Protetor de coifa auto-justável para serra circular
O protetor auto-ajustável de serra Konstrumack
foi desenvolvido com o intuito de proteger contra eventuais acidentes de
trabalho, mantendo a lâmina da serra oculta durante todo o processo de corte,
evitando assim o contato direto do operador com a serra além de protegê-lo
contra estilhaços.
A coifa
autoajustável protege contra eventuais acidentes de trabalho, mantendo a lâmina
da serra oculta durante todo o processo de corte, evitando assim o contato
direto do operador com a serra além de protegê-lo contra retrocesso.
Características
da coifa:
* Atende
NR 12 e NR 18;
*
Fundido em alumínio;
* Visor
para acompanhamento do corte, protegido com acrílico transparente;
*
Elevação automático do protetor, de acordo com a espessura do material a ser
cortado;
* Mantém
a lâmina coberta durante a operação;
*
Montagem simples e rápida
* Baixo
custo de manutenção;
*
Adaptável aos mais diversos tipos de serra disponível no mercado
Vídeo:
O que
diz a NR-18
A serra
circular deve atender às disposições a seguir:

b) ter a
carcaça do motor aterrada eletricamente;
c) o
disco deve ser mantido afiado e travado, devendo ser substituído quando
apresentar trincas, dentes quebrados ou empenamentos;
d) as
transmissões de força mecânica devem estar protegidas obrigatoriamente por
anteparos fixos e resistentes, não podendo ser removidos, em hipótese alguma,
durante a execução dos trabalhos;
e) ser
provida de coifa protetora do disco e cutelo divisor, com identificação do
fabricante e ainda coletor de serragem:
Comentário:
Comentário:
USO
ADEQUADO DE SERRA CIRCULAR REDUZ ACIDENTES
A
instalação da serra circular deverá ser feita em local que restrinja o acesso
de pessoas aos operadores especializados e pessoas autorizadas. Além, das
recomendações normais, será considerado o espaço em torno da máquina, que
deverá ser adequado, em função das características da madeira a ser trabalhada
e do tipo de operação. As peças devem ser trabalhadas com segurança e não deve
existir interferência com outras operações circunvizinhas.
A serra
circular deve ser disposta de maneira a facilitar os trabalhos de inspeção,
manutenção e consertos, bem como possibilitar uma fácil alimentação e retirada
de materiais. Devem ser sinalizadas as áreas de ação da serra, através de
faixas amarelas no piso.
RISCOS
Os
riscos mais evidentes que podem causar acidentes na operação da serra circular,
caso as medidas de proteção não sejam observadas são:
■retrocesso
da madeira ocasionada por utilização do disco em mal estado; velocidade
tangencial insuficiente; mal estado da madeira ou ainda por desequilíbrio das
tensões internas da madeira de corrente operação de serragem;
■contato
acidental das mãos com os dentes do disco, especialmente ao final das contato
com os dentes do disco na parte inferior da bancada, quando inexistir proteção,
especialmente durante a limpeza.
■evitar
contato com a transmissão de forças (polia e correias) por falta de proteção nestas
partes móveis,
■instalações
elétricas que podem causar choque elétrico e
■obstrução
da área de trabalho pela desorganização dos materiais utilizados.
LIMPEZA
A
organização e limpeza do ambiente também merece atenção especial. A remoção
automática do material não mais utilizável no momento do corte ou diariamente é
importante para a organização e condições adequadas do ambiente de trabalho. É
recomendável instalar dispositivos de aspiração para a retirada de resíduos
finos (serragem e poeira). As poeiras resultantes do corte de certos tipos de
madeiras são irritantes e sua inalação constante pode levar à doenças graves
como o surgimento de tumores nas vias respiratórias superiores.
RUÍDO
Em
relação a poluição sonora, três fatores principais são responsáveis pela
emissão de ruídos gerados pela lâmina: as turbulências do ar são deslocadas
pelas lâminas; as vibrações do corpo da lâmina gerada pelas turbulências
aerodinâmicas e as vibrações causadas pelo impacto dos dentes sobre o material
trabalhado.
Para
diminuir a intensidade do ruído pode ser instalado um dispositivo que consiste
em fixar sobre a mesa um painel, com compensado, paralelamente à lâmina a 1 mm
desta. As lâminas com maior número de dentes provocam maior intensidade de
ruídos e ainda as com fendas radiais também. As lâminas especiais (carbono)
provocam menor intensidade de ruídos e também são muito mais resistentes,
aumentando a durabilidade. O aumento da espessura da lâmina, do diâmetro das
flanges e a diminuição da velocidade também favorecem a redução de ruídos.
Existem discos com tratamento acústico que produzem menos ruídos.
TREINAMENTO
A
utilização da serra circular somente poderá ser feita por pessoa treinada e
habilitada para a função. Os novos trabalhadores contratados para o trabalho na
serra circular deverão passar por um treinamento e serem orientados quanto a
forma correta do equipamento, ressaltando-se, principalmente, os riscos que ela
oferece e o modo correto de evitar acidentes.
EPI
Os
equipamentos de proteção individual (EPI) mais usados por operadores de serras
circulares são:
■protetor
facial resistente ao impacto de partículas volantes (aparas ou nós de madeira),
protegendo totalmente a face do operador;
■óculos
de proteção para evitar o impacto de partículas duras e em alta velocidade
contra os olhos dos operadores;
■protetores
auriculares para abafamento dos ruídos produzidos pelo disco; máscara contra
poeira quando a exaustão mostra-se ineficiente no ambiente de trabalho;
■sapato
de segurança com biqueira e palmilha de aço, quando a natureza especifica a
operação solicitar.
A serra
circular é composta por bancadas, guia de alinhamento, disco, coifa protetora,
fixador, motor e transmissão de força, empurrador e cutelo divisor. Cada
elemento requer cuidado especifico.
Os tipos
mais comuns de bancadas são confeccionadas em madeira ou metal. Devem ter boa
estabilidade e fixação no chão, que deverá ser plano e resistente. Também devem
possuir extensão suficiente para o corte de madeira de comprimento médio. Sob a
bancada deve haver um suporte destinado ao recolhimento dos resíduos do
material serrado, de forma a conservar limpa e organizada a área de trabalho.
Para a retirada de serragem e cavaco é preciso utilizar dispositivo auxiliar e
nunca usar diretamente as mãos, para evitar acidentes. A bancada deve ter
proteção em suas laterais, mantendo enclausurada sua parte inferior. Isto evita
o contato acidental do operador ou de materiais com o disco ou demais
componentes da máquina. A proteção do disco na parte superior da bancada deve
ser assegurada através de um conjunto indissociável, composto por uma coifa de
proteção e um cutelo divisor. Quando as peças a serem cortadas forem de um
grande comprimento, recomenda-se a utilização de suportes de apoio. Esses
suportes podem ser simples cavaletes de madeira.
GUIA DE
ALINHAMENTO
A guia
de alinhamento é um dispositivo destinado a auxiliar no corte alinhado da
madeira, proporcionando maior firmeza à madeira que estiver sendo beneficiada.
Atua ao mesmo tempo, como um elemento de proteção, pois evita o esbambear da
madeira, o que poderia causar o retrocesso e causar acidentes.
Um
detalhe importante, é que quando a peça for de grande comprimento, o operador
deverá efetuar o corte em conjunto com outro profissional auxiliar, também
especializado, de forma a realizar a operação com maior segurança.
DISCO
Os
dentes do disco da serra circular devem ser mantidos em bom estado, afinados e
travados. Quando não puderem ser afiados o disco deve ser substituído e
inutilizado.
■As
flanges de aperto do disco devem ter, no mínimo, 1/3 do diâmetro do mesmo. A
altura de corte da serra deve ser compatível com a espessura da peça, devendo a
serra ultrapassar o equivalente a altura de um dente da lâmina e não mais que
isso;
■A
posição de trabalho deve ser adequada. É importante manter , o máximo possível,
o corpo do operador afastado da zona de perigo;
■As
lâminas de serras circulares, tanto em vazio como em carga, são ruidosas. Os
motores e os elementos de transmissão geralmente provocam baixa intensidade de
ruídos, quando em bom estado de conservação;
■A
produtividade de uma serra circular diminui ou aumenta segundo a sua utilidade,
precisão e qualidade. Mesmo a melhor ferramenta pode ficar fora do uso ou sem
valor, se a manutenção ou afiação não for realizada por operário qualificado. Isto
vale tanto para a pequena empresa artesanal como para as grandes indústrias.
■A
crescente tecnologia em ferramentas e o surgimento de novos materiais (widea,
metal duro, diamante) e as novas formas de dentes exigem maior conhecimento e
capacitação do afiador de ferramentas;
■A
guarda adequada das lâminas e a disponibilidade de acesso para a substituição,
quando necessária, é um aspecto importante para que as mesmas sejam utilizadas
adequadamente e não sofram danos que possam a prejudicar o correto manuseio.
COIFA
PROTETORA
A
finalidade da coifa é evitar o toque acidental do operador com a lâmina da
serra. Para que esta produção seja eficaz devem ser observados os seguintes
critérios: ser constituída de material resistente que garanta a retenção de
eventuais partes da lâmina que podem vir a ser projetados em direção ao
operador; ser preferencialmente auto-ajustável, devido a praticidade quando se
trabalha com várias espessuras diferentes de material a serem cortados e ter
largura em torno de 35 mm, lisa e sem parafusos ou porcas que gerem saliências,
para não dificultar a passagem do dispositivo de fim de curso (empurrador).
FIXADOR
O
fixador é um dispositivo utilizado para dar firmeza na peça de cantos brutos a
ser serrada, evitando que a mesma se movimente durante a operação.
TRANSMISSÃO
DE FORÇA
O motor
deverá estar bem instalado na bancada e devidamente protegido contra poeiras e
intempéries, como também devidamente aterrado. O sistema de transmissão
(correias e polias) deverá estar protegido por guardas adequadas.
EMPURRADOR
Em toda
bancada deve estar disponibilizado ao operador um “empurrador” para o corte de
peças de pequenas dimensões, bem como para o corte em final de curso, evitando
um eventual contato das mãos do operador com o disco de serra.
Pode-se
fazer adaptações de alças e pegaduras para estes dispositivos, de forma que
atendam aos requisitos ergonômicos do operador e que possam ser reutilizados
quando houver a necessidade de substituir a madeira do dispositivo que vai
sofrendo os cortes e sofrendo danos.
CUTELO
DIVISOR
O cutelo
divisor é usado para evitar o aprisionamento do disco, o que pode causar o
retrocesso da madeira ou ainda o lançamento da peça serrada em direção ao
operador. Para que essa proteção seja eficaz, é necessário que alguns
requisitos sejam devidamente observados, tais como:
■ser
confeccionado em aço resistente, tendo as faces laterais perfeitamente planas,
lisas e polidas para facilitar o deslizamento da madeira. Não deve ser pintado
e a borda deve ser em bisel;
■ ser
fixado de tal maneira que não oscile sobre a lâmina e deve permanecer sempre no
plano da lâmina, com regulagem na horizontal e na vertical neste plano, afim de
acoplar o mais próximo possível do contorno da lâmina;
■ter
espessura igual à espessura da linha de corte do disco ou ser ligeiramente
inferior (ao máximo 0,5 mm);
■possuir
um contorno não cortante e não cortante manter acabamento arredondado na
extremidade superior;
■ter
largura mínima no nível da mesa maior ou igual a 1/5 do disco de maior
diâmetro;
■manter
uma distância de lâmina de 2 a 3 mm, sendo no máximo entre 8 e 10 mm;
■
possuir uma altura correspondente à máxima altura da lâmina de maior diâmetro
para fazer a regulagem, quando necessário, à elevação do diâmetro da lâmina. O
mesmo cutelo divisor é ajustado à lâmina de menor e maior diâmetro para as
quais foi concebido.
O cutelo
divisor deve trazer inscrito em uma de suas faces o diâmetro; máximo da lâmina
para a qual foi projetado, bem como a espessura em milímetros de modo legível e
que não se apague e ser inspecionado periodicamente. Fonte: Revista da Madeira – Remade – setembro
de 2003
Marcadores: segurança

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