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sábado, maio 23, 2026

TREMOR DE TERRA DE MAGNITUDE É REGISTRADO NO LITORAL DO RJ

O litoral do Rio de Janeiro registrou dois tremores de terra em um intervalo de menos de 24 horas. Ambos os sismos ocorreram em alto-mar (na região conhecida como offshore), a cerca de 100 km da costa do município de Maricá.

De acordo com os dados oficiais da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), os eventos foram os seguintes:

·       Primeiro tremor: Ocorreu na madrugada de quinta-feira (21 de maio), às 5h21, com magnitude de 3.3 na escala Richter.

·       Segundo tremor: Ocorreu na manhã de sexta-feira (22 de maio), às 6h50, com magnitude de 3.1.

O fenômeno foi identificado por estações de monitoramento espalhadas pelo país e analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo. A rede responsável pelo monitoramento é coordenada pelo Observatório Nacional, com apoio do Serviço Geológico do Brasil.

Especialistas afirmam que esse tipo de ocorrência, apesar de chamar atenção, não é incomum no território brasileiro — especialmente em áreas marítimas da região Sudeste.

Segundo o sismólogo Gilberto Leite, os tremores registrados no país costumam ter baixa intensidade e, na maior parte das vezes, passam despercebidos pela população.

"O Brasil registra pequenos tremores com certa frequência por causa das tensões que atuam na crosta terrestre. Em geral, são eventos de baixa magnitude", explicou.

O especialista destaca ainda que a costa do Sudeste concentra a principal faixa de atividade sísmica em alto-mar do país, onde pequenos terremotos são monitorados regularmente.

Embora o Brasil esteja distante das zonas de encontro entre placas tectônicas — onde os grandes terremotos são mais comuns —, o país também registra abalos provocados pela acomodação de estruturas geológicas internas da crosta terrestre. Fonte: g1 Rio - 21/05/2026; 22/05/2026

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TREMOR DE TERRA NO TOCANTINS


Foi registrado um tremor de terra de magnitude 2,8 próximo a Gurupi, no sul do Tocantins, na madrugada de quinta‑feira (22). O abalo ocorreu às 00h42 e foi detectado pela Rede Sismográfica Brasileira, com análise do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília.

Segundo os especialistas, tremores de baixa magnitude são relativamente comuns no Brasil e geralmente não causam danos.  

O Tocantins já teve outros pequenos abalos recentemente, como em Conceição do Tocantins, onde um sismo de magnitude 2,2 foi registrado em fevereiro deste ano.

Apesar do registro técnico, não houve relatos imediatos de moradores que tenham sentido o tremor nem de danos estruturais na região.

Pressões geológicas

De acordo com especialistas da RSBR, tremores de baixa magnitude, como o registrado em Gurupi, são relativamente comuns no Brasil e ocorrem quase todas as semanas em diferentes regiões do país. Na maioria dos casos, esses abalos não são percebidos pela população.

Esses fenômenos são classificados como sismos naturais e ocorrem, em sua maioria, devido às pressões geológicas constantes que atuam na crosta terrestre, provocando pequenas acomodações no solo. Fonte: g1 Tocantins-21/05/2026


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terça-feira, janeiro 23, 2024

MAIOR TREMOR DE TERRA DA HISTÓRIA DO BRASIL É REGISTRADO NA AMAZÔNIA

A Região Norte, registrou, nesse sábado, 20, o maior tremor de terra da história do Brasil. Com 6,6 graus na Escala Richter, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o terremoto ocorreu às 18h31 no horário de Brasília, 16h31 no horário local.


Embora o Serviço Geológico dos Estados Unidos informe que o terremoto tenha ocorrido próximo a Tarauacá, no Acre, as coordenadas exatas do tremor apontam para uma área isolada em Ipixuna, no Amazonas.

Até agora, não há registro de danos. Isso porque o abalo ocorreu a 614,5 quilômetros de profundidade, o que permite a dissipação da energia. Segundo os geólogos, um tremor nessa profundidade dificilmente é sentido pela população.

O Centro de Redes de Terremotos da China também registrou o tremor na Amazônia. O órgão do país asiático mediu a mesma intensidade, de 6,6 graus na Escala Richter, mas o órgão apontou profundidade maior, de 630 quilômetros.

REDE SISMOGRÁFICA BRASILEIRA

Por volta das 18h31 do sábado, a Rede Sismográfica Brasileira informou ter detectado o terremoto. Na ocasião, o grupo afirmou que o abalo teve magnitude de 6,5 graus na Escala Richter, com 628 quilômetros de profundidade, e que tinha ocorrido em Tarauacá, mas advertiu que a magnitude, a profundidade e o local exato do epicentro poderiam ser revisados nas horas seguintes.

Segundo a Rede Sismográfica Brasileira, a maioria dos eventos na fronteira do Brasil com o Peru é profunda por causa da subducção (mergulho por baixo) da Placa de Nazca sob a plataforma Sul-Americana. A força do terremoto, ressaltou a entidade, pode ter sido atenuada pela relativa grande profundidade.

Em 7 de junho de 2022, Tarauacá, no noroeste do Acre, tinha registrado um abalo de 6,5 graus, o segundo maior tremor da história do país. Na ocasião, o terremoto não deixou vítimas, nem danos materiais.

Os tremores ocorrem porque a região está próxima da Cordilheira dos Andes, uma das zonas com maior atividade sísmica do planeta. Nos últimos 45 anos, houve cerca de 96 abalos sísmicos em um raio de 250 quilômetros de Tarauacá, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, nenhum com consequências graves.

Até agora, nem os governos do Acre e do Amazonas, nem as prefeituras de Tarauacá e Ipixuna se manifestaram. Antes das ocorrências no município acriano, o maior abalo sísmico da história do Brasil tinha sido registrado na região da Serra do Tombador, em Mato Grosso, em 31 de janeiro de 1955, com 6,2 graus na Escala Richter. Fontes: Correio do Povo - 21/01/2024; Agência Brasil – Brasília - 21/01/2024

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domingo, abril 15, 2018

USP atualiza mapa de risco de terremotos no Brasil

Cientistas da Universidade de São Paulo analisaram novas regiões do país nas quais podem ocorrer abalos sísmicos

Pesquisadores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), da Universidade de São Paulo, atualizaram o mapa sismológico nacional e inseriram no documento regiões em que os tremores de terra podem ser mais frequentes. Embora o Brasil não tenha histórico de abalos sísmicos de alta magnitude, o fenômeno precisa ser constantemente monitorado pelos geofísicos.

O desastre ambiental ocorrido na cidade mineira de Mariana em 2015, por exemplo, teve como uma das causas uma série de tremores de magnitude reduzida, entre 2,01 e 2,55. Os abalos foram registrados alguns dias antes do acidente, que resultou em catástrofes humanas e naturais irreparáveis.

As atividades para a produção do mapa contaram com a participação do Centro de Sismologia da USP. “Apesar de não sofrer com terremotos muito fortes, o Brasil registra abalos que podem causar danos. Em função disso, fizemos um trabalho de atualização e analisamos as localidades onde os tremores são mais frequentes”, explica Marcelo Assumpção, professor do IAG.
Dados

O novo levantamento foi elaborado com dados da Rede Sismográfica Brasileira. “Conseguimos mostrar que existem várias regiões do país com atividade sísmica relevante, como o Pantanal, centro de Goiás, sul de Minas Gerais e uma parte da Amazônia”, completa o docente Marcelo Assumpção.

De acordo com o pesquisador, os terremotos são mais frequentes nas regiões de bordas das placas tectônicas. Porém, em países localizados interior delas, as forças geológicas também podem ocasionar prejuízos. Quanto maior a magnitude de um terremoto, mais rara é a ocorrência. No Brasil, tremores de magnitude 4 ocorrem duas vezes por ano. Fonte:ocorrência. Fonte: Governo do Estado de São Paulo


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