor Nonino, pediatra e diretor da Beneficência de Ribeirão, o procedimento imediato prestado pelos parentes das vítimas foi equivocado. Ele disse, porém, que, mesmo com a ação correta, a menina ainda poderia morrer.
"O procedimento certo seria colocá-la com a cabeça para baixo, sem movimentos bruscos, para não agravar o quadro. Depois, levá-la imediatamente ao hospital", disse. Segundo Nonino, a bolinha deve ter se fixado na glote e causado asfixia.
Fonte: Comércio da Franca - 20 de janeiro de 2009
Comentário:
A nossa casa pode se tornar uma grande armadilha para acidentes com crianças, jovens, idosos, etc. A casa transmite uma falsa sensação de segurança.
Estatísticas de acidentes dos Estados Unidos indicam que acidentes fatais domésticos são mais freqüentes do que imaginamos.
■ quedas - 28%
■ queimaduras - 19%
■ envenenamento - 17%
■ choques - 14%
■ asfixia - 6%
■ outros - 16%
Sociedade Brasileira de Pediatria: Acidentes mais comuns de acordo com faixa etária
■ 0 - 6 meses - Afogamento, ingestão de corpo estranho, intoxicações, queimaduras, quedas, sufocações e engasgos.
■ 7 - 12 meses - Afogamento, aspirações e ingestões de corpos estranhos, choques elétricos, intoxicações, quedas, queimaduras.
■ 1- 3 anos - Afogamento, choque elétrico, corpos estranhos, intoxicações, picadas venenosas, quedas e colisões, queimaduras.
■ 3 - 7 anos - Acidentes de trânsito, afogamento, choque elétrico, ferimentos, intoxicações, mordeduras, picadas venenosas, quedas e colisões, queimaduras.
■ 7 – 12 - Acidentes na escola, na vizinhança e nos esportes.
■ Adolescência - Agressões, acidentes esportivos, afogamentos, uso de drogas e acidentes de trânsito.
Pesquisa do Ministério da Saúde quanto aos acidentes com crianças com idade até nove anos revelou:
■ Dos 10.988 atendimentos a crianças nessa faixa etária, 5.540 (50,4%) foram provocados por quedas. Os dados mostram ainda que o perigo nem sempre está nas ruas. A maioria das quedas, 3.838 (69%), ocorreu dentro da residência das vítimas.
■ Do total de quedas registradas pela pesquisa, 2.626 (47%) foram de crianças que caíram do mesmo nível, ou seja, foram causadas por tropeções, pisadas em falso ou desequilíbrios.
A parte do corpo mais atingida foi;
■ cabeça com 2.445 (44%) ocorrências,
■ braços com 1.720 (31%) e
■ pernas com 760 (13,7%)
As lesões mais freqüentes foram;
■ cortes e lacerações com 1.426 (26%) notificações.
■ contusões com 1.234 (22%) e
■ fraturas com 955 (17,2%).
Dados da Organização Mundial da Saúde
■ Todos os dias, 72 crianças na Europa morrem de acidentes domésticos, equivalente a 3 por hora.
■ Envenenamento: Mais de 45.000 crianças morrem anualmente por causa do envenenamento não intencional.
■ Quase um milhão de crianças morrem anualmente devido a acidentes e o maior causador de acidentes é o automóvel.
A mãe chamou os familiares e tentou, sem sucesso, tirar o objeto da garganta da menina que foi levada para a UBS (Unidade Básica de Saúde) do Jardim Aeroporto, Franca, São Paulo.
No local, recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada para o Pronto-Socorro Infantil. "Tentaram de tudo, mas não conseguiram retirar (o objeto). Segundo minha mulher, ela já saiu de casa com a boca roxa", disse o pai de Geovana.
No trajeto, enfermeiros conseguiram tirar o objeto da garganta da menina, mas era tarde e Geovana já chegou ao PS praticamente morta. "Foram feitas as manobras de ressuscitação. Tentamos em torno de 40 minutos, mas sem sucesso", disse o pediatra Roberval, que atendeu a criança.
Enquanto médicos e enfermeiros tentavam reanimar a vítima, familiares chegavam ao Pronto-Socorro em busca de informações. A criança morreu à noite, 19 de janeiro de 2009, de parada cardiorrespiratória depois de se engasgar com uma bola de gude.
Ao saber da morte, a mãe se desesperou e, inconformada, chorava, chegando a desmaiar e ser atendida na própria unidade de saúde.
Famíla e enterro
Geovana tinha dois irmãos, um menino de oito anos e uma menina de três meses e o sepultamento será realizado na quarta-feira.
Procedimento correto
Segundo José Victor Nonino, pediatra e diretor da Beneficência de Ribeirão, o procedimento imediato prestado pelos parentes das vítimas foi equivocado. Ele disse, porém, que, mesmo com a ação correta, a menina ainda poderia morrer.
"O procedimento certo seria colocá-la com a cabeça para baixo, sem movimentos bruscos, para não agravar o quadro. Depois, levá-la imediatamente ao hospital", disse. Segundo Nonino, a bolinha deve ter se fixado na glote e causado asfixia.
Fonte: Comércio da Franca - 20 de janeiro de 2009
Comentário:
A nossa casa pode se tornar uma grande armadilha para acidentes com crianças, jovens, idosos, etc. A casa transmite uma falsa sensação de segurança.
Estatísticas de acidentes dos Estados Unidos indicam que acidentes fatais domésticos são mais freqüentes do que imaginamos.
■ quedas - 28%
■ queimaduras - 19%
■ envenenamento - 17%
■ choques - 14%
■ asfixia - 6%
■ outros - 16%
Sociedade Brasileira de Pediatria: Acidentes mais comuns de acordo com faixa etária
■ 0 - 6 meses - Afogamento, ingestão de corpo estranho, intoxicações, queimaduras, quedas, sufocações e engasgos.
■ 7 - 12 meses - Afogamento, aspirações e ingestões de corpos estranhos, choques elétricos, intoxicações, quedas, queimaduras.
■ 1- 3 anos - Afogamento, choque elétrico, corpos estranhos, intoxicações, picadas venenosas, quedas e colisões, queimaduras.
■ 3 - 7 anos - Acidentes de trânsito, afogamento, choque elétrico, ferimentos, intoxicações, mordeduras, picadas venenosas, quedas e colisões, queimaduras.
■ 7 – 12 - Acidentes na escola, na vizinhança e nos esportes.
■ Adolescência - Agressões, acidentes esportivos, afogamentos, uso de drogas e acidentes de trânsito.
Pesquisa do Ministério da Saúde quanto aos acidentes com crianças com idade até nove anos revelou:
■ Dos 10.988 atendimentos a crianças nessa faixa etária, 5.540 (50,4%) foram provocados por quedas. Os dados mostram ainda que o perigo nem sempre está nas ruas. A maioria das quedas, 3.838 (69%), ocorreu dentro da residência das vítimas.
■ Do total de quedas registradas pela pesquisa, 2.626 (47%) foram de crianças que caíram do mesmo nível, ou seja, foram causadas por tropeções, pisadas em falso ou desequilíbrios.
A parte do corpo mais atingida foi;
■ cabeça com 2.445 (44%) ocorrências,
■ braços com 1.720 (31%) e
■ pernas com 760 (13,7%)
As lesões mais freqüentes foram;
■ cortes e lacerações com 1.426 (26%) notificações.
■ contusões com 1.234 (22%) e
■ fraturas com 955 (17,2%).
Dados da Organização Mundial da Saúde
■ Todos os dias, 72 crianças na Europa morrem de acidentes domésticos, equivalente a 3 por hora.
■ Envenenamento: Mais de 45.000 crianças morrem anualmente por causa do envenenamento não intencional.
■ Quase um milhão de crianças morrem anualmente devido a acidentes e o maior causador de acidentes é o automóvel.
Vídeo:
Os acidentes com crianças acontecem em casa e milhares são atendidas nos hospitais.

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