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segunda-feira, setembro 25, 2006

EPI – Condições (in)seguras das mãos



Nas fotos acima (fotos 1 e 2), o trabalhador está utilizando EPI adequando, óculos de segurança, protetor facial e luvas, para efetuar o corte da peça.



Nas fotos 3,4 e 5, o trabalhador está executando outra tarefa. Inicialmente efetuando medição de uma peça pequena, sem luvas, óculos de segurança e protetor facial levantado. Ele vai utilizar o esmeril para efetuar a correção do tamanho da peça. Inicia-se o serviço utilizando o protetor facial, mas como a peça a ser trabalhada é pequena, não utiliza as luvas, e o risco iminente surgiu. Ele teve dois dedos dilacerados.



Os números revelam o dramático impacto do trabalho sobre as mãos dos trabalhadores.
Se considerarmos apenas os acidentes de trabalho que atingem as mãos até o nível do punho, encontraremos mais de um terço (34,2%) de todos os acidentes de trabalho notificados no Brasil, em 2003, segundo estatísticas do INSS (Dataprev). Neste índice estão incluídos desde os acidentes mais traumáticos que, sozinhos, equivalem a quase 3% do total (10% dos acidentes de trabalho que atingem as mãos) até ferimentos menores e doenças ocupacionais, como:
1. lesões por esmagamento;
2. amputações;
3. queimaduras e corrosão;
4. cortes e perfurações;
5. fraturas;
6. luxações, entorses e distensões das articulações;
7. traumatismos do músculo e tendão;
8. traumatismos superficiais;
9. LER/DORT (doenças ocupacionais);
10.e outros traumatismos não especificados.
Fonte: Fundacentro

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posted by ACCA@6:08 PM